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Política Nacional

Bolsonaro tem aprovação de 18% a 66% nas capitais do Brasil, aponta Ibope

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Agência Brasil

Jair Bolsonaro divide opiniões e popularidade nas capitais vai de 18%, em Salvador, a 66%, em Boa Vista

Amado e odiado, o presidente Jair Bolsonaro realmente divide opiniões, apesar de viver momento de grande popularidade . A primeira rodada de pesquisas do Ibope em 25 capitais revela grandes diferenças regionais na forma com que os eleitores encaram o presidente.

Se em Salvador (BA), a administração de Bolsonaro é considerada ótima ou boa por apenas 18%, menor índice do País, em Boa Vista (AC), sua aprovação chega a 66%. Em quase todas as capitais, as avaliações muito positivas ou muito negativas superam as regulares. Em nenhuma a avaliação regular tem maioria.

Após o registro oficial das candidaturas para as Eleições 2020 , São Luís (MA) é a única capital brasileira que ainda não teve um levantamento do Ibope para avaliar o governo Bolsonaro.

De acordo com o Ibope , a média de aprovação ao governo é maior nas capitais das regiões Norte e Centro-Oeste e menor nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste. A última pesquisa nacional do instituto de pesquisa, concluída no mês de setembro, revelou aprovação de cerca de 40%; 29% consideravam o governo regular, meso percentual dos que consideravam o governo Bolsonaro ruim ou péssimo.

De olho nas eleições municipais, a pesquisa de aprovação do presidente ajuda candidatos a definirem o rumo de suas campanhas, buscando se aproximar de Bolsonaro, como faz  Celso Russomanno (Republicanos) em São Paulo, por exemplo, ou se afastar o máximo possível, como seria o cenário ideal em Salvador, já que na capital baiana a administração bolsonarista é considerada ruim ou péssima por 62% dos eleitores.

Confira as avaliações do governo Bolsonaro por capital

Região Centro-Oeste – sem o DF:

  • Campo Grande – 45% ótimo e bom, 34% ruim ou péssimo e 20% regular;
  • Cuiabá – 49% ótimo e bom, 28% ruim ou péssimo e 23% regular; e
  • Goiânia – 44% ótimo e bom, 33% ruim ou péssimo e 22% regular.

Região Nordeste – sem São Luís (MA):

  • Aracaju –  34% ótimo e bom, 44% ruim ou péssimo e 19% regular;
  • Fortaleza – 26% ótimo e bom, 47% ruim ou péssimo e 25% regular;
  • João Pessoa – 43% ótimo e bom, 33% ruim ou péssimo e 21% regular;
  • Maceió – 42% ótimo e bom, 36% ruim ou péssimo e 21% regular;
  • Natal – 39% ótimo e bom, 37% ruim ou péssimo e 23% regular;
  • Recife – 29% ótimo e bom, 43% ruim ou péssimo e 28% regular;
  • Salvador – 18% ótimo e bom, 62% ruim ou péssimo e 17% regular; e
  • Teresina – 26% ótimo e bom, 42% ruim ou péssimo e 31% regular.

Região Norte:

  • Belém – 29% ótimo e bom, 43% ruim ou péssimo e 28% regular;
  • Boa Vista – 66% ótimo e bom, 15% ruim ou péssimo e 18% regular;
  • Macapá – 42% ótimo e bom, 33% ruim ou péssimo e 24% regular;
  • Manaus – 54% ótimo e bom, 26% ruim ou péssimo e 19% regular;
  • Palmas – 44% ótimo e bom, 28% ruim ou péssimo e 27% regular;
  • Porto Velho – 50% ótimo e bom, 29% ruim ou péssimo e 21% regular; e
  • Rio Branco – 48% ótimo e bom, 27% ruim ou péssimo e 23% regular.

