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Brasil registra o maior número de bebês sem o nome do pai desde 2018

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Espanha equipara licença maternidade e paternidade para 16 semanas3 mesmo assim especialistas expressam preocupações
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Espanha equipara licença maternidade e paternidade para 16 semanas3 mesmo assim especialistas expressam preocupações


O mesmo Brasil que discute o direito ao aborto garantido por lei a meninas estupradas, tema que ganhou repercussão com a recente história da gravidez de uma criança de 11 anos no Sul, registra o maior número de bebês sem o nome do pai na certidão desde o primeiro semestre de 2018. 

Os dados, levantados pelos Cartórios de Registro Civil do Brasil (Arpen) a pedido do GLOBO, mostram que, no primeiro semestre deste ano, nasceram 1.313.088 bebês e, destes, 86.610 não têm o nome do pai nos documento. No mesmo período de 2018, foram 1.452.161 recém-nascidos, dos quais 78.798 ficaram sem o nome do pai. O total de registros monoparentais cresceu 1,2% em cinco anos, sobretudo pela negligência dos homens.


A constatação ganha ainda mais relevância quando se observa que 2022 teve, entre janeiro e junho, o menor número de nascimentos dos últimos quatro anos. Mesmo com a queda da natalidade, aumenta a legião de mães solo. Sem ter apoio para cuidar de seu recém-nascido e com dificuldade de conseguir emprego, C., de 34 anos, que não se identifica porque também foi vítima de violência doméstica, sente o peso da solidão na maternidade.

Após ter sido agredida ainda grávida e saído de casa, ela só teve como opção registrar o filho, hoje com 3 anos, apenas em seu nome, e criá-lo sozinha. Acolhida na casa de amigos em Niterói, C. conta que o pai da criança nunca mais procurou por ela ou pelo filho. Até hoje, o ex-companheiro não conhece a criança. — Eu optei por não colocar o nome pela minha paz e pela paz do meu filho. É muito chato quando perguntam por que meu filho não tem o nome do pai. Sempre me olham como se eu tivesse feito a escolha errada do parceiro, e não que ele tivesse errado ao não assumir o próprio filho — diz C., que não chegou a pedir uma medida protetiva por temer que o processo fosse demorado e dispendioso.

Na série histórica de janeiro a junho, o número de crianças sem o registro paterno só se aproxima das estatísticas de 2019, que eram as piores até o início deste ano. Naquele ano, 84.480 bebês, de um total de 1.464.025 nascimentos, foram registrados apenas no nome da mãe. Em 2020, foram 77.863 crianças sem o pai na certidão e, em 2021, 82.203 recém-nascidos nessas condições.

Machismo estrutural

Depois que o filho nasceu, C. passou a ter sucessivas vagas de emprego negadas. Sobrevivendo hoje de bicos como diarista e da venda de comida, o que lhe rende mensalmente cerca de R$ 600, ela conta que só consegue manter a família graças a doações e à ajuda do amigo que a acolheu há três anos. O filho o chama de pai.

— Quando eu fugi, tive que abandonar meu emprego, passei a gravidez desempregada e ainda hoje ninguém me contrata, com medo de eu faltar por causa do meu filho. Parece que está ainda mais fácil para os homens abandonarem as crianças e não partilharem dos cuidados.

Professora do Departamento de Sociologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisadora sobre desigualdade de gênero e estrutura familiar, Felícia Picanço observa que o fenômeno da omissão paterna nos registros de nascimento precisa ser estudado com mais profundidade. Ela acredita, entretanto, que as estatísticas preocupantes podem estar relacionadas ao agravamento da crise econômica e ao fortalecimento do conservadorismo social. — Ao mesmo tempo que o país considera a família um pilar importante, alguns homens só assumem filhos concebidos dentro de casamentos tradicionais. Outros nem isso. A hierarquização de gênero, que sobrecarrega a mulher e a coloca como obrigada a cuidar das tarefas domésticas e dos filhos, é a mesma que protege os homens, relativizando o abandono e a falta de responsabilidade na divisão de tarefas — explica.

