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Bolsonaro diz que não ofendeu primeira-dama Brigitte Macron

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Bolsonaro zombou de Brigitte Macron arrow-options
Alan Santos/PR – 22.8.19

Bolsonaro concordou com comentário de internauta que zombava de Brigitte Macron

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (27) que não ofendeu a primeira-dama da França, Brigitte Macron , ao endossar um comentário em sua página no Facebook que zombava dela. Bolsonaro diz que falou para um seguidor seu não “falar besteira” e destacou que não se mete na “questão pessoal”.

comentário ocorreu em meio a uma discussão pública com o presidente francês, Emmanuel Macron , que classificou o gesto de Bolsonaro como “triste” e sugeriu que o brasileiro não está à altura do cargo que ocupa. No sábado, um seguidor postou foto dos casais Macron e Bolsonaro em uma publicação do presidente brasileiro no Facebook, com a legenda: “Agora entende por que Macron persegue Bolsonaro?” O perfil do presidente respondeu: “Não humilha cara. Kkkkkkk”. 

“Eu não botei aquela foto. Alguém que botou a foto lá e eu falei para ele não falar besteira. Não quero levar para esse lado. Questão pessoal, familiar, eu não me meto. Respeito o cara para não entrar nessa área”, disse Bolsonaro , na saída do Palácio da Alvorada.

Após ser questionado sobre o teor do seu comentário, o presidente disse que encerraria a entrevista caso as perguntas sobre o caso persistissem: “Se é para continuar pergunta nesse padrão, vai acabar a entrevista. Vai acabar a entrevista”.

Com novos questionamentos, Bolsonaro chegou a dizer que seu comentário pedia para o seu seguidor “não insistir nesse tipo de postagem”, mas logo em seguida deixou o local. “O meu comentário é para não insistir nesse tipo de postagem. Centenas…Tchau para vocês. Realmente, o jornalismo…Vocês não merecem a consideração”.

Ajuda do G7

Na mesma entrevista, Bolsonaro afirmou que só aceitará discutir o recebimento da  oferta de US$ 20 milhões dos países do G7 para ajudar no combate às queimadas na Amazônia se o presidente da França, Emmanuel Macron, voltar atrás em sua afirmação de que Bolsonaro mentiu para ele e desistir de discutir a internacionalização da Amazônia.

“Primeiramente, o senhor Macron tem que  retirar os insultos que faz à minha pessoa. Ele me chamou de mentiroso. Depois, pelas informações que eu tive, a nossa soberania está em aberto na Amazônia. Para conversar ou aceitar qualquer coisa com a França, que seja com as melhores intenções possíveis, ele vai ter que retirar essas palavras”, disse Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada, acrescentando depois: “Primeiro retira, depois oferece, daí eu respondo”. 

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Conflito entre Lava Jato e PGR pode dar fim à operação

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pgr
Divulgação

Em agosto, o procurador-geral Augusto Aras decidirá se prorroga ou se deixa que a Lava Jato do Paraná seja desfeita


A crise gerada entre a Lava Jato e a Procuradoria-Geral da República (PGR) contabiliza , até o momento, uma troca acusações e uma investigação da Corregedoria do MPF (Ministério Público Federal). Tudo teria começado  com a visita da subprocuradora Lindôra Araújo à Lava Jato do Paraná, na semana passada, na qual ela pediu acesso a dados sigilosos da operação.


Agora, a provável disputa sobre o futuro da força-tarefa pode culminar no seu encerramento já em agosto. Essa é a data na qual o procurador-geral Augusto Aras decidirá se prorroga ou se acaba com a operação, segundo informou o UOL. 

Segundo fontes relacionadas à Lava Jato do Paraná, Aras não tem a mínima intenção de prosseguir com a operação. Por outro lado, membros da PGR observam a força-tarefa falando em “falsas polêmicas” para justificar uma perseguição.

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Nacional

André Mendonça diz que governo pensa em recriar Ministério da Segurança

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Agência Brasil

andré mendonça
Isac Nóbrega/PR

André Mendonça, ministro da Justiça e Segurança Pública, não descarta recriar ministério extinto

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, afirmou hoje (3), que o governo federal ainda não descartou a possibilidade de dividir a pasta sob sua responsabilidade em duas, recriando o Ministério da Segurança Pública. “É um assunto que existe.”

Ao participar de uma conversa com o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim, promovida pelo Banco BTG Pactual e transmitida no Youtube, Mendonça disse que, ao assumir o cargo, em abril, comprometeu-se com o presidente Jair Bolsonaro a analisar a questão e apresentar uma proposta.

“Eu me comprometi [a fazer], e estou fazendo, uma análise de gestão do tamanho do ministério. Se, de algum modo, ele funcionaria melhor com uma divisão entre Justiça e Segurança Pública. A partir desta primeira avaliação, [vou] construir cenários ouvindo aos atores envolvidos [e pesando] os prós e contras de cada situação. E então apresentar ao presidente essas avaliações para que ele [presidente] possa tomar a melhor decisão para a política pública e para os cidadãos”, comentou Mendonça. Para ele, as duas hipóteses têm vantagens e desvantagens.

“A questão não é se divide ou não o ministério, mas como estruturamos um ou dois ministérios dentro de um conceito de boa governança pública”, acrescentou o ministro, indicando que, qualquer que seja a decisão, ainda deve demorar mais algum tempo. “Se, no ambiente de uma crise da covid-19, eu me dedicar a uma divisão de ministério, eu perdi o ano. Seria irresponsável fazê-lo agora. O que não significa que, com planejamento, não possamos fazê-lo.”

Em fevereiro de 2018, o então presidente Michel Temer dividiu a pasta da Justiça em duas e criou o Ministério da Segurança Pública. Em janeiro de 2019, ao tomar posse na Presidência da República , Jair Bolsonaro fundiu as duas estruturas e nomeou o ex-juiz Sergio Moro ministro da Justiça e Segurança Pública.

Em janeiro deste ano, Bolsonaro chegou a declarar que qualquer nova mudança estava descartada por ora. “A chance no momento é zero. Não sei amanhã”, disse o presidente na ocasião.

Independência da PF

Durante a conversa com Jobim, o ministro André Mendonça voltou a dizer que a Polícia Federal  tem total independência para exercer suas funções, mas ressaltou que autonomia legal não deve ser confundida com “soberania”.

“Independência e autonomia não significam uma soberania de atuação. Como ministro, eu demando uma atuação efetiva. Cobro resultados; quero saber quais as dificuldades estão tendo para tentar ajudar a solucionar. Isso é natural. Seria irresponsável se eu não fizesse isso, ou se o presidente não cobrasse isto”, explicou o ministro.

Para Mendonça, qualquer tentativa de interferência em investigações conduzidas pela corporação seria impensável em qualquer tempo. “Qualquer pessoa que tente fazer isto estará cometendo um suicídio jurídico e político. Elocubrar uma interferência na PF é impensável. Não só neste governo, mas em qualquer governo”, acrescentou o ministro.

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