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Bonecos e robôs te assustam? Estudo tenta explicar o porquê

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Sophia, robô humanoide capaz de reproduzir 62 expressões faciais e ‘aprender’ através de interações com humanos


Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Duisburg-Essen, na Alemanha, tenta explicar um fenômeno que desafia os especialistas em robótica há anos: o “Uncanny Valley”, ou “ Vale da Estranheza ”.

Já há algum tempo os cientistas sabem que quanto mais humano um robô se parece, mais empatia sentimos por ele. Entretanto, quando a aparência atinge um ponto “quase” humano, passamos a sentir uma forte rejeição. Se colocarmos esta correlação em um gráfico, vemos que a empatia sobe até despencar subitamente, gerando o “vale” no gráfico que dá o nome ao fenômeno.

gráfico (uncanny valley)
Wikimedia Commons (traduzido)

Gráfico compara o conforto perto de objetos (robôs, fantoches etc) de acordo com seu grau de realismo


Segundo o site Mashable, os pesquisadores alemães submeteram 21 voluntários a testes de ressonânica magnética funcional (fMRI) enquanto estes realizavam testes cognitivos. No primeiro, os voluntários viram uma série de figuras e tinham de classificá-las em o quanto “agradáveis” ou humanas elas pareciam. No segundo, as figuras foram apresentadas aos pares, e os voluntários tinham que indicar de qual delas gostariam de ganhar um presente.

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Como previsto, as figuras humanas ou apenas humanóides foram as preferidas no teste, enquanto as “quase humanas” foram rejeitadas. Analisando os resultados das ressonâncias, os pesquisadores descobriram áreas próximas ao córtex visual responsáveis por “decodificar” as faces e características das imagens. A junção temporo-parietal seria a responsável por classificar o quão agradável é a figura, enquanto o córtex pre-frontal dorsomedial e o giro fusiforme faziam a distinção entre humano e não humano.

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Uma conclusão à qual os cientistas chegaram foi a de que a decisão entre o que é agradável e o que é estranho é subjetiva, e não havia um tipo de robô que fosse agradável ou assustador para todos os partitpantes. Um dado importante, à medida em que agentes virtuais e inteligência artificial fazem cada vez mais parte de nossas vidas.

Fonte: IG Tecnologia
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shutterstock

Veja quais aplicativos podem estar acabando com a bateria do seu iPhone


Os aparelhos da Apple são famosos por muitas razões. Seja por sua câmera, poder de processamento ou sistema operacional; mas uma coisa que incomoda alguns é a bateria dos dispositivos. Em alguns modelos a carga não dura muito tempo , o que obriga que ele seja carregado mais de uma vez por dia.

Um dos fatores que pode contribuir para isso é a otimização de alguns apps do sistema. Em muitos casos, um único aplicativo é o grande vilão dos usuários de iPhone . Pensando nisso, o site Yahoo listou cinco aplicativos famosos por “sugarem” a bateria dos aparelhos. Além de desmascará-los, a postagem oferece dicas de como modificar suas configurações para reestabelecer a vida útil da bateria.

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Facebook

No caso do Facebook , um dos grandes problemas é o fato de ele rodar muitos processos em segundo plano. Um deles, o de rastrear a localização do usuário, é um dos menos utilizados, por isso, ele pode ser desabilitado enquanto o usuário não estiver precisando dele .

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Além disso, o iPhone possui uma opção que atualiza a home dos aplicativos em segundo plano – o que é bastante útil no caso de apps de notícias, por exemplo, mas que, no caso do Facebook , pode ser desativado sem grandes problemas para o usuário.

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Desativar as notificações também é uma boa ideia , já que ele fica constantemente procurando por conteúdos relevantes ou interações de pessoas conhecidas para exibir. Por fim, desativar a opção de reprodução automática dos vídeos da plataforma pode ajudar e muito na recuperação da bateria e na otimização do aplicativo.

Google Maps

No caso do Google Maps , os ajustes são bem mais sutis, mas podem ser essenciais para a recuperação da vida útil da bateria.

A primeira alteração é na localização do aplicativo . Constantemente o app faz uma varredura para saber onde o usuário está, com isso, pode oferecer serviços personalizados. Mas a opção ideal para poupar bateria nesse caso é selecionar o item que faz com que o Maps pergunte toda vez que precisar usar a sua localização. Outra dica é desativar as notificações, pois muitas vezes elas não são necessárias.

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Snapchat

A primeira coisa, como nas opções anteriores, é desativar a localização do aplicativo . O Snapchat não depende da localização do usuário para funcionar, por esse motivo, ela não chega a ser tão necessária quanto no Google Maps , por exemplo.

Messenger

Para o caso do Messenger , é possível poupar alguma bateria – e armazenamento – trocando para a versão Lite do aplicativo . Ela é relativamente menor e possui as mesmas funções principais.

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WhatsApp

Para o WhatsApp , a recomendação é a mesma: desabilitar as notificações . Elas são algumas das principais responsáveis pelo alto uso de bateria ao utilizar o aplicativo .

Fonte: IG Tecnologia
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Reprodução

Aplicativo compara sua voz com a de Freddie Mercury


Google , Queen e o Universal Music Group se uniram para criar o aplicativo FreddieMeter , que determina o quão perto você pode chegar da voz do cantor Freddie Mercury .

O aplicativo é uma colaboração da banda, do Creative Lab do Google e várias gravadoras. Foi projetado para analisar a voz de uma pessoa e comparar a afinação , timbre e melodia à do cantor. No fim, um resultado de 0 a 100 será mostrado na tela.

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Segundo o Google , o FreddieMeter usa novos modelos de aprendizado e foi treinado com a voz isolada de Mercury e com a de imitadores. O usuário, que não terá dados armazenados nos servidores , poderá escolher entre as músicas Bohemian Rhapsody, Don’t Stop Me Now, Somebody To Love e We Are The Champions.

O projeto também vai incentivar as pessoas a fazer uma doação ao Mercury Phoenix Trust, organização que luta por causas relacionadas ao HIV em todo o mundo. A instituição foi fundada pelos membros do Queen após a morte do cantor.

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Fonte: IG Tecnologia
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