Desde 2012, o Conselho Nacional de Justiça permite que o reconhecimento de paternidade seja feito diretamente em Cartório de Registro Civil, sem necessidade de decisão judicial quando há acordo entre as partes. Quando a iniciativa parte do próprio pai, basta que ele compareça ao cartório com a cópia da certidão de nascimento do filho e a autorização da mãe ou do próprio filho, caso ele seja maior de idade.

Segundo dados da Arpen, no primeiro semestre deste ano, 14.620 pessoas receberam o nome do pai em suas certidões de nascimento, que foram retificadas seja por iniciativa voluntária do pai biológico ou por registro de paternidade socioafetiva. Essa última situação acontece quando uma outra pessoa assume o papel de se tornar o responsável pela criança por motivação afetiva, mesmo sem vínculo de sangue.

Presença tardia

A administradora Priscila Batista, de 29 anos, foi procurada no ano passado pelo pai de seu filho, hoje com 8 anos, para fazer o reconhecimento parental. Ele disse que se arrependeu de ter abandonado a criança, quando ela ainda estava na barriga da mãe. Na época em que Priscila engravidou, o ex-companheiro se recusou a assumir o filho e foi morar em outro estado. A administradora foi à Justiça exigir pagamento de pensão, mas após três anos de espera, desistiu do processo. O encontro entre pai e filho só aconteceu quando o registro foi feito.

— Um pouco de dinheiro ajudaria, mas não teria nenhum tipo de afeto, que é o que realmente meu filho precisava. Por isso, desisti. Para a família dele, eu ainda devo ter saído como errada, porque somos julgadas o tempo todo. Hoje meu filho tem contato com ele, mas não o chama de pai. A ideia de que mulher precisa ser forte é muito romântica. Eu me sinto cansada às vezes, apesar de contar com a minha família — admite Priscila. Priscila viveu a situação duas vezes. Quando a filha caçula de 2 anos nasceu, a menina recebeu apenas o seu sobrenome, de acordo ela, porque o então companheiro, de um segundo relacionamento, alegou “não estar pronto” para exercer a paternidade:

— Ele inicialmente não quis. Meses após o nascimento, disse estar arrependido. Hoje é totalmente presente na vida dela. Mas é triste saber que mulheres ainda precisam quase implorar para que o pai seja um pai de verdade — desabafa Priscila, que faz parte de um grupo com mais de 30 mil mães solo no Facebook, que se juntaram para se ajudar e trocar experiências.

Na visão da pesquisadora do departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, Marília Moschkovich, apesar de o Brasil ter avançado em leis que facilitam o registro parental, elas não garantem que os homens passarão a exercer a paternidade e as mulheres ficarão menos sobrecarregadas. Segundo a especialista, o reconhecimento do filho é importante, mas é fundamental amparo social para que as mães solo contem com estrutura para cuidar dos filhos.

— Hoje há um certo fetichismo de que tudo se resolve com legislação. Mas há coisas, como o desejo, que a lei não é capaz de dar conta. A briga para exigir deveres de paternidade a homens que engravidam mulheres só faz sentido hoje porque existe pobreza, porque não há alimentação universal popular, porque não há transporte público gratuito para todos, porque faltam vagas em creches, porque não existe nenhuma política séria de educação sexual, e porque o aborto não é legalizado — conclui.

Fonte: IG Mulher

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Alta no engajamento na paternidade não anula incidência de pai ausente

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Homens precisam se sentir menos responsáveis em prover materialmente e mais implicados no cuidado direto, diz antropóloga
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Homens precisam se sentir menos responsáveis em prover materialmente e mais implicados no cuidado direto, diz antropóloga

A discussão sobre paternidade ativa, por vezes chamada de “nova paternidade”, tem se tornado mais presente para homens que buscam se responsabilizar pelos cuidados com os filhos de forma equilibrada com suas parceiras. Da mesma forma, alguns pais também se mostram interessados em cumprir o papel de interromper o ciclo de comportamentos sociais prejudiciais por meio da educação.

