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Botelho destaca trabalho da Empaer pelo fomento da agricultura familiar

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Em defesa da valorização da agricultura familiar, setor que abastece boa parte da alimentação da população, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), assegurou medidas enérgicas pela manutenção e fortalecimento da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural – Empaer, responsável pela assistência dos pequenos produtores.

Botelho, que está de licença e retomará as atividades parlamentares na próxima semana, disse que a ALMT está engajada nessa luta. E anunciou a liberação de convênio entre a ALMT e Empaer para investir R$ 300 mil em mudas de plantas que abastecerão todo o setor no estado.
Nesta semana, representantes da agricultura familiar estiveram na Presidência da Casa de Leis e levaram cestas com 64 produtos de 37 municípios para apresentar aos deputados um pouco do trabalho desses pequenos produtores.

Recepcionados pelo presidente interino, deputado João Batista do Sindspen (PROS), o presidente interino do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Pública de Mato Grosso – Sinterp-MT, Gilmar Brunetto reforçou a importância de apoio dos parlamentares à liberação de linhas de crédito para o setor.

“Trouxemos aqui exemplos do que a agricultura familiar produz. Para isso, queremos continuar contando com o seu apoio [Botelho] e dos deputados para que a agricultura familiar tenha orçamento digno, via SEAF [Secretaria Estadual de Agricultura Familiar], para que possamos levar tecnologia, pesquisa e atender a área social que é muito carente. Contamos com o seu apoio e intermédio junto ao governo para que tenhamos um orçamento digno para trabalharmos”, disse Brunetto.

Denise Gutierres, diretora do Sinterp, disse que os produtos servem para demonstrar que é possível produzir em Mato Grosso, basta um pouco de investimentos do estado. “São produtos in natura e processados, todos com excelente qualidade atendendo a condição de alimentos seguros, saudáveis e garantindo a sustentabilidade. Contamos com o seu apoio presidente Botelho”.

Em vídeo, Botelho destacou o convênio, que resultará na distribuição de mudas aos pequenos produtores e reafirmou o compromisso de defender a Empaer mais eficiente e valorizada.

“Firmamos o convênio entre a Assembleia Legislativa e Empaer para repassar R$ 300 mil para investir na produção de mudas e atender Cuiabá, Várzea Grande, todo estado. Agora, trabalhamos para ter uma Empaer diferente, mais enxuta e que consiga realizar o mesmo feito lá atrás. Porque ela foi importante demais para Mato Grosso. Praticamente tudo que temos aqui foi a Empaer que começou. A soja quem começou trabalhando foi a Empaer. Então, não podemos esquecer disso e temos que fazê-la a voltar a ser forte como sempre foi. Atendendo o pequeno produtor, dando assistência aqueles que não têm condições de contratar agrônomos e veterinários, ela vai lá e faz todo esse trabalho. Estamos juntos defendendo a continuidade, mas também uma Empaer mais enxuta e mais produtiva”, afirmou Botelho.

Fonte: ALMT

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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