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Política Nacional

Braga Netto vai coordenar os ministros, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro elogiou o novo ministro-chefe da Casa Civil, general Walter Souza Braga Netto, ao comentar sobre as trocas em ministérios anunciadas nesta quinta-feira (13). Durante sua live semanal, transmitida no Facebook, Bolsonaro dirigiu-se diretamente ao general para dizer que a principal tarefa dele será a de coordenar a atividade dos demais ministérios.

“O general Braga Netto tornou-se uma pessoa conhecida por ocasião da sua intervenção no Rio de Janeiro, na questão de segurança pública. Foi interventor na segurança pública do Rio de Janeiro, fez um excepcional trabalho, conseguiu recursos para aparelhar as forças de segurança lá no Rio de Janeiro e, de certa forma, baixou a temperatura da criminalidade. (…) Então, bem-vindo Braga Netto, muito obrigado por você ter aceito esse convite. E, para você também, não deixa de ser mais um desafio, você sai da parte bélica e vai para a  burocracia”, disse o presidente. 

Segundo Bolsonaro, a missão mais importante de Braga Netto na Casa Civil é coordenar, conversar com os ministros, buscar soluções. “Eu falo muito em se antecipar a problemas. Em havendo qualquer coisa que possa não dar certo, que pode acontecer, que o ministro, às vezes, tem algum problema, e ele está lá pra ajudar e se antecipar a esses casos que possam não beneficiar a administração”, disse. 

As trocas do comando de ministérios foi confirmada mais cedo por Bolsonaro, em uma postagem no Twitter. Segundo ele, as nomeações serão publicadas na edição desta sexta-feira (14) do Diário Oficial da União. Além de Braga Netto, que assumirá a Casa Civil, o atual ocupante do cargo, Onyx Lorenzoni, será transferido para o Ministério da Cidadania, no lugar de Osmar Terra, que é deputado federal e reassumirá o mandato na Câmara. 

“Nós fizemos uma pequena reforma ministerial, nenhum ministro saindo por qualquer problema”, ressaltou Bolsonaro. O presidente também elogiou o trabalho de Osmar Terra e disse que ele cumprirá “uma missão” no Congresso Nacional, sem dizer qual. A posse de Braga Netto e Onyx Lorenzoni está marcada para terça-feira (18), no Palácio do Planalto, às 15 h. 

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Live de quinta-feira, sobre os fatos da semana, com o Presidente Bolsonaro – Live _Presidente Bolsonaro 13 /02/2020

Agenda 

O presidente Jair Bolsonaro cumpre agenda no Pará, nesta sexta-feira (14), onde vai participar da cerimônia de inauguração da pavimentação de um trecho da BR-163, na altura do quilômetro 163, às margens da rodovia, próximo à hidrelétrica do Rio Curuá. 

A obra foi executada por dois batalhões de engenharia e construção do Exército, que resultou no asfaltamento dos últimos 51 quilômetros da rodovia, que é a principal ligação do Mato Grosso com o porto de Miritituba (PA), importante ponto de escoamento da produção agrícola da região. 

No sábado, o presidente estará no Rio de Janeiro, onde participa da inauguração de outra obra, a alça de ligação da Ponte Rio-Niterói com a Linha Vermelha. Segundo a Ecoponte, concessionária que administra a ponte, o trecho que tem 2,5 quilômetros de extensão e deve beneficiar 15 mil motoristas que circulam diariamente pela região. A partir de agora, os carros não precisam mais acessar a Avenida Brasil para trafegar entre a ponte e a Linha Vermelha. 

Ainda no sábado, Bolsonaro deve participar de um evento evangélico organizado pelo missionário RR Soares, no Aterro do Flamengo, também na capital fluminense. 

Edição: Fábio Massalli

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Política Nacional

Congresso realizará sessão em 16 de dezembro para votar LDO e vetos

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Leonardo Sá/Agência Senado
Brasília - monumentos e prédios públicos - fachada do Congresso nacional - Câmara dos Deputados - Fachada do Congresso Nacional, a sede das duas Casas do Poder Legislativo brasileiro.
Em sessão do Congresso, deputados e senadores votarão a Lei de Diretrizes Orçamentárias

Será realizada em 16 de dezembro sessão conjunta do Congresso Nacional para analisar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021. A pauta também incluirá 22 vetos presidenciais.

A sessão foi marcada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que fez o anúncio por meio de seu perfil no Twitter.

Mais informações a seguir

Da Redação
Edição – Pierre Triboli

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Política Nacional

Com mais vereadores do que Doria, Covas terá de brigar por maioria na Câmara

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Bruno Covas no debate da Band do 2º turno
Patrícia Cruz/Divulgação

Bruno Covas (PSDB) foi eleito para mais quatro anos de mandato

O eleito para o comando da Prefeitura de São Paulo Bruno Covas (PSDB), vai ter mais vereadores na Câmara Municipal  dos partidos que fazem parte de sua coligação do que teve seu antecessor e padrinho político João Doria (PSDB). O aumento de aliados no Legislativo subiu de 23 para 25, em um total de 55 parlamentares. Vale lembrar que Doria deixou o cargo de prefeito para disputar as eleições para governador em 2018.

Apesar do aumento, Covas ainda vai precisar negociar com uma oposição – que ganhou força nessas eleições – para que as pautas de seu governo avancem a partir de janeiro de 2021.

Além do próprio PSDB, que elegeu oito vereadores, fazem parte da base de apoio do prefeito eleito o MDB, partido de seu vice Ricardo Nunes e que teve três vereadores eleitos, DEM (6), Podemos (3), PL (2), PP (1), PSC (1), PV (1), Cidadania (nenhum), PTC (nenhum) e Pros (nenhum).

O PSOL, por exemplo, que tradicionalmente faz oposição a governos tucanos, elegeu seis vereadores este ano. Em 2016, os vereadores eleitos pela sigla foram dois. Junto com o PT, que levou oito de seus candidatos à Câmara, um a menos que em 2016, a oposição forma um grupo de 14 parlamentares.

Mais partidos, menos vereadores

Para este ano, Covas montou uma coligação com 11 partidos. Há quatro anos, o ex-prefeito João Doria tinha 13 legendas aliadas. Mesmo com um número de siglas maior, o número de vereadores eleitos em 2016 foi menor.

Os partidos que se aliaram ao atual governador foram DEM, que elegeu quatro vereadores, PSB (3), PV (2), PTN (1), PP (1), PHS (1), PMB, PPS, PSL, PT do B, PRP e PTC — todos sem nenhum vereador eleito.

Em compensação, PT e PSOL juntos também tinham menos representantes, com nove e dois parlamentares, respectivamente, somando 11 vereadores.

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