Região Sudeste:

  • Belo Horizonte – 39% ótimo e bom, 41% ruim ou péssimo e 19% regular;
  • Rio de Janeiro – 34% ótimo e bom, 38% ruim ou péssimo e 28% regular;
  • São Paulo – 27% ótimo e bom, 48% ruim ou péssimo e 24% regular; e
  • Vitória – 32% ótimo e bom, 44% ruim ou péssimo e 22% regular.

Região Sul:

  • Curitiba – 40% ótimo e bom, 35% ruim ou péssimo e 24% regular;
  • Florianópolis – 33% ótimo e bom, 47% ruim ou péssimo e 18% regular; e
  • Porto Alegre – 26% ótimo e bom, 50% ruim ou péssimo e 23% regular.

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Política Nacional

Comissão debate imunidade de rebanho na pandemia de Covid-19

Publicado


Marc A. Hermann/MTA New York City Transit
Saúde - coronavírus - Funcionários distribuem máscaras em estação do metrô, em Nova Iorque
Sem vacina contra a Covid-19, estima-se que cerca de 70% da população precisaria se recuperar da infecção para a imunidade de rebanho acontecer naturalmente

A Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 debate nesta quarta-feira (28) a imunidade de rebanho na pandemia do novo coronavírus.

A imunidade de rebanho é um conceito usado por infectologistas para definir que determinada parcela da população se torna imune a uma doença, ou seja, desenvolve anticorpos contra o agente causador da doença. As pessoas imunizadas acabam agindo como uma barreira, protegendo toda a população, mesmo aqueles que ainda não são imunes.

A imunidade de rebanho pode ocorrer de duas formas: por meio da vacina; ou
naturalmente, quando uma grande parte da população é infectada e se torna imune.

Foram convidados para discutir o assunto:

  • o diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da USP, Anthony Wong;
  • a imunologista e oncologista diretora da Sociedade Brasileira de Cancerologia e da Associação Brasileira de Mulheres Médicas, Nise Yamaguchi;
  • o infectologista Paolo Zanotto;
  • o médico na Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro Alexandre Chieppe;
  • a secretária de gestão do trabalho e da educação na saúde do Ministério da Saúde, Mayra Isabel Correia Pinheira.

A reunião ocorre a partir das 9h30 por videoconferência e com transmissão interativa.

Da Redação – GM

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Política Nacional

Projeto permite a alunos beneficiados por cotas disputar vagas de ampla concorrência

Publicado


Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Renda Básica. Dep. Felipe Rigoni(PSB - ES)
Felipe Rigoni: o ajuste se faz necessário para tornar o sistema de cotas mais justo

O Projeto de Lei 4799/20 altera a Lei de Cotas nas Universidades para autorizar alunos beneficiados com reserva de vagas no ensino superior a também disputar vagas destinadas à ampla concorrência. Segundo o texto, que tramita na Câmara dos Deputados, cotistas aprovados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não serão computados como ocupantes de vagas reservadas.

O autor do projeto, deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), explica que a alteração foi inspirada na lei de cotas dos concursos públicos federais. “No regime atual, os alunos cotistas concorrem exclusivamente dentro de suas cotas, ainda que tenham nota suficiente para disputar as vagas da ampla concorrência. O ajuste se faz necessário para tornar o sistema de cotas mais justo”, observa Rigoni.

A Lei de Cotas para o ensino superior estabelece que todas as instituições federais de ensino superior – universidades federais e instituições federais de ensino técnico de nível médio – devem reservar, no mínimo, 50% das vagas de cada curso a estudantes de escolas públicas.

Dentro dos 50%, metade das vagas deve ser destinada a estudantes de famílias com renda mensal igual ou menor que 1,5 salário mínimo per capita.

Em cada faixa de renda, entre os candidatos cotistas, são separadas vagas para autodeclarados pretos, pardos e indígenas e pessoas com deficiência, proporcionalmente ao censo do IBGE.

Reportagem – Murilo Souza 

Edição – Pierre Triboli

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