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Bolsonaro não cita crise e usa Itaipu para falar de criação de peixes em live

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Jorge William / Agência O Globo – 1.8.19

Jair Bolsonaro usou a história de Itaipu para falar de criação de peixes


No mesmo dia em que o novo chanceler do Paraguai, Antonio Rivas Palacios, anunciou o cancelamento do acordo de seu país com o Brasil sobre a geração de energia em Itaipu, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro , gravou uma live e decidiu citar a hidrelétrica para falar sobre a criação de peixes. Ao lado do secretário da Pesca, Jorge Seif Jr., ele ignorou a crise política do país vizinho e falou apenas sobre o cultivo de tilápia.

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Jorge Seif Jr. disse que o cultivo no lago da Usina de Itaipu pode dobrar a produção de pescado no Brasil.  

“A parte brasileira de Itaipu está 100% pronta para a gente cultivar tilápia. Só falta passar uma lei no Congresso do Paraguai “, disse o secretário.  

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Ao lado, Bolsonaro disse que já havia conversado com o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, sobre o assunto. 

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“Nós temos aquele mar de água, que não é cultivado nada ali. Então vamos cultivar lá para o Paraguai e para o Brasil . E cada um que faça o comércio que acha que deve fazer de pescado aí”.

 Na live, Bolsonaro falou ainda sobre temas recorrentes em seu discurso. Criticou multas ambientais, radares em estradas, defendeu o garimpo em terra indígena, a transformação da Baía de Angra dos Reis em uma “Cancún brasileira”, a exploração do grafeno e projetos de dessalinização da água do mar.

Mais cedo, Bolsonaro afirmou que o governo brasileiro está negociando com o Paraguai um novo acordo sobre o preço da energia da hidrelétrica binacional de Itaipu . Uma ata assinada em maio, em que o governo paraguaio concordava em pagar mais pela energia, deflagrou uma grave crise política no país vizinho e pôs o presidente Mario Abdo Benítez sob ameaça de impeachment .

Fonte: IG Nacional
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Morto em motel! Bandido acusou PMs de corrupção e traiu traficantes e milicianos

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Polícia ainda não sabe quem matou Léo do Aço

Em menos de quatro anos, Leonardo Barbosa da Silva, o Léo do Aço, delatou policiais do Bope a quem pagava propina e traiu tanto a maior facção do tráfico quanto o principal grupo de milicianos do Rio. Em agosto do ano passado, Silva foi executado com uma série de tiros de fuzil na porta do Motel Palazzo, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O inquérito aberto pela Delegacia de Homicídios (DH) para investigar o assassinato ainda está longe de uma solução e tem um longo rol de suspeitos.

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Até meados de 2017, Léo do Aço era gerente do tráfico das favelas do Rola e Antares, em Santa Cruz, também na Zona Oeste. Na ocasião, uma operação do Ministério Público na Penitenciária Bandeira Stampa, dentro do Complexo de Gericinó, revelou a primeira de uma série de traições do criminoso. Num celular apreendido numa das celas do presídio, ocupado apenas por milicianos, o MP encontrou uma troca de mensagens entre um integrante do maior grupo paramilitar do Rio e Léo do Aço.

A saída do tráfico se consolidou no ano seguinte, quando a milícia invadiu as favelas do Rola e de Antares. À época, quem optou por largar o tráfico e aceitar trabalhar para a milícia teve a vida poupada: Leonardo foi um desses.

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O período do criminoso na milícia durou menos de um ano. A DH já sabe que, antes de ser morto, Léo do Aço não integrava mais a quadrilha de paramilitares. De acordo com a polícia, ele deixou Santa Cruz com vários fuzis e entregou ao tráfico da Vila Kennedy em troca de abrigo. No entanto, com medo de ser morto, o criminoso passou a viver entre a favela da Zona Oeste e um esconderijo na Baixada Fluminense. O responsável pelo transporte de Léo do Aço, que trabalhava como um motorista particular, era Gabriel Rodrigues, dono do carro onde o traficante estava quando foi morto. Desde o dia do crime, o rapaz está desaparecido.

“PM falava comigo todo dia”

Em 2015, Léo do Aço foi preso pela Polícia Federal numa casa na Baixada Fluminense com quatro fuzis. Logo após sua prisão, ele foi convocado pela defesa de policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) para prestar depoimento num processo em que cinco agentes respondiam por corrupção. A estratégia dos advogados tinha como objetivo que o bandido desmentisse a acusação, dizendo que nunca recebeu dinheiro dos agentes. No entanto, em seu relato, Léo do Aço confessou que fazia pagamentos semanais de R$ 70 mil aos agentes em troca de informações sobre ações do batalhão.

