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Saúde

Brasil tem 1.577.004 casos de covid-19 diagnosticados

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Segundo o boletim divulgado no final da tarde de hoje (04) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou até o momento 1.577.004 casos de covid-19. Destes, 64.265 casos resultaram em óbito. O número de pessoas recuperadas é de 876.359.

O boletim diário do Ministério da Saúde revela os números deste sábado (04). O boletim diário do Ministério da Saúde revela os números deste sábado (04).

Entre os estados, São Paulo continua com o maior número de casos até agora, 312.530; seguido à distância pelo Ceará (120.952) e Rio de Janeiro (120.440). Em número de mortes, no entanto, o Rio de Janeiro, com 10.624, ultrapassa o Ceará, que teve 6.411 óbitos até o momento. Também nesse quesito, São Paulo registra o maior número, com 15.996 mortes.

Entre os estados com menos registros, o Mato Grosso do Sul é a área de menor incidência, com 9.910 casos e 114 mortes. Tocantins, com 12.282 casos e 215 mortes, vem em seguida.

Apesar dos números nacionais, algumas cidades estudam a volta gradual da rotina. Na cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas assinou os protocolos para reabertura dos setores de bares, restaurantes, estética e beleza na cidade.

No Rio de Janeiro, a reabertura de bares levou muita gente para a rua durante o primeiro dia de liberação. Ontem (03), após medidas punitivas, os estabelecimentos da cidade tomaram atitudes para diminuir as aglomerações. Já no Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha assinou decreto com o calendário de abertura de bares e escolas. O DF registra, até o momento, 55.760 casos diagnosticados e 671 mortes.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa autoriza mudanças em teste da “vacina de Oxford”

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou mudanças no protocolo do teste com a chamada “vacina de Oxford”, objeto de um dos ensaios clínicos em curso no Brasil e apontada por pesquisadores e pelo governo federal como uma das alternativas mais promissoras de prevenção da covid-19.

A alteração é a aplicação de uma dose de reforço, totalizando duas doses em vez de uma, como originalmente havia sido proposto. Essa parcela adicional de vacina será ministrada tanto para os que já haviam recebido a substância quanto para os voluntários que ainda receberão a vacina. No primeiro caso, o intervalo entre uma e outra será de quatro semanas.

A medida foi tomada a pedido dos responsáveis pela pesquisa. A mudança se deve ao fato de alguns estudos indicarem que a aplicação de duas doses pode produzir resultados mais efetivos na imunização.

Outra atualização foi a ampliação da faixa etária do grupo participante da pesquisa. Originalmente eram admitidas pessoas de 18 a 55 anos. A idade limite foi estendida para até 69 anos, incluindo uma faixas de idosos, o segmento que mais morre em função da covid-19.

A “vacina de Oxford” passou a ser conhecida popularmente por este apelido por se tratar de uma pesquisa capitaneada pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com o laboratório Astrazeneca.

O governo brasileiro celebrou um acordo com os agentes responsáveis para que o Brasil tenha preferência na aquisição de insumos e da transferência de tecnologia. O acerto inclui a pré-compra de insumos para 30 milhões de doses em dezembro e o repasse de tecnologia para a fabricação no país de mais 70 milhões de doses ao longo do ano de 2021.

A produção ficará a cargo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão vinculado ao Ministério da Saúde.

Na semana passada, o governo federal editou Medida Provisória alocando R$ 1,99 bilhão em recursos para o custeio da aquisição dos insumos e transferência de tecnologia da vacina.

A vacina

Desenvolvida pela Universidade de Oxford, a vacina foi elaborada através da plataforma tecnológica de vírus não replicante (a partir do adenovírus de chimpanzé, obtém-se um adenovírus geneticamente modificado, por meio da inserção do gene que codifica a proteína S do vírus SARS-COV-2, do novo coronavírus). De acordo com o governo, embora seja baseada em uma nova tecnologia, esta plataforma já foi testada anteriormente para outras doenças, como, por exemplo, nos surtos de ebola e Mers (síndrome respiratória do Oriente Médio causada por outro tipo de coronavírus) e é semelhante a outras plataformas da Bio-Manguinhos/Fiocruz, o que facilita a sua implantação em tempo reduzido. A vacina está na Fase 3 dos ensaios clínicos, que é a última etapa de testes em seres humanos para determinar a segurança e eficácia.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Rio registra 28 mortes e 1.166 novos casos de covid-19 em um dia

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O estado do Rio de Janeiro registrou 28 mortes por covid-19  e 1166 novos infectados em 24 horas, desde ontem. De acordo com os números da Secretaria de Estado de Saúde, até esta segunda-feira (10), há 180.016 casos confirmados da da doença causada pelo novo coronavírus e 14.108 óbitos no estado, desde o início da pandemia. 

Há ainda 997 óbitos em investigação. Entre os casos confirmados, 161.329 pacientes se recuperaram da doença.

Em todo o estado, 28.909 pessoas estão internadas por covid-19, sendo que 11.494 em UTI.

Infectados

A capital fluminense vem liderando o número de casos confirmados da doença, com 74.674 infectados. Em seguida vem  Niterói com (9.380); São Gonçalo (9.333); Duque de Caxias  (6.599);  Macaé (6.219); Nova Iguaçu (4.461);  Angra dos Reis (4.114); Volta Redonda  (4.090); Itaboraí (3.509); Belford Roxo (3.476); Campos dos Goytacazes (3.302); Teresópolis (2.941); Magé (2.613); São João de Meriti (2.511); Maricá (2.410); Queimados (2.073); Itaperuna (2.043); Itaguaí (1.935) e  Cabo Frio com 1.661 infectados, entre as 92 cidades do Rio com maior número de pessoas com covid-19.

Óbitos

Do total de 14.108 mortes por covid-19 no estado, o município do Rio de Janeiro lidera com  8.622 óbitos. São Gonçalo, o segundo colégio eleitoral do estado atrás apenas da capital, tem  601 mortes.  Depois vem pela ordem: Duque de Caxias (593); Nova Iguaçu (456); São João de Meriti (335); Niterói ( 310); Campos dos Goytacazes (228); Belford Roxo (223); Itaboraí (177); Magé (166); Petrópolis (147);  Volta Redonda (145); Mesquita (144); Nilópolis (132);  Angra dos Reis (124); Macaé (121); Itaguaí (97); Teresópolis (94); Cabo Frio (89) e Maricá (87).

O governo do estado disponibiliza mais informações sobre  incidência do novo coronavírus em painel de monitoramento.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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