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Política MT

Botelho destaca vacina e cenário econômico durante cerimônia da 3ª Sessão Legislativa

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A primeira sessão de abertura dos trabalhos em Plenário da Assembleia Legislativa, da 3ª Sessão Legislativa, nesta terça-feira (2), foi marcada pela esperança do trabalho em conjunto entre os poderes para a viabilização da vacina contra a Covid-19. Otimistas, as autoridades presentes também destacaram o cenário econômico de Mato Grosso, que apresenta superávit mesmo diante da pandemia que assola o mundo.

Com a presença do governador Mauro Mendes (DEM), o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM) reafirmou o compromisso de ajudar o governo nas ações em benefício da população. Disse que o ano novo renova as esperanças com a chegada da vacina e de o estado progredir com os investimentos por meio do Mais MT, que consolidará obras em diversos setores, resultado da atuação da Casa de Leis que aprovou o pacote de medidas para a retomada do crescimento.  

“A força deste Parlamento, o trabalho incansável dos deputados que culminou na aprovação de projetos dando condições de o governo fazer esse trabalho de transformação. Vemos também a economia pujante, atravessamos as dificuldades graças à força produtiva desse estado. Esperamos que continue assim, como a chegada da ferrovia, para que possamos trazer progresso, gerar empregos; tornar Mato Grosso produtor de matéria-prima e também de industrialização. É com essa certeza que a Assembleia Legislativa vai continuar sendo o centro do debate, vai continuar ajudando o estado a ser o centro do desenvolvimento. Desejo um ano de muito trabalho, sucesso e benção para todos”, afirmou Botelho.

Ele defendeu a harmonia entre os poderes e citou a mensagem feita pelo governador pautada na aquisição da vacina contra Covid-19 e investimentos em todos os setores.  

“Estamos alinhados com o governo nesse trabalho pela vacina, para que possamos sair o mais rápido possível dessa situação de pandemia”, afirmou Botelho, ao destacar avanços no cenário econômico positivo. “Tudo que Mato Grosso vem atravessando e é muito bom para todos, passa pela Assembleia Legislativa. Se o governo tem condições hoje de ter superávit, de ter condições de investimentos com o maior programa de todos os tempos, com 16% da Lei de Responsabilidade Fiscal para investir, passou pela Assembleia”, afirmou, durante entrevista à Imprensa.  

Durante seu discurso, o governador agradeceu a parceira com a ALMT, citou a aprovação das leis que resultaram no equilíbrio fiscal e as inúmeras obras que serão realizadas, a exemplo da Saúde, que deverá ser reestruturada. Mendes também anunciou que parte dos recursos já está em caixa e que em breve enviará projetos para melhorar a Educação, com investimentos que serão destinados à área pedagógica e científica.

“Vejo 2021 um ano muito positivo. Tirando o problema das incertezas do cenário na saúde pública em decorrência à Covid-19, Mato Grosso vive absoluta possiblidade de ter momento muito próspero daquilo que demanda o estado. Fechamos as contas públicas, depois de dois anos, muito bem, graças ao apoio da Assembleia Legislativa. Quero agradecer em nome do presidente Botelho aqueles que apoiaram essas medidas, notadamente lá em janeiro de 2019, quando começamos a reescrever o futuro desse estado de forma diferente e melhor”, afirmou Mendes, ao alertar sobre os cuidados necessários à Covid-19 para que a Saúde estadual não entre em colapso.

Fonte: ALMT

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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