“Ele (o PM) falava diariamente comigo. Eu que ordenei ele a dar bom dia e boa noite, pedir desculpa quando o comboio fosse para algum lugar que não fosse aquele local certo. Haveria o respeito de poder pedir desculpa. Tanto da nossa parte quanto da parte dele”, disse o bandido.

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Ao final do relato, Léo apontou o soldado para quem ele entregava o dinheiro “na mão”. O depoimento de Barbosa culminou na condenação dos PMs, em 2017, a penas que vão de 29 a 80 anos de prisão.

Foragido

Quando foi morto, Léo do Aço era considerado foragido. Em março do ano passado, ele deixou a cadeia para trabalhar e não retornou. O traficante alegou à Vara de Execuções Penais do Rio (VEP) ter conseguido emprego numa empresa de transporte e solicitou autorização para deixar o presídio durante o dia. A VEP permitiu a saída no dia 19 de março. Dez dias depois, Léo do Aço deixou o Instituto Penal Francisco Spargoli Rocha, em Niterói, e não retornou mais.

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A polícia ainda não sabe a identificação nem o paradeiro da mulher que deixava o motel com Léo do Aço no momento do ataque. O casal havia saído da Vila Kennedy em direção ao estabelecimento e permaneceu apenas 20 minutos no local. O dono do carro ficou na favela e não acompanhou o traficante e a mulher. Segundo funcionários do motel, o casal não aparentava pressa ao deixar o estabelecimento.

Fonte: IG Nacional
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Christian: homem, jovem, negro e morto pela polícia

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Lorena Barros / iG

Christian foi assassinado por policiais militares no bairro em que nasceu

O Caputera, bairro de Mogi das Cruzes, era um velho conhecido de Christian Silveira. Nascido e criado no mesmo local que a mãe, o rapaz aproveitou uma infância diferente da dela. Tinha comida todos os dias, roupas e sapatos novos, um celular, videogame e outras formas de diversão. Em meio a uma família de nove tios, as ruas do Caputera eram uma simples extensão da casa.

Foi naquela moradia feita de ruas já asfaltadas e de tantos conhecidos que nasceu, foi criado e morreu. 

Quando Christian partiu, menos de três meses estavam entre ele e a sonhada maioridade. Os dias de janeiro se arrastavam enquanto planos específicos para os 18 anos eram traçados. A primeira promoção no trabalho – passando do setor de empacotamento para o setor de frios de um supermercado local – e as aulas de habilitação, presente da avó, esperavam apenas que o calendário marcasse 13 de março para serem iniciadas. 

O tempo, que teimava em não passar, era ocupado com a rotina e as pequenas distrações de quem acabou de completar o Ensino Médio. Enquanto o curso técnico que seria iniciado no mês de fevereiro não começava, o rapaz dividia seus horários entre um namoro de longa data, os expedientes do trabalho de carteira assinada e um carro usado que ganhou de presente do tio.

Ainda não podia dirigir, mas tinha com o Corsa estacionado na garagem a dedicação religiosa de quem prepara uma casa nova. Comprava peças, lavava, sentava no volante e ligava o motor. Pensava diariamente em como poderia melhorá-lo. A única condição imposta pela avó para que Christian tivesse permissão de dirigir foi que ele não tirasse carteira de habilitação para moto. Diante de uma São Paulo caótica, o veículo de duas rodas era risco que a assustava.

Para além de acidentes de trânsito, os perigos que estavam fora de casa sempre demandaram cuidados na criação do filho único de Lucimara dos Santos. Se demorava demais para voltar para casa, escutava a voz dela do outro lado do telefone. “Onde você está? Quer que eu vá te buscar?”. Ao sair para o trabalho escutava, também dela,  um conselho acompanhado de pesar. “Volta para casa usando a camisa do mercado, filhão. Está acontecendo um monte de coisa por aí, se você tiver com a camiseta do mercado, vão saber que você é trabalhador”.

Nem os cuidados da mãe, nem a infância repleta de direitos básicos, mas pouco comuns a tantos, nem os esforços para garantir o direito à vida foram suficientes para livrar Christian do destino. Janeiro já findava na sexta-feira em que ele decidiu vender o ingresso de um show para um amigo, já que ele teria expediente na manhã do dia seguinte. A 200 metros de casa, ele esperava na calçada um sanduíche chegar quando um carro passou e o alvejou junto a dois amigos. 

