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Botelho diz que é preciso valorizar e incentivar empresas que cumprem tarefas sociais

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) destacou a importância do Certificado de Responsabilidade Social, selo que reconhece às empresas que cumprem as chamadas ‘cláusulas sociais´. A 14ª edição foi realizada nesta quinta-feira (14), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

De iniciativa do Poder Legislativo Estadual, o Certificado de Responsabilidade Social é o reconhecimento às empresas que desenvolvem ações voltadas à proteção do meio ambiente; do desenvolvimento humano com projetos sociais em comunidades carentes; incentivos aos funcionários com capacitação e aprimoramento.

Conforme Botelho, responsabilidade social é quando as empresas decidem, voluntariamente, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo. Que implica a noção de que uma empresa não tem apenas o objetivo de fazer lucro, ou seja, além de trazer benefício financeiro às pessoas que trabalham nela, também contribuem socialmente para o desenvolvimento do seu meio.

“O que é responsabilidade social? É uma ação muito importante. É a empresa não visar somente lucro. Mas também ter responsabilidade com o meio ambiente, sobre as pessoas que vivem em sua sociedade, sobre ações que ajudam a reduzir o número de pessoas que vivem na extrema pobreza. Então, toda essa responsabilidade é dos empresários. E essas empresas certificadas vêm fazendo o seu papel. Hoje, nós do poder legislativo estamos entregando esse certificado às empresas que realmente vêm contribuindo para termos uma sociedade mais humana, mais justa para todos”, afirmou Botelho.

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E discursou: “Desta forma, a responsabilidade social muitas vezes envolve medidas que trazem novas e boas práticas sociais, traz cultura e melhorias nas condições econômicas e sociais das pessoas. Neste ponto quero emprestar uma frase do educador Paulo Freire que dizia: “Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso. Amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade”. O que vocês estão praticando pode ser chamado de amor ao próximo”, reconheceu o presidente Botelho.

O coordenador da Comissão Mista de Responsabilidade Social de Mato Grosso, Sérgio Ricardo Inoui, explicou o processo de avaliação das empresas. Disse que as interessadas precisam estar atentas à publicação do edital no site WWW.al.mt.gov.br sobre as regras para concorrerem. Com a apresentação do Balanço Social; relatório das atividades contabilizadas no Balanço Social; declaração da não utilização do trabalho escravo ou infantil, dentre outras exigências. A partir daí a comissão faz a análise.

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“Cumprindo todos os requisitos essas empresas são habilitadas com o Certificado de Responsabilidade Social e podem utilizar o selo por um ano referente ao período em que foi certificada. É o reconhecimento às empresas que realizam atividades além das leis estabelecidas, de que realmente são responsáveis de forma socioambiental para com seus funcioná

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TSE retoma julgamento que pode resultar na cassação da senadora Selma Arruda nesta terça-feira

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Voto do relator foi pela perda de mandato da senadora

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta terça-feira (10), o julgamento que pode levar a cassação do mandato da senadora Selma Arruda (Podemos), eleita pelo PSL. Gastos não declarados durante a campanha, pela senadora, teriam infringido as normas eleitorais vigentes, alega a acusação.

Um dos advogados que denuncia essas irregularidades é José Eduardo Cardoso, que já foi ministro da justiça. “Quando eu vi as provas vindas de uma pessoa que como magistrada tinha uma postura rigorosa, eu imaginei que essa magistrada se condenaria se ela fosse ré com as provas que tem. Ninguém está acima da lei. Ninguém pode defender as leis para os outros e não cumpri-las para si”, diz o advogado.

A senadora Selma Arruda, da tribuna do Senado, na semana passada, se defendeu argumentando que estão tentando imputar um crime que ela  não cometeu. “Eu agi de forma independente desde o dia em que decidi largar o judiciário, porque eu vi que não funcionava. E vim para cá para tentar mudar as coisas, mudar a legislação. Eu confio que aqui vamos ter o julgamento isento, menos perseguidor. Eu não vou permitir que uns e outros venham dizer que eu tenho que usar tornozeleira”, disse Selma Arruda.

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O voto do ministro Og Fernandes, relator do processo no TSE, foi pela manutenção da cassação da senadora. O ministro disse que ocorreu propaganda e gastos fora do período eleitoral e que a cronologia dos pagamentos e peças publicitárias mostram que a senadora tinha conhecimento pleno das irregularidades. E que teve vantagens que os concorrentes jamais conseguiriam superar, a menos que tivessem também optado pela antecipação de campanha.

Além de pedir a cassação de Selma Arruda e do suplente Gilberto Possamai, Og Fernandes pediu a inelegibilidade por 8 anos da senadora e do suplente, e a realização de uma nova eleição em Mato Grosso para o Senado.

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Seis senadores gastaram R$ 200 mil com querosene para aviões; dois de MT na lista

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Os senadores Wellington Fagundes e Jaime Campos, na lista dos senadores que mais gastaram dinheiro público com querosene para aviões

Levantamento do site Metrópoles mostra os senadores mato-grossenses Wellington Fagundes (PL) e Jaime Campos (DEM) na lista dos senadores que mais gastaram dinheiro público com combustível para avião desde fevereiro de 2019 até o início do mês de dezembro. Conforme o levantamento, somente um grupo de seis vereadores gastou quase R$ 200 mil (R$ 197.032)

Wellington ficou em segundo lugar no “ranking”, tendo usado R$ 32.365,50 somente com o combustível. Jaime Campos (DEM) aparece na quinta colocação em gastos com querosene de aviação, somando R$ 8.841,60.

O parlamentar que mais gastou com o combustível foi Ciro Nogueira (PP-PI), responsável por 53,51% do valor total. Ele abasteceu 24 vezes e desembolsou R$ 105.438,09.  José Maranhão (MDB-PB), com R$ 23.014,89, ficou em terceiro lugar, seguido pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que gastou R$ 22.886,67; Jaime Campos e, Angelo Coronel (PSD-BA), R$ 4.485,25.

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O valor total desembolsado pelos congressistas é equivalente, por exemplo, ao gasto de uma viagem do Rio de Janeiro a Paris, com 320 pessoas, em um Boing 777-200. O cálculo feito leva em consideração o FOM (Flight Operation Manual) do Boeing 777, caso ele pese 420 mil libras em uma altitude de 39.000 pés, a média de um voo de cruzeiro.

Por meio de nota, Wellington Fagundes informou que a cota utilizada está dentro do limite permitido e foi destinada para deslocamentos aéreos em trechos que não possuem oferta de voos regulares, “para cumprimento de agenda parlamentar”.

“O uso de sua aeronave (EMB-810 C – Seneca II) se faz necessário, visto que Mato Grosso (com 900 mil km quadrados de extensão) é um Estado onde as distâncias entre alguns municípios podem superar mil quilômetros”, afirmou.

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