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Bolsonaro proíbe uso do pronome “vossa excelência” e similares dentro do governo

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Jair Bolsonaro
Carolina Antunes/PR

Bolsonaro assinou um decreto que troca o “vossa excelência” pelos pronomes de tratamento senhor e senhora

A partir de 1º de maio deste ano, data em que se celebra o Dia do Trabalhador
, agentes públicos federais da administração direta e indireta não precisarão mais seguir a forma de tratamento empregada por lei até então. Ou seja, não vão precisar usar pronomes como “vossa excelência” ou “ilustríssimo” para pessoas de nível hierárquico superior aos deles.

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Isso é o que define um decreto publicado nesta sexta-feira (12), no Diário Oficial da União, que extingue, tanto na comunicação oral, quanto na escrita, tratamentos já em desuso. Entre eles, Vossa Excelência
ou Excelentíssimo, Vossa Senhoria, Vossa Magnificência, doutor, ilustre ou ilustríssimo, digno ou digníssimo e respeitável.

“O único pronome de tratamento utilizado na comunicação com agentes públicos federais é ” senhor
“, independentemente do nível hierárquico, da natureza do cargo ou da função ou da ocasião”, define o segundo artigo do decreto.

O pronome de tratamento
é flexionado para o feminino e para o plural. A mesma regra aplica-se às cerimônias e vale tanto para servidores e empregados públicos quanto para militares das Forças Armadas ou das forças auxiliares.

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A mudança também se estende a ocupantes de cargos em empresas públicas e sociedades de economia mista, entes da administração pública federal, ocupantes de cargos em comissão e de funções de confiança, autoridades como ministros de Estado e para o vice-presidente e presidente da República.

A nova regra não se aplica apenas quando a comunicação se dá com autoridades estrangeiras e organismos internacionais e com agentes públicos do Poder Judiciário
, do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas, da Defensoria Pública, do Ministério Público ou de outros entes federativos.

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Nacional

Estátua de ialorixá é alvo de vandalismo por causa de intolerância religiosa

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busto
Reprodução Instagram

Busto de ialorixá “Mãe Gilda” foi novamente vandalizado.


O busto em homanagem à ialorixá Gildásia dos Santos, conhecida como ‘Mãe Gilda’, localizado no bairro Itapuã, em Salvador, foi novamente alvo de vadalismo motivado por intolerância religiosa na última quarta-feira (15). A líder religiosa do Candomblé, mãe Jaciara Ribeiro dos Santos, sucessora e filha biológica de Mãe Gilda, compartilhou um vídeo nas redes sociais demosntrando indignação diante do crime. 


“Eu estou aqui no busto de mãe Gilda. Eu recebi uma ligação dizendo que um homem veio aqui, depredou e quebrou tudo. Ele foi algemado, a polícia está aqui. Ele disse que foi a mando de Deus. Que Deus é esse ?”, questionoude forma enfática.

O busto de Mão Gilda já havia sido atacado anteriormente, em 2016, poucos dias depois de ser restaurado. O homem responsável pela depredação foi preso em flagrante e autuado pelo crime de violação do patrimônio público

Crimes de intolerância religiosa podem ser denúnciados pelo Disque 100, que atua em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos. As denúncias são recebidas 24h por dia, desde 2011, ano da sua criação.

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São Paulo vai desativar parte do Hospital de Campanha do Anhembi em agosto

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Hospital de Campanha do Anhembi terá redução de leitos para reduzir gastos
Agência Brasil

Hospital de Campanha do Anhembi terá redução de leitos para reduzir gastos

A Prefeitura de São Paulo vai desativar parte dos leitos do Hospital de Campanha do Anhembi a partir do dia 1º de agosto. O anúncio foi feito por Bruno Covas (PSDB) em entrevista coletiva nesta quinta-feira (16). De acordo com o prefeito, 561 leitos deixarão de funcionar.

“Vamos reduzir a área de 871 leitos e vamos passar a usar 310 leitos. Serão menos 561 leitos, o que vai gerar economia mensal de R$ 19 milhões de reais”, disse Covas.

Ainda de acordo com a prefeitura, serão abertos, na mesma data, 132 novos leitos de enfermaria no hospital de Brasilândia , na zona norte da capital, além de 60 novos leitos no hospital Sorocabana , na zona oeste.

De acordo com números disponibilizados pela Secretaria da Saúde, a taxa de ocupação dos leitos de UTI da capital paulista está abaixo de 60% desde junho.

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