O carro, a habilitação, a promoção no trabalho, o namoro, o expediente na manhã do sábado, o curso profissionalizante. Todos ficaram ali, suspensos nas ruas de Mogi das Cruzes. Como todo e qualquer plano interrompido pela partida repentina de um jovem com 17 anos.

O caso de Christian é emblemático. Ele morreu junto a outros dois jovens assassinado por um grupo de extermínio criado por pelo menos um policial militar e um ex-PM na cidade de Mogi. Ao todo, 26 jovens foram exterminados por eles entre os anos de 2013 e 2015. Quase cinco anos após os crimes, Fernando Cardoso Prado de Oliveira e Vanderlei Messias de Barros foram condenados a132 anos e cinco meses de prisão e 85 anos e nove meses de prisão, respectivamente.

Em 2015, quando Christian foi assassinado, São Paulo foi o estado com mais mortes decorrentes de intervenções policiais no Brasil, 848, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública do ano seguinte. Nos dados mais recentes, de 2018, o estado registrou 851 mortes. Dentro ou fora do expediente da segurança pública, o perfil dos que mais morrem na mão de policiais são iguais a ele: homens negros entre 15 e 29 anos. 

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Estão matando gente

Lucimara estava ‘morta’ quando decidiu ir ao centro de Mogi das Cruzes gritar. “Me escuta: estão matando gente”. No meio de uma praça. Cercada por crianças do bairro do Caputera e trajando uma camisa com o rosto do filho estampado, a mulher, hoje com 47 anos, tinha ido embora junto a Christian. “Honestamente, se tivessem me matado naquela hora só iam levar o corpo”, confessa. Uma entre dez irmãos, a mãe de filho único gritava a injustiça pelas ruas para tentar impedir que seus sobrinhos morressem chacinados da mesma forma que seu filho.

Naquele momento, Lucimara sequer sabia que policiais eram responsáveis pela morte de Christian. Quando chegou à delegacia pouco após segurá-lo morto nos braços, foi questionada sobre possíveis desafetos do filho que podiam ter cometido aquele assassinato. “Eu estava criando um homem vocês me devolveram um corpo. Quem tem que me falar o que foi que aconteceu são vocês”, respondeu.

Mulher com metade do rosto no escuro arrow-options
Lorena Barros / iG

Parte de Lucimara morreu junto ao filho

Com ajuda de Inês Paz, ex-professora dela e de Christian na Escola Estadual Profª Irene Caporali de Souza, reuniu outras mulheres que tiveram os filhos tomados de forma semelhante e formou o grupo Mães Mogianas. Da união, surgiu o respeito por parte de autoridades. “Como grupo, a gente ia à delegacia e era respeitada. Foi um trabalho de formiguinha mesmo”, lembra. O andamento das investigações apontava a autoria do crime a dois policiais, o que, mesmo diante de estatísticas, foi grande surpresa para a mãe.

“Falaram nesses policiais e eu até falei ‘mas quem é pra defender a gente está matando?’. Foi difícil de acreditar, viu?”, recorda. O difícil de acreditar logo tornou-se uma ferida que, como ela gosta de lembrar, não trouxe como perda apenas o filho dela. “Todo mundo perde. Eu porque não estou mais com meu filho, meu filho porque poderia estar formado hoje e não está vivendo, o policial porque também tem família; a população porque deixa de acreditar no estado. Todo mundo perde.”, garante.

Foi na elucidação do crime e na fé que se apoiou para voltar a viver depois da partida de Christian. Lucimara credita a Deus o impedimento de ouvir os tiros que mataram o filho tão perto de casa. Acredita queo poder divino impediu de vê-lo agonizando antes de morrer. Hoje, ela sabe também que Deus será responsável pelo reencontro dos dois no futuro. Está certa de que assim comoEle colocou o filho dela no mundo para torná-la uma pessoa melhor, o levou antes para que ela pudesse se preparar para o céu.

Mecanismos de sobrevivência

Saber que o filho voltava do trabalho para casa vestindo uniforme trazia um pouco de tranquilidade para Lucimara. Mesmo sem perceber, ela o aconselhava a utilizar a comprovação de ser um trabalhador como um método de sobrevivência. “É uma reação quase instintiva das famílias, buscar aqueles elementos simbólicos que podem criar mecanismos de proteção. Andar com a carteira de trabalho, não andar com casaco, com gorro”, explica o membro da coordenação do Coletivo Nacional de Juventude Negra (Enegrecer), Christian Ribas.

