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Brasil será mais próspera democracia liberal do hemisfério, diz Mourão

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Agência Brasil

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Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo

Brasil será mais próspera democracia liberal do hemisfério, diz Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) disse nesta terça-feira (12) que o governo federal está empenhado a manter o equilíbrio fiscal do país e a dar condições para que as empresas possam aumentar a produtividade. As declarações foram dadas a empresários em evento de entrega de comendas, distinções de honra, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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“O governo do presidente Bolsonaro agindo com clareza, com determinação e com paciência procura trazer de volta o equilíbrio fiscal e, ao mesmo tempo, aumentar a nossa produtividade retirando o peso da ineficiência do estado das costas de quem investe, trabalha e produz nesse país”, destacou Mourão em discurso.

Segundo o vice-presidente, o governo quer que o país seja reconhecido como a maior e mais próspera democracia liberal do hemisfério sul. “Não vamos recuar dessa tarefa, vamos avançar o tempo todo para que, dentro da nossa visão de futuro, dentro do projeto que temos e vemos para o nosso país, o nosso Brasil seja reconhecido como a maior e mais próspera democracia liberal ao sul do Equador. Este é nosso destino manifesto”, ressaltou.

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No evento, denominado Fiesp – Homenagem às Forças Armadas, Mourão recebeu a Comenda de Ordem do Mérito Industrial de São Paulo, em nível Grã-Cruz, a maior condecoração outorgada pela entidade. O vice-presidente fez um breve histórico da importância das Forças Armadas Brasileiras na história do país, e destacou seu papel no século 20. “Enfrentamos e vencemos por três vezes o pior inimigo que esse país já teve, que foi o movimento comunista internacional. Não nos omitimos nessa tarefa”, disse. O vice-presidente ainda ressaltou a participação do exército no combate aos incêndios na floresta Amazônica, e na limpeza das praias nordestinas atingidas por petróleo.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Damares: “Canal vaginal de menina de 12 anos não está pronto para ser possuído”

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A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que defende a abstinência sexual para prevenir gravidez precoce na adolescência, disse ao jornal Folha de São Paulo que se silencia caso fique provado que uma menina de 12 anos está pronta para ser possuída todo dia por um homem. 

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Divulgação/Presidência da República

Damares Alves


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A ministra Damares Alves, que é pastora e evangélica, sustenta que não mistura assuntos de Estado e religião.  O governo está lançando uma nova campanha estimulando o início do prorrogamento da vida sexual do público de 10 a 18 anos para evitar a gravidez na adolescência. 

“O argumento que eu estou buscando é: uma menina de 12 anos não está pronta para ser possuída. Se vocês me provarem, cientificamente, que o canal de vagina de uma menina de 12 anos está pronto para ser possuído todo dia por um homem, eu paro agora de falar”,  afirmou à coluna Painel.

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A ministra Damares Alves ainda disse que, se levarem “um abaixo-assinado com 1 milhão de assinaturas de pais de adolescentes contra a proposta”, ela “para de falar”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Na Índia, Eduardo Bolsonaro diz querer abrir mercado de armas no Brasil

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Eduardo Bolsonaro cumprimenta Narenda Modi arrow-options
Alan Santos/PR

Eduardo Bolsonaro integra a comitiva presidencial em visita à Índia

O deputado federal Eduardo Bolsonaro diz que vai se empenhar no acesso de armas para a população a partir da agora, ao mesmo tempo em que pretende continuar ativo na área internacional com suas conexões com líderes de direita.

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Eduardo acompanha seu pai, o presidente Bolsonaro, na visita à Índia . E em conversa com os jornalistas, disse que seu plano depois de deixar o comando da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados é concentrar no tema de armamentos.

O deputado quer abrir o mercado brasileiro, atrair companhias estrangeiras para produzir armas no Brasil e quebrar o que chama de ”monopólio branco” de empresas locais como a Taurus, fabricante de armas de pequeno porte.

Exemplificou que cartuchos e outro material de armamento custa cinco vezes mais no Brasil do que nos EUA, por exemplo. Assim, a competição no mercado, com mais empresas produzindo, facilitará o acesso de cidadãos a armas para se protegerem.

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”Isso vai permitir mais acesso da população a armas , devido ao preço de armas. Hoje em dia esse mercado (no Brasil) é elitista”, afirmou. O parlamentar disse também que quem votou em Bolsonaro sabe dessa bandeira do presidente, e que ele foi o único a favor ”de legitima defesa através de armas de fogo”.

O deputado relatou que já conversou com a fabricante americana de armas Sig Sauer, que é fornecedora do Exército dos Estados Unidos, e com a italiana Beretta. Disse esperar que a Sig não abandone o projeto de produzir no Brasil. Comentando a desistência da companhia suíça Huag de produzir armas no Brasil, alegando que isso afetaria sua imagem, Eduardo Bolsonaro mostrou sua estranheza que isso tenha ocorrido sete anos depois de a empresa fazer planos no Brasil. Para ele, o que pode ter ocorrido é uma divisão de mercado com outros fabricantes.

Perguntado se mais acesso a armas não aumentaria a violência no país, Eduardo respondeu que ”o que mata não é a arma, é o ser humano”. Ao seu ver, quando o governo anuncia que vai dar mais acesso ao cidadão a armas de fogo, ”a bandidagem começa a pensar duas vezes e isso tem um impacto”. Ele acha que essa é uma das razões da baixa de 22% no número de homicídios no país,

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Eduardo Bolsonaro , que chegou armado para visitar seu pai num hospital em São Paulo, tem afirmado já há tempos que é preciso ”resgatar o Brasil de antes do estatuto do desarmamento (2003), período em que muito menos pessoas morriam por disparo”. Exemplificou que em 1980 o numero de homicídios no Brasil chegava a 8 mil por ano e no ano passado a cifra chegou a 62 mil.

Ele contou que pretende continuar ativo na área internacional. Acha que concluiu com sucesso conexão com líderes de direita. Vai aos EUA participar de um encontro da aliança conservadora no feriado de carnaval no Brasil.

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O presidente Bolsonaro deverá viajar à Florida proximamente, e outras viagens no primeiro semestre poderão incluir Hungria e Polônia, dirigidos também por lideres populistas de direita.

Fonte: IG Política
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