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Botelho participa da entrega de auxílio emergencial para famílias de baixa renda do Pedra 90

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Famílias de baixa renda do bairro Pedra 90 receberam os cartões do auxílio emergencial, no valor de R$ 150, do programa Ser Família Emergencial, do Governo do Estado. Nesta sexta-feira (30), na cerimônia de entrega do auxílio, o primeiro-secretário da Mesa Diretora da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM), destacou a importância do programa e assegurou empenho para novas ações que amenizem o sofrimento dessas famílias, especialmente, no momento em que enfrentam a pandemia. Também reafirmou a necessidade de se manter os cuidados para conter a proliferação da Covid-19.

“Vamos buscar mais ações para ajudar. Precisamos fazer mais pelo nosso povo, vamos ter esperança de dias melhores. Também peço que continuem se cuidando porque a doença [Covid-19] ainda não acabou. É preciso que cada um faça a sua parte, mantendo o distanciamento social, higienizando as mãos e usando máscaras”, disse Botelho.

Além do Pedra 90, famílias de mais oito bairros de Cuiabá receberam hoje os cartões do auxílio Ser Família Emergencial, projeto lançado pelo governador Mauro Mendes (DEM) e a primeira-dama Virginia Mendes, aprovado pela ALMT, beneficiando 100 mil famílias de Mato Grosso, durante três meses. O programa conta com o aporte de R$ 45 milhões, sendo R$ 35 milhões provenientes da Fonte 100 do Executivo e R$ 10 milhões da Assembleia Legislativa.

Para Botelho, essa é mais uma importante ferramenta para ajudar milhares de cidadãos a enfrentar as dificuldades causadas em decorrência da pandemia e reforça a necessidade do trabalho em conjunto pela geração de emprego e renda. Principalmente, a participação dos grandes produtores rurais, em projetos como o Ser Família, pois alerta que é inadmissível que pessoas passem fome num estado de produção agropecuária pujante como Mato Grosso, mas com a concentração de renda para poucos. Também destaca que o auxílio ajuda, sobremaneira, a movimentar feiras e os pequenos comércios.

“A pandemia trouxe muitas dificuldades, transtornos para a saúde e muitas vidas mato-grossenses foram perdidas. O Ser Família Emergencial veio de uma preocupação da Virginia em não deixar essas famílias desamparadas. Neste momento o Governo faz um esforço grande para ajudar quem precisa – a população carente, os pequenos, micro comerciantes, criando vários programas que auxiliem na recuperação para que todos saiam firmes e fortes”, afirmou o governador Mauro Mendes.

O presidente da ALMT, deputado Max Russi também participou do evento no Pedra 90. “Este programa contribui para ajudar as pessoas, pais e mães de família que mais precisam do apoio do Estado. É por isso que a Assembleia abraçou o Ser Família Emergencial, porque sabemos que podemos fazer a diferença”, afirmou o Max Russi. (com Assessoria)

Fonte: ALMT

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1 comentário

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  1. Boa noite olha sou mae solteira tenho dois filhos de 18 anos e 14 anos estou desempregada nao tenho pençao das crianças nao tenho nenhum ganho extra p nao passar mos fome pego lotes p capinar e muita das vezes nao encontro por causa da pandemia pago 400 d aluguel esta muito dificil porq no ano de 2020 nao recebi o auxilio porq ainda estava recebendo o seguro desemprego e ate meu bolsa familia foi cortado pesso pelo amor de deus q mim ajude. E q deus fala mais em vossos coraçoes e q deua os abençoe a cada dia mais

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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