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Política MT

Botelho assegura apoio para pequenos produtores de Lambari D´Oeste

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

O prefeito de Lambari D´Oeste (318 km de Cuiabá), Marcelo Vieira Vitorazzi (PDT), o Marcelinho da Bem Star, solicitou ao primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), apoio para fomentar a agricultura familiar da cidade.

Botelho assegurou empenho junto a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf) para viabilizar ações que atendam às reivindicações e propiciem melhores condições de trabalho aos pequenos produtores.

A garantia foi dada ao prefeito Vitorazzi, na quarta-feira (3), durante reunião em Cuiabá. “Vamos fazer os encaminhamentos para dar condições de as famílias do campo a produzirem mais, valorizando todo trabalho da agricultura familiar”, disse o deputado.
Acompanhado do controlador interno, Adevilson de Oliveira Martins, o prefeito Vitorazzi explicou as dificuldades econômicas do município e destacou que a receptividade de Botelho reascende as esperanças dos trabalhadores que necessitam de apoio para produzirem. Ressaltou a necessidade de recursos para a aquisição de máquinas agrícolas e acompanhamento da produção por especialistas.
“Agradecemos o apoio do deputado Botelho que é fundamental para melhorar a nossa cidade. Vemos que o nosso município está cada vez mais ficando para trás de outros municípios devido à falta de incentivos para que o pequeno volte a produzir. Precisamos de resfriadores de leite, tratores, roçadoras, grades, para alavancar o trabalho do pequeno produtor. Provar para ele [produtor] que naquela terra se produzir laranja, mandioca, limão, vai dar muito mais resultado do que ficar mexendo com gado. Queremos incentivar aos pequenos produtores de que agricultura familiar, com o respaldo de agrônomo, veterinário, técnico agrícola, as coisas fluem de forma mais eficaz”, detalhou o prefeito.
A cidade Lambari D’Oeste foi emancipada em 20 de dezembro de 1991, através da Lei Estadual nº 5.914.

Fonte: ALMT

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Política MT

Após três anos, por caixa 2 e abuso do poder econômico, TRE cassa deputado tucano Carlos Avalone

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Depois do pedido de vistas e votação a seguir do juiz eleitoral Francisco Coleta Coutinho e mais dois juízes, Gilberto Lopes Bussiki e Armando Biancardini Candia, e o presidente do T.R.E- MT Gilberto Giraldelli, a corte, então, por unanimidade, cassou o mandato do deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) por crime de caixa 2 e abuso de poder econômico no pleito de 2018. O julgamento foi concluído na última quinta-feira 15 e há publicado.

O  processo se arrastava desde final daquele ano, onde o Ministério Público Eleitoral (MPE) arguia abuso de poder econômico da parte do deputado que era suplente de Guilherme Maluf (indicado para a cadeira do TCE), caixa 3 e outras irregularidades. Cabe recurso no TSE.

O MPE se ancorou, pincipalmente, na época, à  apreensão de R$ 89,9 mil efetuada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) às vésperas das eleições de a de outubro de 2018,. O dinheiro estava com pessoal em automóvel da  campanha de Avalone, onde havia também contendo santinhos, adesivos e demais materiais de campanha do candidato. A Procuradoria Regional Eleitoral que processou o deputado viu que o dinheiro seria utilizado para pagar cabos eleitorais, só quer não havia contratos de pessoal e a defesa do deputado não explicou porque o recurso não havia sido declarado nas contas do então candidato.

O relator Fábio Henrique Fiorenza, classificou como grave a situação e repudiou com veemência a omissão da fonte do dinheiro apreendido.

Esse fato, apesar das tentativas em três anos da defesa, foi fundamental para reforçar a prova e o crime eleitoral arguido pela Procuradoria Eleitoral.

Como cabe recurso, o deputado se manterá no cargo e se a cassação for ratificada no Superior Tribunal Eleitoral,  o suplente Saturnino Masson (PSDB), pode assumir a vaga.

Através de sua assessoria, o deputado Carlos Avalone divulgou a seguinte nota à imprensa:

Ao cidadão

A respeito do resultado adverso ocorrido na data de hoje, o deputado Carlos Avallone reitera seu respeito ao Poder Judiciário e fará uso do seu direito de submeter o caso à avaliação do Tribunal Superior Eleitoral, mediante recurso que possui efeito suspensivo. Enquanto aguarda o julgamento do seu recurso, na crença de que não praticou qualquer irregularidade, o deputado seguirá exercendo normalmente as suas funções parlamentares.

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Júlio Campos critica desapego à fidelidade partidária e diz que sistema político virou “uma bagunça”

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O ex-governador Júlio Campos (DEM) criticou o que classificou de ‘bagunça’ de partidos no Brasil, afirmando que ahá desencontros de toda ordem. “Ninguém mais egue seus partidos”, disse ele em entrevista ao Programa Opinião, da TV Vila Real

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Júlio recordou que “para derrotar o Paulo Maluf, em 85, o TSE encerrou a fidelidade partidária. Hoje são mais de 30 legendas, nenhuma ideologicamente consolidada, uma aglomeração de interesses, de vaidades”, disparou.

“De grupos que querem apenas interesses empresariais, comerciais e politicamente nada. Os partidos tiveram a oportunidade de preparar candidatos, de renovar, vem recursos para isso, para a busca de novas ideologias, para efetivamente, preparar candidatos, mas hoje temos candidatos que não sabem o que é o mandato que estão disputando”, argumentou o ex-governador de Mato Grosso.

Para Júlio Campos, os partidos não investem pouco em formação, “eles não estão investindo nada. Não é um pouco, é quase nada. Essa tal da janela partidária é a maior barbaridade que tem. O cidadão elege pelo partido, fica três anos no mandato, quando chega em março, no ano de eleição, ele pode ir para outro partido, é uma promiscuidade sem tamanho”, criticou.

“Enquanto não tiver uma reforma partidária ideológica no Brasil, nunca vamos voltar a ter aqueles partidos consolidados do passado, sempre vai ter essa anarquia que é hoje, que tem até partidos de aluguel. Gente que é presidente de partido, que anda com o partido numa pasta e quando chega o horário eleitoral fala assim, olha, eu tenho dez segundos”, completou.

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