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Internacional

Boris Johnson renuncia ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido

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O ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson
Reprodução/Flickr – 24.12.2020

O ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson

O primeiro-ministro Boris Johnson renunciou ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido nesta quinta-feira (07).

Após uma  onda de renúncias que tomou o governo do Reino Unido, com mais de 40 demissões de ministros e secretários nos últimos dias, Johnson se viu pressionado a deixar o cargo.

As renúncias começaram após o escândalo sexual envolvendo Chris Pincher, então deputy chief whip do Partido Conservador no Parlamento, que foi acusado de apalpar dois homens em um clube privado em Londres. Deputy chief whip é quem garante que parlamentares do partido votem conforme a orientação das lideranças da bancada. Pincher havia sido nomeado por Johnson para o cargo em fevereiro passado e renunciou imediatamente após as denúncias.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Embaixador da China alerta Reino Unido sobre aproximação com Taiwan

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Zheng Zeguang, embaixador da China no Reino Unido
Divulgação/Embaixada Chinesa no Reino Unido

Zheng Zeguang, embaixador da China no Reino Unido

O embaixador da China no Reino Unido, Zheng Zeguang, afirmou que o país europeu pode sofrer “sérias consequências” caso  siga os passos dos Estados Unidos e realize movimentos de aproximação junto a Taiwan.

A afirmação foi feita em um artigo publicado nesta terça-feira (16) no jornal britânico The Guardian. De acordo com o embaixador chinês, o Reino Unido não deve cruzar uma “linha vermelha” nas relações com Taiwan.

“Qualquer movimento que viole o princípio de Uma Só China e as disposições do comunicado conjunto, ou cruze a linha vermelha do lado chinês, trará sérias consequências para as relações bilaterais. Não deve haver nenhum erro de cálculo sobre isso”, enfatizou Zheng Zeguang.

A autoridade chinesa ressaltou ainda que apelos que tenham o objetivo de ajudar a ilha a se defender são “irresponsáveis e prejudiciais”.

“A questão de Taiwan é uma questão importante de princípio. Não há razão para o Reino Unido ignorar esse fato e seguir os passos dos EUA. Apelos para ‘ajudar Taiwan a se defender’ e similares são extremamente irresponsáveis ​​e prejudiciais”, afirmou.

Zeguang argumentou que China e Reino Unido assinaram um comunicado conjunto em 1972, quando começaram a trocar embaixadores. Neste acordo, os britânicos também oficializaram o fechamento do seu consulado em Taipei, capital de Taiwan.

O Reino Unido reconheceu, no mesmo acordo, que o governo da República Popular da China como é o único governo legal da China, prometendo manter uma relação não oficial com Taiwan.

“Sob tais circunstâncias, a China e o Reino Unido devem fortalecer, em vez de enfraquecer, sua cooperação. Os dois lados devem seguir os princípios de respeito mútuo, igualdade e não interferência nos assuntos internos de cada um, engajar-se no diálogo e na cooperação e dar as mãos para enfrentar os desafios comuns”, completou o embaixador chinês.

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Internacional

EUA: Força Aérea anuncia teste de míssil nuclear de longo alcance

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EUA anunciam que testaram míssil nucelar de longo alcance
Ansa

EUA anunciam que testaram míssil nucelar de longo alcance

Os  Estados Unidos testaram um míssil nuclear de longo alcance nesta terça-feira (16), informou o Comando de Ataque Global da Força Aérea.

O teste havia sido adiado no último dia 4 por conta da tensão causada com a China por conta da visita da presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, a Taiwan.

O míssil Minuteman III foi lançado da base da aeronáutica em Vandenberg, na Califórnia, às 4h49 (hora local), e viajou cerca de 6,7 mil quilômetros em direção a um campo de testes norte-americanos nas Ilhas Marshall. Segundo a nota oficial do Comando, “esse foi um teste de rotina para demonstrar que o arsenal nuclear dos EUA está pronto”.

“Esses testes ocorreram mais de 300 vezes antes e não é o resultado dos eventos mundiais atuais”, acrescenta ainda a Força Aérea.

A referência é para tentar não acentuar ainda mais a crise diplomática que ocorre com Pequim desde que a líder democrata decidiu viajar ao território – considerado uma “província rebelde”, mas parte da “China Única”.

Desde que Pelosi foi à ilha, os chineses fizeram os maiores exercícios militares na região e acusaram os EUA de “traição”.

Por sua vez, Washington disse que visitas de políticos norte-americanos ao local são rotineiras e que não mudou sua postura em reconhecer Taiwan como parte da China.

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