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Botelho é empossado como presidente da ALMT pela 3ª vez consecutiva e destaca trabalhos no comando da Casa

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Em discurso de posse, deputado elencou conquista do Legislativo durante suas gestões [Foto – Maurício Barbant]

“Nós fizemos com que a Assembleia Legislativa chegasse ao patamar, depois daquela situação ruim que encontramos aqui em 2015, sendo o sexto Parlamento mais transparente do Brasil. Temos que continuar trabalhando para que a Assembleia chegue entre as três mais transparentes e continuar como a primeira com maior devolução de recursos”, disse o presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (DEM), durante discurso de posse na manhã desta segunda-feira (1).

“Ninguém devolveu tanto dinheiro à população, em quantidade e em proporção. Vale lembrar que os repasses a esta Casa são constitucionais e o modelo se repete em todas as demais Casas Legislativas das demais unidades da Federação. Mas nem por isso nos furtamos de fazer economia”, adiantou.

“Cortamos na pele, na carne e no osso quando preciso. Tanto que podemos falar: não há outro poder ou instituição que devolveu a sociedade, tanto em quantidade quanto em proporcionalidade, valores vivos como devolveu a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso neste período de seis anos”, disse Botelho.

“Aqui foi aprovado o pacote de medidas que promoveu o equilíbrio fiscal de Mato Grosso e a questão dos incentivos fiscais. Fruto da força-tarefa realizada pela Assembleia Legislativa e hoje já rende bons resultados”, observou.

Botelho disse que não tem informações se outro estado atuou neste sentido. “Provavelmente somos a instituição que mais atuou neste sentido em todo o Brasil. Com isso contemplamos a saúde, educação, segurança, agricultura e outras áreas, com recursos provenientes das ações internas da casa”, disse.

“No campo da saúde, mesmo sem saber que viria pela frente uma pandemia, quando entramos, uma das primeiras ações foi adquirir com recursos próprios 141 ambulâncias que ainda rodam pelas estradas deste estado salvando vidas. Ações junto a Santa Casa e a hospitais públicos e filantrópicos para não deixar fechar, adquirir equipamento, e melhorar funcionamento”, elencou.

Para completar, Botelho disse que “agora na pandemia estamos presentes em todos os momentos. Cito os projetos de lei sobre o coronavírus. Os cortes profundos na funcionalidade normal da ALMT para economizar e assim poder devolver R$ 30 milhões ao governo para investir exclusivamente no combate à pandemia. Foram destinados R$ 10 milhões para ampliação do Hospital Metropolitano de Várzea Grande, onde estão disponibilizados mais 210 leitos, sendo 180 enfermarias e 30 UTI´s, isso só nos primeiros trinta dias de pandemia”.

 

 

 

 

 

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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