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Botelho destaca importância do 1º Pelotão do Corpo de Bombeiros de Poconé

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Deputado Eduardo Botelho destacou o 1° Pelotão Independente do CBM-MT

Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

 O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (DEM), destacou a importância do 1° Pelotão Independente do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), na cidade de Poconé (104 km de Cuiabá).  

A unidade é considerada estratégica e foi estruturada para atuar no monitoramento e prevenção aos incêndios florestais na região do Pantanal mato-grossense, ajudando a evitar inúmeras ocorrências de incêndios no ano passado. Bem como atuar na área social com ações voltadas aos jovens, a exemplo do combate ao uso de drogas.

Botelho afirmou que as ações reascendem as esperanças com a continuidade de obras, que antes estavam paradas. Ele falou que o trabalho feito pela Assembleia Legislativa,  nos dois anos do governo Mauro Mendes, devolveu a capacidade de o estado retomar o desenvolvimento.  

“Nada disso estaria acontecendo se não fosse o trabalho dos deputados que priorizaram o desenvolvimento. Vivemos novos rumos, com entrega de viaturas, armamento, fardas e muitas outras obras sendo retomadas. Ficamos felizes com esse investimento, que vai ajudar os moradores de Poconé e região”, disse Botelho, ao salientar que também é preciso reconhecer o apoio do presidente da República, Jair Bolsonaro, que, segundo ele, tem enviado esforços para ajudar estados e municípios com a liberação de emendas.

Botelho finalizou parabenizando os praças, que atendem com brilhantismo à população, e a atuação do prefeito Tata Amaral.

A iniciativa contou com a liberação do prédio para que o CBM-MT pudesse montar toda a estrutura para atendimento às ações de combate aos incêndios, além de outras missões de resgate e salvamento na região, numa área de 200m², estacionamento para viaturas e caminhões. Inicialmente, serão cinco militares lotados na unidade: comandante, comandante-adjunto e três soldados.

Os investimentos do governo do estado garantiram o efetivo e a aquisição de veículos, além do mobiliário, radiocomunicação, materiais e equipamentos operacionais. Um dos veículos disponibilizados à unidade é um carro do tipo auto bomba tanque florestal, com capacidade de 3.750 litros de água.

O prefeito da cidade, Tata Amaral, agradeceu o investimento, ressaltando a união de forças e a emenda do senador Jayme Campos, direcionado para o empreendimento. “Quero agradecer a todos responsáveis pela consolidação e entrega dessa unidade que vai nos ajudar também na área social e fortalecimento do nosso projeto Bombeiros do Futuro”, disse Tata Amaral.  

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, Alessandro Borges Ferreira, reforçou a ideia e agradeceu ao presidente Botelho pela parceria e aprovação de projetos importantes para a Segurança Pública e demais setores. Disse que a sociedade ganha muito com a presença da corporação na cidade. “Podemos trabalhar a parte social com jovens, com a natureza, podendo diminuir e prevenir acidentes. A qualquer hora do dia ou da noite teremos uma equipe zelando pela sociedade aqui na região graças ao trabalho da Assembleia Legislativa, que nos permitiu expandir”, garantiu o comandante.  

O senador Jayme Campos lembrou que a nova unidade será primordial na região e destacou a importância de nova frente de trabalho à contratação de mais 400 homens para atuar na corporação.  

O deputado Carlos Avallone ressaltou o trabalho intenso que vem realizando na presidência da Comissão de Meio Ambiente da Casa de Leis, que já surte efeitos positivos, com diversas frentes de trabalho pela proteção do Pantanal e segurança do homem pantaneiro.  “A força-tarefa já dá bons resultados com ações voltada à limpeza do Pantanal, orientação e linhas de crédito ao homem pantaneiro, e muitas outras ações em defesa de todo bioma, a exemplo dessa inauguração aqui hoje”, afirmou.

Também representante da região, o deputado Allan Kardec explicou a importância do empreendimento. “Poconé é cidade estratégica para o Pantanal e o pelotão representa mais segurança, pois  agora quando precisar o pelotão está pronto para ajudar”.  

Também participaram o senador Jayme Campos; o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, que representou o governador Mauro Mendes;  e o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat.

Fonte: ALMT

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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