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Botelho participa de entrega de alimentos para moradores do Pedra 90

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Foto: Helder Faria

Mais 1,5 mil famílias de baixa renda foram beneficiadas com cestas básicas, nessa terça-feira (25), no bairro Pedra 90, em Cuiabá. O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (DEM), participou da entrega, junto com a primeira-dama do estado, Virgínia Mendes, e destacou a importância da parceria do governo com a Assembleia para levar alimentos à mesa de quem mais precisa.

Moradora do Pedra 90 há 15 anos, a dona de casa Roseni Pereira tem dois filhos e o marido está desempregado. “A cesta vai nos ajudar bastante”, disse emocionada. Em situação semelhante, a cunhada de Roseni, Keila Campos, também pode levar os alimentos pra casa. Assim, como a jovem Maria Silva, desempregada e mãe de três filhos. “Fico feliz em levar esse alimento para meus filhos”.

De acordo com a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Rosamaria Carvalho, neste ano serão entregues 534 mil cestas básicas, com kit higiene, através do programa Vem Ser Mais Solidário. Em 2020 foram 330 mil. No Pedra 90, o cadastro dos beneficiados foi feito pela Associação de Moradores, que é presidida pelo líder comunitário Marcos Baiano.

Édio Martins, secretário de Assuntos Comunitários, falou sobre parceria que promove a assistência social. “A Assembleia é sempre parceira nas ações do governo do estado, recentemente repassou R$ 10 milhões para o Ser Família, que atende 100 mil famílias em Mato Grosso. Nesse ano, vamos atender mais de 500 mil famílias, nos grandes polos periféricos, através das associações, dos Clubes de Mães, Centros Espíritas e grupos religiosos. Também ajudamos as entidades que atendem pessoas internas, que retiram os alimentos diretamente na Arena Pantanal”, explicou Martins.    

Botelho lembrou os investimentos feitos pelo governador Mendes e que promoveram melhorias ao bairro Pedra 90, como asfalto, calçadas e escolas. Além de investimentos que estão consolidando a entrega de títulos definitivos de propriedades, o sonho da população. “Quero parabenizar a primeira-dama Virginia por este ato social que ajuda essas famílias, muitas pessoas que não têm emprego e precisam desse apoio do governo, da Assembleia e todos nós! Também trabalhamos pela regularização fundiária e os moradores receberão o documento registrado em cartório”, afirmou Botelho.

Ao entregar algumas cestas para as donas de casa, a primeira-dama Virginia Mendes destacou o carinho que o governador Mauro Mendes tem pelo bairro Pedra 90. Também enfatizou o trabalho da ALMT às causas sociais. “Quero agradecer o nosso deputado Botelho que também não mede esforços para trabalhar pela população. O governo está sempre de portas abertas para ajudar à população”, finalizou.  

Fonte: ALMT

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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