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Ao mesmo tempo que a “nova tendência” de paternidade exercida, principalmente, pelas gerações mais recentes causa ânimo, há na contramão a manutenção do mesmo sistema que contribui para a sobrecarga de tarefas para as mulheres, da perpetuação da figura do pai ausente, da violência doméstica e do abandono paternal – cujo alto índice bateu recordes em 2022.

Só no primeiro semestre deste ano, mais de 86 mil bebês brasileiros foram registrados sem o nome do pai , o maior número desde 2018. No entanto, deve-se levar em consideração as famílias nucleares em que o pai existe, mas não contribui com os cuidados básicos da criança ou do lar. Essa contradição faz parte da dinâmica do machismo estrutural na sociedade.

Marcia Thereza Couto, antropóloga e professora do departamento de medicina preventiva da Universidade de São Paulo (USP), estuda masculinidades há 20 anos. Ela aponta que, de fato, os homens passaram a buscar se envolver mais nas tarefas familiares e domésticas para se mostrarem presentes na vida dos filhos. No entanto, o perfil desses pais é muito específico e corresponde aos desejos de uma pequena parcela no Brasil.

“Essas micro mudanças estão acontecendo, principalmente, em homens de classes sociais média e alta e com escolaridade mais alta. Precisamos comemorar e estimular os avanços, mas não devemos nos deixar levar por uma ideia particular que representa o todo. A sociedade precisa de muita mudança”, afirma a antropóloga.

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Pais ausentes

Couto aponta que existe uma ausência no exercício de paternidade e de abordar o tema no processo de crescimento dos homens. Se para as mulheres esse é um papel obrigatório e de extensa preparação, para os homens é uma opção, algo facultativo.

“Não existe um diálogo sobre esse assunto em casa, na escola, no lazer ou na sociedade que traga ao homem essa dimensão e responsabilização de ser pai. Isso é ainda mais forte em lares em que se cresce sem um pai”, pontua a antropóloga.

Além de o homem ser socialmente “liberado” da paternidade e não saber lidar com ela, a antropóloga salienta que não há dificuldades na estrutura política, social e até judiciária para que essa participação plena aconteça. Isso porque os pais são condicionados apenas ao trabalho: “Nossa legislação impede o vínculo inicial de estabelecimento de reconhecer que ele não precisa só prover, mas que também deve dar o banho, cuidar da alimentação e do sono; ou seja, dos cuidados básicos mais atribuídos às mulheres”.

Para exemplificar, ela cita os cinco dias corridos de licença paternidade que são garantidos por lei, um período muito curto para participar do início da vida da criança. Dados da Catho, plataforma que conecta empresas e candidatos, apenas pouco mais de 5% das empresas oferecem aos funcionários mais tempo de licença paternidade. Além disso, 68% dos pais no Brasil não fizeram uso da licença paternidade , segundo dados da consultoria Filhos no Currículo.

“Não temos políticas públicas ou privadas de aliança de trabalho que incentivem o exercício dessa paternidade, pelo menos nesses cinco dias. Me pergunto qual associação de RH de empresa sabe que um colaborador homem não tirou a licença”, indaga a antropóloga, emendando que essa é uma das razões pelas quais o homem passa a engajar mais na criação dos filhos a partir dos dois anos.

Em lares onde o homem é o único provedor material, há menos tempo de engajamento nos cuidados básicos do filho. “Esse contato é restringido por jornadas de trabalho extensas, cumpridas em situações degradantes. Por isso, esse homem vai realmente acreditar que a sua função de pai está em garantir a materialidade àquela criança, excluindo-o do cuidado e de outras atividades”.

