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Botelho reafirma apoio e destaca projetos e alinhamento de Roberto França e Mauro Mendes

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Presidente da AL lembrou projetos de Roberto França enquanto prefeito de Cuiabá

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), reuniu ontem (10) à noite, mais de 600 apoiadores em apoio ao candidato da coligação Todos por Cuiabá (Patriota/DEM e PSD). “Eu tenho muito orgulho de apoiar Roberto França, um dos melhores prefeitos da história da Capital, um homem que podemos bater no peito e dizer: esse eu conheço, é experiente, é honesto e já mostrou sua competência duas vezes como prefeito”.

Botelho destacou a trajetória vitoriosa de Roberto França, que há quase 50 anos trabalha para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e especialmente dos segmentos mais carentes e que dependem do apoio do setor público. “E agora com o apoio do nosso governador Mauro Mendes, fará uma parceria vitoriosa para trazer mais melhorias à Capital”, disse Botelho.

“Roberto cuidou dos mais necessitados, foi quem olhou pelos que precisam de proteção como as crianças e adolescentes com o projeto Siminina e o Bom de Bola Bom de Escola, o prefeito que cuidou dos portadores de necessidades, dos idosos e das mulheres. Quantos estudantes se formaram graças ao Passe Livre criado por Roberto França. Foi ele que valorizou o movimento comunitário, as associações de moradores que estão no dia-a-dia defendendo o cidadão. Por tudo isso eu tenho muito orgulho e satisfação de apoiar Roberto, homem honesto e trabalhador que até hoje trabalha como apresentador de TV, prova de que nunca se corrompeu. Esse eu garanto. É honesto e experiente”, finalizou.

Roberto França agradeceu a grande manifestação de apoio organizada por Botelho, a maior já realizada nestas eleições – com todos os participantes de máscara e distanciados, em respeito aos protocolos de saúde. “Botelho é a grande revelação da política nos últimos anos, campeão de votos nas duas últimas eleições, e reconduzido à presidência da Assembleia para um segundo mandato no comando da Casa. Isso sem nunca ter sido candidato antes, depois de uma carreira vitoriosa como professor e empresário. Legislador ativo, equilibrado, conciliador e compromissado com os interesses da Capital. É meu amigo sincero e leal, o mesmo homem simples e humilde antes e depois das eleições”.

Roberto reafirmou sua certeza de que estará no segundo turno. “A única e verdadeira pesquisa é a que acontece no dia 15 e o 51 vai vencer, para encerrar o período de maior corrupção na prefeitura de Cuiabá, com um prefeito flagrado enfiando propina no paletó e com quatro secretários afastados e um preso por denúncias de corrupção. E o que é mais importante, vamos resgatar os projetos sociais que foram abandonados pela atual gestão”, disse França.

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1 comentário

1 comentário

  1. O ATALAIA disse:

    O alinhamento visto por Botelho, ao que tudo indica, so vai durar enquanto estiver em campanha, pois, uma virada, com possibilidades de segundo turno é quase impossível. E essa realidade deve ser analisada com vistas avaliar se a participação de MM foibenéfuca ou se foi funesta e daí concluir se a rusga com os servidores estaduais contribuiu para onresultado das urnas.

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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