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Internacional

Bombardeio ucraniano deixa sete mortos na região ocupada de Kherson

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Área atingida por ataque russo na cidade de Odessa
Reprodução: twitter – 09/05/2022

Área atingida por ataque russo na cidade de Odessa

As forças de ocupação de Moscou anunciaram, nesta terça-feira (12), que um bombardeio ucraniano na região de Kherson deixou sete mortos e quase 60 feridos. A região foi ocupada pelo exército russo e nem foi possível confirmar as informações com fontes independentes.

“Há sete mortos e quase 60 feridos no bombardeio ucraniano da cidade de Nova Kakhovka [sul da Ucrânia]”, afirmou no Telegram Vladimir Leontiev, comandante da administração cívico-militar instalada pelos russos na região de Kherson.

“O conselheiro do chefe da administração de Kherson, Serhii Khlan, confirmou que o Exército ucraniano atingiu o depósito de munição que a Rússia tinha em Nova Kakhovka. Que bela vista”, disse no Twitter Anton Gerashchenko, conselheiro do ministro de Assuntos Internos da Ucrânia.

A vice-comandante da administração das forças de ocupação de Kherson, Ekaterina Gubareva, confirmou o balanço de sete mortos e acusou as forças ucranianas de de terem utilizado o sistema americano de lançadores de foguetes múltiplos HIMARS.

A Ucrânia afirmou que atacou alvos militares em Nova Kakhovka, com um balanço de 52 militares russos e um depósito de munições destruído.

“Dezenas de casas foram atingidas (…) estamos retirando as pessoas dos escombros”, declarou Leontiev. “É uma tragédia terrível. O número de vítimas vai aumentar porque a magnitude dos danos é enorme. Está claro que foi um ataque deliberado, violento e cínico com mísseis de alta precisão. Aqui não há alvos militares (…) armazéns foram atingidos, assim como lojas, uma farmácia, postos de gasolina e até uma igreja”, disse, antes de denunciar um “ato de terrorismo”.

A região de Kherson, limítrofe com a península da Crimeia anexada por Moscou em 2014, está ocupada em grande parte pelas forças russas, que invadiram a Ucrânia em 24 de fevereiro.

O exército ucraniano executa há várias semanas uma contraofensiva na frente de batalha de Kherson, no momento em que a maior parte das tropas russas está mobilizada na região do Donbass, leste da Ucrânia.

Kiev conseguiu recuperar território e se aproximou de Kherson, uma cidade de 290 mil habitantes, mas ainda não conseguiu avançar profundamente na área de defesa russa.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Vídeo: Explosão deixa 17 desaparecidos e 67 feridos em Cuba

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Explosão causou grande desastre em Cuba
Reprodução/Twitter

Explosão causou grande desastre em Cuba

Um incêndio em dois tanques de petróleo deixou 17 desaparecidos e 67 feridos em uma área industrial da cidade de Matanzas, na região oeste de Cuba. Segundo o Hospital Faustino Pérez, dos 67 feridos atendidos até agora pelo incêndio, cerca de 18 estão em estado grave. Autoridades do país informaram que os desaparecidos seriam bombeiros que estavam na área mais próxima ao fogo.

O fogo começou na tarde de sexta-feira depois que um raio atingiu um dos tanques do depósito localizado nos arredores de Matanzas, cerca de 90 quilômetros a leste de Havana. Às 5h deste sábado, o fogo atingiu um segundo tonel. Segundo o jornal oficial Granma, o primeiro tanque “continha cerca de 26.000 metros cúbicos de petróleo bruto nacional, cerca de 50% da sua capacidade máxima, quando o raio atingiu a cúpula da instalação”.

Mario Sabines Lorenzo, governador de Matanzas, informou que há cerca de 800 pessoas removidas da área. O incêndio ocorre em meio a dificuldades enfrentadas desde maio na ilha para atender ao aumento da demanda por energia devido ao calor do verão.

A obsolescência de suas oito usinas termelétricas, danos, manutenções programadas e falta de combustível dificultam a geração de energia. Desde maio, as autoridades programam apagões de até 12 horas por dia em algumas regiões do país. Desde então, já houve 20 protestos em cidades do interior da ilha.

Veja o vídeo:


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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Secretário-geral da ONU condena ameaças de guerra nuclear

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres,  disse neste sábado (6), durante um evento em Hiroshima para marcar os 77 anos do lançamento da bomba atômica sobre a cidade japonesa, considera inaceitável que os países com armas nucleares admitam a possibilidade de uma guerra com o uso deste tipo de armamento e avisa que a humanidade está brincando com uma arma carregada.

“Temos de manter os horrores de Hiroshima sempre presentes, reconhecendo que existe apenas uma solução para a ameça nuclear, não haver armas nucleares”, disse Guterres. “Quase 13 mil armas nucleares são mantidas em arsenais em todo o mundo e crises fortemente sublinhadas pelo nuclear disseminam-se depressa, do Oriente Média à península coreana e na invasão russa da Ucrânia.”

Durante o evento, Guterres pediu aos países que trabalhem para eliminar as armas nucleares. “Os países que têm armas nucleares têm que se empenhar na não utilização dessas armas e também têm que garantir aos estados que não possuem armas nucleares, que não usarão e nem ameaçarão usar essas armas contra eles.”

Mais de 140 mil pessoas morreram em Hiroshima em consequência do ataque norte-americano usando uma bomba nuclear no dia 6 de agosto de 1945. Foi a primeira vez que este tipo de armamento foi utilizado. Três dias depois, os EUA soltaram uma segunda bomba atômica na cidade japonesa de Nagasaki.

* Com informações da RTP

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Internacional

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