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Botelho defende consenso durante debate sobre melhor modal para Cuiabá

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (DEM), voltou a defender o consenso com fundamentos técnicos à escolha do melhor modal para Cuiabá e Várzea Grande. Botelho participou da audiência pública, nesta quinta-feira (04.02), requerida pelo deputado Valdir Barranco (PT), na ALMT. Na pauta, a troca do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT pelo Bus Rapid Transit – BRT.

“É importante que aqueles que defendem o BRT e os que defendem o VLT apresentem as posições técnicas para irmos ao debate sobre o que é melhor para atender a população de Cuiabá e Várzea Grande”, disse Botelho.  

O debate visa à participação popular antes da troca para o ônibus de trânsito rápido.  Na oportunidade, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), relatou a época que acompanhou obras da Copa de 2014 e pediu apoio de Botelho à realização de votação popular sobre essa mudança do modal através de plebiscito. “Vamos poder democratizar a escolha, deixar o povo decidir. Vamos defender a campanha Plebiscito já!”, afirmou Pinheiro.

Para Botelho, é preciso união para otimizar o tempo e resolver a questão o quanto antes. “Temos que trabalhar para que saia o mais rápido possível. Temos que unir esforços para realizar o que for melhor para todos”, destacou o presidente, ao acrescentar que estudos técnicos apresentados pelo governo apontou que o modelo BRT seja o mais viável.  

“Estamos acreditando que esse estudo seja sério, pois teve envolvimento de especialistas, sem a interferência, e que a ALMT vai continuar abrindo as portas para o debate”, concluiu.

O deputado Valdir Barranco conduziu a audiência que promoveu a participação de diversas autoridades e defendeu a decisão democrática, ao agradecer o empenho de todos e reiterou que vai aguardar o convite da Câmara de Vereadores da capital para dar continuidade ao assunto em conjunto com os vereadores de Várzea Grande.  

“Todos os vereadores de Cuiabá e Várzea Grande conhecem cada canto e alcançam cada morador dos dois municípios, é por isso que a decisão tem de passar pelo povo. Essa não é uma decisão do Governador, e sim uma decisão do povo. Deixo aqui o encaminhamento do pedido do deputado federal Emanuelzinho, reiterada pelo prefeito Emanuel, em relação à realização do plebiscito para que a população de Cuiabá e Várzea Grande decida sobre o modal VLT ou BRT”, disse Valdir Barranco.

Fonte: ALMT

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1 comentário

1 comentário

  1. ROBÉRIO disse:

    SOU A FAVOR DO VLT É MUITO MAIS VIAVEL E MODERNO NÃO TEM OUTRO MELHOR SOMOS DIGUINOS DA MODERNIDADE E DA QUALIDADE DURADOURA POS SOMOS NÓS QUE IREMOS ANDAR NÃO É POLITICO QUE UZA O TRANSPORTE PÚBLICO.

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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