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Política Nacional

Bolsonaro tem dieta oral suspensa e vai para alimentação endovenosa

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O presidente Jair Bolsonaro passou, nas últimas horas, a ser alimentado de forma endovenosa (pela veia), segundo o boletim médico divulgado hoje (11) pelo pelo Hospital Vila Nova Star. Desde a segunda-feira (9), os médicos tinham introduzido uma dieta líquida para o presidente. No entanto, diante da evolução do quadro, Bolsonaro só voltará a ingerir alimentos oralmente após novas avaliações médicas.

De acordo com o comunicado divulgado nesta manhã, o presidente apresentou nas últimas 12 horas uma “lentificação dos movimentos intestinais e distensão abdominal”, que levaram não só a suspensão da alimentação oral como a “passagem de sonda nasogástrica”. Ele segue sem dores ou febre.

Essa é a quarta cirurgia a qual Bolsonaro é submetido desde que foi esfaqueado em um ato de campanha eleitoral em setembro de 2018. Bolsonaro deu entrada no hospital, localizado na zona sul da capital paulista, na noite do último sábado (7) para ser submetido a uma cirurgia para tratamento de hérnia incisional na região do abdome.

Ontem (10), o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que está mantida a previsão para que Bolsonaro reassuma o cargo depois do fim do prazo de cinco dias licenciado. O vice-presidente Hamilton Mourão exerce interinamente a Presidência desde o último domingo e deve continuar na função até quinta-feira (12). Foi disponibilizada uma ala do hospital para a equipe da Presidência e para a família de Bolsonaro.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Política
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Girão pede limitação de foro privilegiado e instalação da CPI dos Tribunais

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O senador Eduardo Girão (Podemos-CE), nesta sexta-feira (20), em Plenário, convocou a população brasileira para ir a Brasília no dia 25 de setembro para cobrar da Câmara dos Deputados a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC 10/2013) que limita o foro privilegiado aos presidentes dos três Poderes e para pedir a abertura do processo de impeachment de ministros de Supremo Tribunal Federal, além da instalação da CPI dos Tribunais Superiores no Senado.

Quanto à comissão para apurar eventuais irregularidades praticadas por integrantes de tribunais superiores, Girão lembrou que o objetivo não é atacar o Supremo Tribunal Federal (STF) e outros tribunais, mas fortalecê-los, de modo a garantir funcionamento adequado a instituições fundamentais à democracia.

Apesar de afirmar que o Judiciário é o único Poder que ainda pode ser comparado a uma “caixa-preta”, o senador ressalvou que a maioria de seus membros é íntegra e apenas uma minoria precisa ser investigada.

— E é fundamental que isso ocorra o quanto antes para este país se libertar, para renascer com força para o mundo, porque o mal de todos os males para a nação é essa chaga, a corrupção, que há décadas coloca o país de joelhos para a impunidade — declarou.

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Fonte: Agência Senado
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Política Nacional

Senado comemora 40 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Palestina

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O Senado vai promover, na próxima quinta-feira (26), sessão especial para comemorar os 40 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Palestina, solicitada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC). A reunião ocorrerá no Plenário da Casa, às 10h.

“Celebrar os 40 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Palestina é reafirmar o compromisso do Estado brasileiro pela defesa do direito de autodeterminação do povo palestino, princípio tão caro para o Brasil. O Estado brasileiro sempre foi um defensor da autodeterminação e da soberania do povo palestino”, ressalta o senador Esperidião.

Em 2010, o Brasil reconheceu oficialmente o Estado da Palestina, levando outros países da América Latina a fazer o mesmo. Entretanto, destaca o senador, as relações diplomáticas entre os dois países iniciaram-se na década de 1970.

Esperidião Amin lembra, em sua justificativa, que além das relações diplomáticas, Brasil e Palestina também possuem relações comerciais de destaque. O país árabe consome frango, carne, açúcar, minérios de ferro e grãos brasileiros, enquanto o Brasil importa combustível, fertilizantes, plástico e minerais fosfatados essenciais.

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Fonte: Agência Senado
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