conecte-se conosco


Internacional

Bolsonaro fala sobre fraudes na Bolívia e renúncia de Evo Morales

Publicado

O presidente Jair Bolsonaro se pronunciou na noite deste domingo (10) a respeito da renúncia do então presidente boliviano Evo Morales. No fim da tarde de hoje Morales anunciou que deixaria o cargo e pediu a convocação de novas eleições.

Segundo a publicação de Bolsonaro nas redes sociais, a lição que fica para os brasileiros é a necessidade de votos que possam ser auditados. Para o presidente, o voto impresso “é sinal de clareza para o Brasil!”

O pronunciamento de Morales foi transmitido a partir da cidade de Cochabamba em meio à escalada dos protestos que se seguiram à eleição de 20 de outubro no país. Ao lado de Morales, o vice-presidente Alvaro García Linera também anunciou que deixa seu posto.

“Queremos preservar a vida dos bolivianos”, disse Morales no pronunciamento. Ele disse que decidiu deixar o cargo “para que não continuem maltratando parentes de líderes sindicais, prejudicando a gente mais humilde. Estou renunciando e lamento muito esse golpe”.

Cerca de uma hora antes do anúncio da renúncia de Morales, o governo brasileiro já havia se manifestado, por meio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), sobre as  irregularidades apontadas no processo eleitoral boliviano pela Organização dos Estados Americanos (OEA) que pedia a convocação de um novo processo eleitoral.

“O Brasil considera pertinente a convocação de novas eleições gerais em resposta às legítimas manifestações do povo e às recomendações da OEA, após a constatação das graves irregularidades. O Brasil estima que o novo sufrágio deve ser dotado de todas as condições para assegurar sua absoluta transparência e legitimidade. Nesse sentido, o novo sufrágio deve ser presidido por autoridades reconhecidas por sua honorabilidade e credibilidade para garantir o soberano desejo dos bolivianos, e contar com observação internacional em todas as etapas do processo”, diz a nota.

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Internacional
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Internacional

Irã anuncia descoberta de grande campo de petróleo

Publicado

O presidente do Irã, Hassan Rouhani, anunciou a descoberta de um grande campo de petróleo que poderá ampliar as reservas conhecidas do país em cerca de 30%.

Rouhani disse, nesse domingo (10), que engenheiros iranianos descobriram um grande campo com 53 bilhões de barris de petróleo. Acrescentou que o campo de petróleo na província sudoeste do país, Khuzestan, cobre uma área de 2.400 quilômetros quadrados.

A BP, gigante britânico do setor de petróleo, declarou que até o fim de 2018 o Irã ocupava o quarto lugar no mundo em reservas de petróleo, com total estimado de 155,6 bilhões de barris.

Se a dimensão na nova reserva de petróleo vier a ser comprovada, o volume elevaria a posição do país para logo depois da Venezuela e Arábia Saudita.

O anúncio surgiu no momento em que o Irã luta para vender seu petróleo no exterior, em meio às sanções impostas pelos Estados Unidos.

O país, aparentemente, está fazendo um apelo à comunidade internacional no sentido de reconfirmar sua importância como fornecedor de petróleo, numa tentativa de disseminar ressentimentos contra os Estados Unidos.

Leia Também:  Temperaturas acima dos 40 graus já causaram seis mortes nos EUA

*Emissora pública de televisão do Japão

Edição:

Fonte: EBC Internacional
Continue lendo

Internacional

Doentes mentais são acorrentados na Nigéria, diz a Human Rights Watch

Publicado

A organização não governamental Human Rights Watch (HRW) denunciou hoje (11) que “milhares de pessoas com problemas de saúde mental em toda a Nigéria estão acorrentadas e enclausuradas em várias instalações onde sofrem abusos terríveis”.

“A detenção, o encarceramento e o tratamento violento são comuns em muitos contextos, incluindo hospitais estaduais, centros de reabilitação, centros tradicionais de cura e instalações religiosas cristãs e islâmicas”, afirmou a HRW em comunicado.

A especialista para a área de deficiência daquela organização não governamental (ONG) Emina Cerimovic defendeu que “as pessoas com problemas de saúde mental devem ser apoiadas e receber serviços efetivos nas suas comunidades, não acorrentadas e abusadas”.

O presidente nigeriano Muhammadu Buhari disse, em outubro, a propósito dos centros de reabilitação islâmicos, que “não toleraria a existência de câmaras de tortura e abusos físicos de reclusos em nome da reabilitação”, lembrou a ONG.

Contudo, frisou a HRW, “o governo ainda não reconheceu que esse abuso é também comum nas instalações geridas pelo Estado”.

Entre agosto de 2018 e setembro de 2019, a Human Rights Watch visitou 28 instalações “que oferecem (…) serviços de saúde mental em oito estados e no Território da Capital Federal, incluindo hospitais psiquiátricos federais, hospitais gerais do Estado, centros de reabilitação estatais, centros de reabilitação estatais, centros de reabilitação islâmicos, centros tradicionais de cura, e igrejas cristãs”.

Leia Também:  Chanceler brasileiro espera “evolução democrática” na Venezuela

A HRW entrevistou 124 pessoas, 49 que foram acorrentadas e as suas famílias, funcionários em várias instalações, profissionais de saúde mental e funcionários do governo.

Edição:

Fonte: EBC Internacional
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana