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Política MT

Botelho atribui lançamento de obras à atuação da Assembleia Legislativa

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), comemorou os investimentos que transformarão Mato Grosso num grande canteiro de obras nos próximos meses. Ele participou da assinatura da ordem de serviço para o início de obras de pavimentação numa extensão de 775 quilômetros e a construção de 40 pontes de concreto em todas as regiões do estado. O evento ocorreu nesta quinta-feira (18), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, com o anúncio de R$ 606 milhões, que serão investidos em infraestrutura, melhorando a qualidade de vida dos moradores de 56 municípios.

Oportunidade em que Botelho relatou as ações que a Assembleia Legislativa enfrentou para dar condições de Mato Grosso retomar o desenvolvimento. Tanto que outro projeto está sendo elaborado para mais 1.057 quilômetros de pavimentação e 51 pontes de concreto.

“Nossas obras estão sendo lançadas hoje. É uma grande satisfação para nós da Assembleia Legislativa, pois se o governo está lançando esse projeto foi porque tudo começou com a Assembleia, que aprovou os projetos do Novo Fethab, da revisão dos incentivos fiscais, da Lei de responsabilidade Fiscal, da reforma da Previdência. São projetos que, hoje, estão dando condições de o governo executar as obras com o dinheiro na conta”, afirmou Botelho, ao acrescentar que tem a honra de participar com todos os deputados desse processo.  

“Nada disso aqui seria possível se não fosse o pilar da Assembleia Legislativa. Sem ele não pararia em pé ou nem começaria. Fizemos o começo da recuperação e construção do Estado de Mato Grosso, com aqueles projetos polêmicos, mas necessários”, frisou Botelho.

Também participaram da assinatura os deputados estaduais Sílvio Fávero (PSL), Max Russi (PSD), Dr. Gimenez (PV), Janaina Riva (MDB), Ondanir Bortolini (PSD), Dr. João (MDB) e João Batista (PROS), além de prefeitos, Mauro Carvalho (Secretário-Chefe da Casa Civil), Jordan Espíndola (Gabinete do Governo), César Miranda (Secretário de Desenvolvimento Econômico) e Neri Geller (deputado federal).

MAIS MT – As obras e projetos que atendem 62 municípios fazem parte do programa Mais MT, considerado o maior programa de investimentos da história de Mato Grosso. A previsão é de que na atual gestão, a área de Infraestrutura receberá R$ 4,73 bilhões de investimentos.

De acordo com o governo, as ordens de serviço emitidas para obras rodoviárias compreendem 23 obras entre pavimentação, restauração, revitalização e manutenção de rodovias não-pavimentadas, totalizando 775 quilômetros, que vão beneficiar diretamente 33 municípios. Os investimentos aportados são da ordem de R$ 402,4 milhões somente em obras nas rodovias.

As obras serão executadas nas MT-020, MT-040/299, MT-100, MT-109, MT-130, MT-140, MT-208, MT-220, MT-235, MT-240, MT-242, MT-322, MT-423, MT-430, MT-485, MT-492/249, além das rodovias que perpassam o perímetro urbano, como a Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, e as Avenidas W11 e W14, em Rondonópolis. Há casos em que mais de uma obra será realizada na mesma rodovia.

Além de Cuiabá e Rondonópolis, serão beneficiadas também os municípios de Paranatinga- Canarana, Itiquira, Araguaiana – Barra do Garças, Torixoréu – Ribeirãozinho, Canabrava do Norte – São Felix do Araguaia, Paranatinga, Nova Brasilândia – Campo Verde – Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Aripuanã, Tabaporã – Porto dos Gaúchos, Campo Novo do Parecis – Sapezal,  Tangará da Serra – Santo Afonso, Arenápolis – Nova Marilândia, Itanhangá, Matupá, Novo Santo Antônio – Serra Nova Dourada, União do Sul, São José do Xingu – Santa Cruz do Xingu, Sorriso e São José do Rio Claro – Nova Maringá, respectivamente.

As pontes beneficiarão a interligação e os municípios de Planalto da Serra – Paranatinga, Poconé, Querência  – Serra Nova Dourada, Novo São Joaquim – General Carneiro,  Santa Rita do Trivelatto – Nova Ubiratã, Juruena – Cotriguaçu,  Vila Bela da Santíssima Trindade – Comodoro,  Cotriguaçu – Nova Monte Verde, Aripuanã – Rondolândia, Rosário Oeste,  Salto do Céu –  Tangará da Serra, Paranatinga – Canarana, Marcelândia, Alto Floresta – Estado do Pará,  Barra do Garças – Novo São Joaquim, Tabaporã – Porto dos gaúchos, Confresa – Santa Terezinha, Nova Guarita – Carlinda, Alto Taquari –  Divisa MT/MS e  Sorriso  – Tapurah. (com GCom)

Fonte: ALMT

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Política MT

Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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