Sobrecarga em mulheres

Sociedade naturaliza cuidados principais para as mães e função de provedor para os pais, o que amplifica as desigualdades de gênero
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Sociedade naturaliza cuidados principais para as mães e função de provedor para os pais, o que amplifica as desigualdades de gênero

Por outro lado, a estrutura patriarcal reforça para as mulheres, ao longo de toda a vida, que elas serão as principais responsáveis pelos cuidados básicos e pelo engajamento emocional dos filhos. Para o homem, é empurrada a responsabilidade financeira.

Adriana Drulla, mestre em psicologia positiva e especialista em parentalidade consciente, aponta que esse arranjo social causa desgaste físico e emocional intenso. Drulla alerta que essa sobrecarga resulta em altos índices de Síndrome de Burnout Materno. “Essa mulher assume muitos papéis e muitas obrigações e isso, obviamente, acaba prejudicando a saúde mental e a capacidade dela de cuidar de si mesma ou mesmo de outro ser humano, como o próprio filho”, salienta a especialista.

Por serem impostas desde a infância para o papel dos cuidados, essas mulheres sentem que não são permitidas a errar ou pedir ajuda, por exemplo. Isso resulta na sensação de “não dar conta”. Segundo o Instituto On The Go, só no Brasil, 51% das mães afirmam sentir culpa na maternidade por não conseguirem atingir a perfeição esperada delas.

“Se pensa que a mulher é naturalmente mãe ou que é uma tarefa intuitiva. Essa crença é uma das razões pelas quais as mulheres sofrem tanto, por exemplo, de depressão pós-parto. Elas se sentem inadequadas por acreditarem que precisam nascer sabendo, o que é uma grande ilusão”, afirma.

Uma nova paternidade

A pesquisa “Retrato da Paternidade no Brasil”, divulgada no último mês pela Grimpa e feita sob encomenda do Grupo Boticário, mede o impacto que os pais têm na educação infantil. Os dados priorizam pais de 25 a 55 anos com filhos de 5 a 15 anos, de classes sociais ABC.

O levantamento aponta que 90% deste grupo sentem a necessidade de ter cuidados diários quanto à educação e que devem ser compartilhados igualmente entre os responsáveis. Além disso, 56% deles querem ser um exemplo positivo para os filhos. Esse desejo impactou, por exemplo, no desejo de perpetuar a equidade de gênero e o respeito às diversidade.

Como exemplo, houve uma redução de 50% no uso da frase “seja homem” e de 36% quando se trata dos dizeres “menino não chora” – o que pode encorajar a liberdade dos filhos de expressarem os próprios sentimentos. Por fim, 69% relatam que explicam aos filhos que as diferenças sociais entre homens e mulheres existem e que é necessário minimizá-las.

“Nessa medida, há uma preocupação e um cuidado com as próprias atitudes, pois os pais se auto percebem como inspiração e influência no comportamento dos filhos, bem como na formação dos seus valores”, afirma Marisa Camargo, diretora de pesquisa da Grimpa. “O ganho disso é incomensurável. Há menos exigência de comportamentos dentro de padrões e a valorização de cada ser humano como indivíduo, com a possibilidade de expressar integralmente suas potencialidades independentemente de gênero, raça, sexualidade etc.”, acrescenta.

Camargo salienta que criar espaços de discursos e de atitudes que buscam impedir a perpetuação de conceitos antigos, bem como a abertura de espaço para que os filhos questionem e falem o que pensam, são atitudes que podem fazer a diferença e impactar na diminuição da desigualdade de gênero, por exemplo.

“As mudanças implicam em um esforço conjunto, em que os pais podem assumir um papel de agente transformadores. Ter uma postura criteriosa e questionadora sobre as próprias ações é fundamental para minimizar as diferenças que ainda perduram. Essa transformação está em expansão, mas há muito a ser conquistado”, salienta.