A carteira e farda de trabalho são comuns a muitos, mas costumam ser usadas quase como um escudo de proteção para pessoas jovens, periféricas e negras. A motivação, segundo coletivos, é usar da posição de trabalhador para garantir que “não é bandido” e tentar impedir a violação de um dos direitos humanos mais básicos, a garantia à vida.

“Temos que estar o tempo todo provando que somos seres humanos e que a nossa dignidade, nossa integridade física, precisa ser respeitada”, explica Ribas. Para ele, esse é o grande desafio enfrentado pela sociedade brasileira hoje. Aos olhos de estudiosos, o estereótipo de que o jovem negro é bandido, porém, é resultado de muitos anos de um racismo institucionalizado.

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Por que três quartos dos mortos pela polícia são negros?

Em números detalhados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 74,5% dos mortos pela polícia em 2018 eram negros. Para o pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP), Bruno Manso, uma série de elementos faz com que o jovem negro seja o principal alvo da letalidade policial no Brasil. Para entendê-los, é necessário encarar primeiro a sociedade brasileira como um país com um racismo estrutural refletido nos espaços ocupados por pessoas negras.

“Há uma absoluta minoria de negros nas universidades públicas, nos restaurantes caros ou em ambientes de classe média e classe média alta que são predominantemente brancos. Isso nos faz olhar para a história de um país com 380 anos de escravidão que não soube lidar com esse passado”, explica o professor da USP.

“Livre”, mas segregada desde a Lei Áurea, essa população passou a ocupar áreas periféricas, crescendo enquanto comunidade e, nos termos do pesquisador, “assustando” a cidade em desenvolvimento. Da sensação de medo, acentuada principalmente com o crescimento das cidades na década de 1980, o patrulhamento ostensivo se voltou a bairros pobres, superlotando as prisões com o mesmo perfil das pessoas que morrem pelas mãos policiais.



“Nesses bairros o Estado chegava primeiro com um exército inimigo para defender as regiões mais bem estruturadas, com maior infraestrutura urbana, que estavam de certa forma em pânico com o crescimento desordenado das cidades. Isso se manteve por muitos anos e virou um modelo de policiamento: prisão em flagrante de jovens negros e pobres em territórios pobres”, explica Manso. Se a prisão desse público específico é reflexo do racismo e do patrulhamento que chega primeiramente na periferia, as pesquisas mostram que uma questão estrutural pode ser o gatilho que faz com que a polícia mate.

“É comum em diversas entrevistas com policiais identificar uma frustração diante do modelo de fazer um trabalho mais arriscado e na hora de fazer uma investigação ou um processo ter que entregar para uma corporação que ele sequer confia”, explica. Essa frustração e o peso da responsabilidade de cumprir com as funções ostensivas da segurança pública podem gerar no indivíduo a sensação de que fazer justiça com as próprias mãos é o caminho mais eficaz. “É muito mais comum nesse dia a dia estressante de enxugar gelo, ele achar e começar a fornecer a cultura institucional de que ‘um bandido a menos deixa o mundo mais seguro’.”, explica. Para o pesquisador, esse pensamento termina propagado e reforçado em discursos até mesmo de autoridades políticas no Brasil.

Apesar da denúncia de racismo por parte do núcleo de estudos da USP, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo garante que todos os policiais passam por diversos cursos antes de entrar na instituição. Um deles, de direitos humanos, “que aborda o combate ao racismo e a outros crimes de intolerância, inclusive com discussões sobre abordagem e atendimento de vítimas”, diz a SSP. A pasta afirmou, ainda, que aumentou a carga horária da matéria nas academias.

Diante dos discursos de ódio e da cultura de pessoas que, mesmo arriscando a vida no combate ao crime, não acreditam no modelo de justiça atual do País, a morte na cabeça desses policiais passa a ter uma espécie de “efeito pedagógico” naqueles que estão dentro de um suposto mundo do crime.

A SSP detalhou, ainda, que todos os casos que são decorrentes de intervenção policial são “rigorosamente investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP) e pelas corregedorias das corporações” independente de raça, cor, credo, gênero, idade e etnia da vítima. A ilegitimidade das ações, segundo a SSP, são sempre investigadas com acompanhamento do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Fonte: IG Nacional
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