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Botelho nega Senado e TCE, e quer votar aumento da alíquota previdenciária e contas de Taques esta semana

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Presidente da AL prevê agenda intensa esta semana para cumprir calendário de votações antes do recesso parlamentar

Questionado por jornalistas na solenidade de posse do conselheiro Guilherme Maluf na presidência do Tribunal de Contas do Estado, na tarde desta segunda-feira (16), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), afirmou que não é candidato ao Senado, no caso de eleição suplementar no próximo ano, e nem mesmo a uma vaga de conselheiro do TCE-MT.

“Agradeço as manifestações de apoio, mas não sou candidato ao Senado. Não estou trabalhando para isso. Esquece tudo isso. Já falei até para todos os deputados”, disse o parlamentar que prevê uma agenda corrida esta semana para o plenário das deliberações, principalmente devido a tramitação do projeto de aumento da alíquota da previdência e das contas do ex-governador Pedro Taques (PSDB).

“A reforma da previdência vai ser encaminhada para votação normal, com a alíquota de 14% para todo mundo. É isso que está caminhando. Podemos até construir outra coisa, mas no momento é isso. A proposta de escalonamento já foi abortada. A maioria dos deputados entendeu que essa proposta não é factível”, afirmou o presidente do Parlamento.

Botelho foi taxativo ao admitir que pretende votar o projeto da alíquota e as contas de Taques ainda este ano. “Espero votar este ano. Se precisar nós vamos trabalhar até sábado”, risos.

Sobre as contas do ex-governador Pedro Taques, o presidente da ALMT adiantou que desconhece o parecer da relatora do processo, a deputada Janaína Riva (MDB). “Espero votar as contas de Taques também esta semana. Não vi o parecer da deputada Janaína, mas já solicitei para apreciação em plenário”, argumentou.

Conforme Botelho, “é um direito do ex-governador Pedro Taques pedir o apoio dos deputados. É um direito democrático. Agora se o governador Mauro Mendes está pedindo pela reprovação, eu não vi nada neste sentido e isso não seria legal. Não acredito nisso”, completou.

 

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Deputado Nininho indica ao contratação de médicos formados no exterior para atender a saúde pública

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

 

 

 

Na sessão matutina desta quarta-feira (08), o deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), Nininho, defendeu, por meio de indicação ao governo do estado, a contratação de médicos formados no exterior para atender as unidades de saúde pública estaduais.

Durante sua fala na tribuna, o parlamentar citou o exemplo do Estado de Sergipe, que por meio de uma ação conjunta do Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho e do Ministério Público do Estado permitiu à Justiça conceder liminar para contratação de médicos formados em instituições de ensino estrangeiras, que ainda não passaram pelo exame Revalida, para atuar na assistência a pacientes diagnosticados com a Covid-19.

De acordo com o texto, é de conhecimento da população que os médicos formados no exterior aguardam o exame Revalida desde o ano de 2017. 

“Neste momento, Mato Grosso passa por uma situação crítica com o aumento da contaminação. Precisamos de medidas austeras para resolver o problema, a contratação temporária é uma saída”, justificou Nininho.

Nininho disse que teve uma conversa com o governador Mauro Mendes sobre a possibilidade de aplicar, em Mato Grosso, a experiência do estado sergipano, e disse acreditar que esta seja a maneira eficaz para atender e tranquilizar a população. 

“O governador me informou que Mato Grosso conta com mais 50 leitos de UTI devidamente instalados, sendo 20 no Hospital Santa Casa e 30 no Hospital Metropolitano. Nesta quarta-feira, cinco a dez leitos serão ativados na Santa Casa, o restante por falta de recursos humanos não será possível liberar, talvez a contratação dos médicos enquanto perdurar a pandemia seja a solução para atender a baixada cuiabana e se estender aos municípios polos de saúde”, ratificou o deputado.

 

Fonte: ALMT

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Quatro meses após aprovação, AL ainda não convocou delegados para esclarecer sobre suposto uso político da Defaz

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Convocação ocorreu após denúncia que o prefeito Emanuel Pinheiro protocolou junto à Mesa Diretora da ALMT

Apesar de convocação aprovada em plenário no mês de março deste ano, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa não convocou, até o momento, os delegados da Polícia Civil, Lindomar Tofoli e Anderson Veiga, para prestar esclarecimentos sobre denúncia de uso político da Delegacia Fazendária (Defaz), para prejudicar o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB). A convocação dos delegados, que já demonstraram disposição de serem ouvidos, dorme em berço esplêndido no Parlamento e pode até originar, administrativamente, prevaricação.


O delegado Lindomar Tofoli

Requerida pelo deputado Lúdio Cabral (PT), e aprovada pelos deputados, a convocação ocorreu em função de uma denúncia que o prefeito Emanuel Pinheiro protocolou junto à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa em dezembro de 2019 para que fosse investigada a informação de que o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Demerval, pressionou os dois delegados (Tofoli e Veiga), para instaurar processos investigatórios sobre uma suposta compra de votos dos vereadores para cassar o mandato do vereador Abílio Júnior (PSC).

O fato teve origem com um boletim de ocorrência feito pela servidora da Secretaria Municipal de Saúde, Elizabete Maria de Almeida, na  Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). No documento, a servidora do Hospital São Benedito narrou suposto ato de corrupção, citando na ocorrência o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e envolvendo ainda os vereadores Juca do Guaraná (MDB) e Abílio Júnior (PSC).

O delegado Anderson Veiga

A servidora do hospital São Benedito chegou a revelar em depoimento junto a Delegacia de Combate à Corrupção (Decor), que teria sido induzida pelo vereador Abílio Júnior, a prejudicar o prefeito Emanuel Pinheiro. Inclusive, vídeos comprovam que a servidora, o vereador Abílio Junior e um advogado que não teve o nome revelado no processo, estavam organizando um complô para prejudicar o prefeito e parlamentares de sua base política na Câmara de Vereadores.

Em depoimento na Defaz, a servidora pública entregou as imagens da suposta reunião com Abílio e o seu celular, que contém vídeos e mensagens que comprovariam a sua versão. Ela também confessou que nunca esteve na casa do vereador Juca do Guaraná na suposta reunião em que teriam definido a cassação de Abílio Júnior, em troca de cargos e dinheiro.

 

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