Do ponto de vista das relações cotidianas, Camargo aponta que os pais devem sair da posição de coadjuvante para serem protagonistas. “Compartilhar experiências, pensamentos, emoções e sua subjetividade são mudanças de atitude, uma transformação de postura, em que todos saem ganhando.”.

No entanto, Couto afirma que também é preciso que haja mudanças não apenas subjetivas, mas estruturais, como as mudanças de políticas de instituições públicas e privadas e da forma como se enxerga a paternidade – principalmente, deixando de acreditar que prover financeiramente é o sinal prioritário da participação.

“A estrutura patriarcal ainda precisa ser muito debatida para que esses homens possam se sentir menos culpados a prover materialmente e mais implicados no cuidado direto – algo que eles precisam aprender com as mulheres”, finaliza a antropóloga.

Fonte: IG Mulher

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Ane Macedo: pais são essenciais no desenvolvimento dos filhos

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Pais são essenciais para o crescimento e desenvolvimento de seus filhos
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Pais são essenciais para o crescimento e desenvolvimento de seus filhos

O Dia dos Pais é um dos momentos de mais movimentação nas lojas. Contudo, o principal do dia é a comemoração da relação entre pais e seus filhos. Essa relação tem muita importância na vida de qualquer um, segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), cerca de 56,9 mil crianças nasceram neste ano sem que tivessem o nome de um pai registrado em suas certidões de nascimento, o número é um recorde histórico.

O número assusta, não apenas pelo número de mães que vão criar seus filhos sozinhas, mas também pelo efeito que a ausência de uma figura paterna terá nessas crianças, uma vez que a presença de um pai é importante para o emocional e psicológico do ser humano.

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A relação com a mãe, para muitos especialistas, é considerada essencial para o desenvolvimento de uma criança. No entanto, as relações paternas também são um elemento importante na criação de uma criança. A relação com o pai tem diversos benefícios sociais. A presença paterna atuante influencia a vida do filho. Estudiosos do assunto reforçam a necessidade do envolvimento do pai, pois construir e alimentar um bom relacionamento entre pai e filho faz muito bem para a criança e também para o adulto.

Os deveres de ser pai

O dever de um pai é estar presente na vida do filho, criar uma relação de confiança e disponibilidade, estando lá para ajudar, sempre que possível. A criança pode ser impactada tanto positivamente quanto negativamente de acordo com a relação que tem com os pais. Quanto mais próxima e baseada na confiança e respeito for essa relação é melhor. Dessa forma a criança aprende mais rápido a ter autoconfiança, respeito por si e pelos outros, e entende melhor seu papel na sociedade.

Para a criança, o pai deve ser visto como um lugar seguro para desabafar, conversar ou pedir ajuda sem ser julgado. Conversar, fazer elogios, refletir sobre os erros, partilhar interesses comuns, transmitir conhecimentos, são algumas atitudes que devem estar presente na relação pai e filho. É importante entendermos que, depois do nascimento, a criança precisa dos pais para ter apoio emocional e psicológico, o que perdurará por toda a sua vida.

Benefícios da paternidade 

Alguns pais têm dificuldade em se relacionar com seus filhos, muitas vezes sentem que os filhos estão distantes e acabam perdendo parte do crescimento do filho, porém é importante buscar estar presente. É importante o pai amar seu filho e deixá-lo saber disso em qualquer situação. Aceitar as particularidades de cada um e conversar bastante. Desenvolver uma rotina e compartilhar hobby também é uma excelente opção para criar uma conexão ainda mais forte.

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Logo, a relação com o pai tem muita importância no crescimento de uma criança, ensinando e dando exemplo para o filho, além de criar memórias que duram para o resto da vida. Um bom relacionamento entre pais e filhos, portanto, é fundamental para a criança crescer com segurança, confiança e autonomia. Dessa maneira, ela aprende a ter respeito ao próximo e a identificar o que realmente importa. Além disso, a relação familiar vai influenciar diretamente os valores das próximas gerações.

Fonte: IG Mulher

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