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Brasil ignora cúpula em que China oferece R$ 1 bilhão em crédito para vacina

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Brasil Econômico

Brasil ignora cúpula em que China oferece R$ 1 bilhão em crédito para vacina
Rovena Rosa/Agência Brasil

Brasil ignora cúpula em que China oferece R$ 1 bilhão em crédito para vacina

O governo brasileiro faltou a um encontro entre chanceleres latino-americanos e a China, em julho do ano passado, em que foi discutido uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para países latino-americanos tivessem acesso aos imunizantes. A informação é do jornalista Jamil Chade, do portal Uol.

Naquele momento, segundo o jornalista, a ausência do Brasil causou incômodo no meio científico. No Instituto Butantan, a opção do país foi alvo de críticas. Segundo a coluna, ainda, o governo chinês recebeu a notícia como uma falta de interesse do Brasil no acesso aos imunizantes.

A reunião contou com os chanceleres da Argentina, Colômbia, Peru, Chile, Uruguai, Barbados, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, Panamá e Trinidad e Tobago.

O governo do Equador confirmou que na época o encontro serviu para que Pequim acenasse com dinheiro para vacinas.

“China expressou seu desejo de contribuir de maneira direta com os países da América Latina, para os quais informou que entregará US$ 1 bilhão em créditos que irão ao acesso de vacinas e medicamentos”, explicou o Ministério de Relações Exteriores de Quito.

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Economia

Governo limita até R$ 70 mil isenção do IPI na compra de carro adaptados

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Imposto será isento para carros adaptados com valores até R$ 70 mil
SAMUEL AGUIAR / O TEMPO

Imposto será isento para carros adaptados com valores até R$ 70 mil

O presidente Jair Bolsonaro  limitou a isenção do Imposto de Produtos Industrializados (IPI) na compra de carros adaptados . Agora, pessoas com deficiência poderão adquirir um veículo de até R$ 70 mil para não pagarem o imposto. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na segunda-feira (01) e faz parte da Medida Provisária que reduz benefícios para aumentar a arrecadação Federal,  após Bolsonaro zerar a alíquota de PIS/Cofins para o diesel e gás de cozinha .

A decisão vai à contramão dos pedidos de entidades e associações, que solicitavam o aumento da abrangência do benefício. Antes, não havia limitação de valor para compra de veículos adaptados, o que beneficiava marcas de luxo e grandes montadores.

Na análise de diretores e gerentes de concessionárias, será impossível oferecer produtos de qualidade para pessoas com deficiência com a limitação do valor. Uma pesquisa feita pelo Portal iG aponta que a maioria dos veículos adaptados custam acima de R$ 70 mil.

O Governo também aumentou o prazo para renovação do benefício de 24 para 48 meses. Com isso, consumidores com deficiência só poderão trocar de carro a cada quatro anos.

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Alternativa para manter arrecadação

Tributar a compra de carros adaptados acima de R$ 70 mil é uma das alternativas do Governo Federal para manter a arrecadação após anunciar que irá zerar a alíquota de PIS/Cofins para o diesel e gás de cozinha. Na MP assinada na segunda-feira, Jair Bolsonaro também aumentou tributos para bancos e serviços financeiros .

A medida provisória é uma tentativa do Palácio do Planalto em agradar caminhoneiros, que protestam os sucessivos aumentos nos combustíveis. O último, foi anunciado pela Petrobras na segunda-feira e reajusta a gasolina em 4,8% e o diesel em 5% .

O benefício terá duração de dois meses, mas o Governo já se movimenta na busca de reduzir o preço nas bombas. O Ministério da Economia estuda a criação de um fundo estabilizador , ou seja, uma reserva em caso de forte crescimento nos valores.

Membros do Palácio do Planalto, como o vice-presidente Hamilton Mourão, aprovam a iniciativa. No entanto, o mercado financeiro se preocupa com a recepção do fundo estatal pelos investidores, que poderá ser vista como uma tentativa de interferência na política de preços da Petrobras. 

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Economia

Emplacamento de automóveis e de veículos leves tem queda de 17,85%

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As vendas de automóveis e veículos comerciais leves (como picapes e furgões) registraram queda de 17,85% em fevereiro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2020 e caíram 2,66% em relação a janeiro, com o emplacamento de 158.237 unidades. Os dados foram divulgados hoje (2), em São Paulo, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Quando se somam caminhões e ônibus novos às vendas de automóveis e veículos comerciais leves, a queda foi de 16,71% na comparação anual e de 2,20% na comparação mensal, com o emplacamento de 167.384 unidades.

Já quando se considera o emplacamento de todos os segmentos automotivos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), a retração foi de 17,48% na comparação com fevereiro do ano passado, com a comercialização de 242.080 unidades. Já na comparação com janeiro deste ano, o recuo foi de 11,68%.

Argumentação

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a falta de componentes para normalizar a produção e o aumento de casos de covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus] podem explicar a retração. 

“Na indústria, mesmo com os esforços das montadoras para aumentar a produção, a falta de disponibilidade de peças e componentes ainda persiste, fazendo com que algumas fábricas tivessem de paralisar, temporariamente, a produção em fevereiro, afetando, de forma importante, a oferta de produtos. Além disso, o aumento dos casos de covid-19, o que provocou o retrocesso da abertura do comércio em várias cidades, também contribuiu para a queda de vendas do mês de fevereiro”, disse.

Outro problema que, segundo ele, ajudou a provocar o recuo nas vendas foi o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no estado de São Paulo.

“Os preços dos veículos, tanto novos quanto usados, ficaram mais caros em São Paulo, em função do aumento de alíquota do ICMS, que passou de 12% para 13,3% para veículos novos e de 1,8% para 5,53% para usados, tornando os negócios das concessionárias e lojistas quase que impraticáveis”, finalizou.

Edição: Kleber Sampaio

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