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Bolsonaro diz que Brasil não terá mais radares móveis a partir da semana que vem

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Reprodução/redes sociais

Bolsonaro quer acabar com radares móveis nas estradas

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (12), que a partir da semana que vem o Brasil não terá mais radares móveis nas estradas. A declaração foi feita durante a inauguração da duplicação da BR-116, no interior do Rio Grande do Sul.

Leia também: Justiça revoga exonerações de Bolsonaro de membros de grupo de combate à tortura

“Estou com uma briga juntamente com o Tarcísio [ministro da Infraestrutura] na justiça para acabarmos com os pardais no Brasil, essa máfia de multas, que vai para o bolso de alguns poucos nessa nação. É uma roubalheira”, afirmou Bolsonaro . “Anuncio para vocês que a partir da semana que vem não teremos mais radares móveis no Brasil”. 

O presidente, no entanto, não especificou como isso será feito. “Essa covardia de ficar num descidão, no final de um retão alguém atrás de uma árvore para multar vocês não existirá mais”, completou. 

Bolsonaro também falou sobre o projeto de lei que enviou a Câmara dos Deputados que, entre outras medidas, aumenta a validade da CNH de 5 para 10 anos e amplia de 20 para 40 o número de pontos máximos para a cassação do documento.

Para o presidente, “quando um motorista profissional perde sua carteira de motorista , na verdade ele está perdendo a sua carteira de trabalho”. “O Parlamento com toda a certeza dará a devida resposta a essas propostas nossas”, acrescentou.

Em seu discurso durante a cerimônia, Bolsonaro ainda sinalizou que pretende se candidatar a reeleição. O presidente disse que pretende, em 2023,  integrar a malha ferroviária entre o porto de Taqui, no Maranhão, e o porto de Santos, em São Paulo. “Não dá pra fazer antes de 2023”, reiterou. 

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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida

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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida
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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida

Priscila Guilherme Sena, advogada do babá do menino Henry, Thayná de Oliveira Ferreira , revelou ao portal Uol que a cuidadora está triste, abalada mentalmente e que deseja ser esquecida durante as investigações.

“Eu só quero estar reclusa cada vez mais e ser esquecida. Estou priorizando a minha saúde mental e minha paz interior. Estou muito triste com tudo isso. Eu só rezo todos os dias para que tudo seja resolvido o mais rápido possível”, relatou a babá Thayná.

Sena informou os bastidores do depoimento dado pela sua cliente no dia 12 de abril. Segundo a advogada, “Thayná se emocionou bastante nos momentos em que lembrava do menino. Ficava dizendo que ele era muito carinhoso.”

Dado momentos das investigações, a babá esteve apreensiva em ser detida. “Ela [Thayná] me perguntou: ‘Doutora, eu vou ser presa ?’. Eu só falei que ela precisava contar a verdade. Aí, ela me contou exatamente o que está no depoimento, relatando os três casos de agressões, quando o menino aparecia machucado [após estar com Jairinho].”


A advogada da babá falou sobre a mudança no depoimento durante as investigações e atribuiu as diferentes versões a ‘ pressão ‘ sofrida pelo ex-advogado do Jairinho , André França Barreto.

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Funcionários de hospital no Pará dizem que parede falsa escondia respiradores

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 Funcionários de hospital no Pará dizem que parede falsa escondia respiradores
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Funcionários de hospital no Pará dizem que parede falsa escondia respiradores

Respiradores novos e sem utilização prévia foram descobertos numa espécie de “parede falsa” dentro de sala no  Hospital Regional Abelardo Santos, localizado em Icoaraci, 20 km de Belém-PA . Vistoria realizada no local descobriu 19 unidades dos ventiladores pulmonares durante a troca da gestão da Organização Social de Saúde (OSS). As informações são da CNN .

O governo do Pará confirmou a existência dos respiradores novos e guardados, porém negou que os aparelhos estivessem estocados numa ‘parede falsa’. De acordo com os governantes, uma comissão interna apurará a razão dos ventiladores não terem sido utilizados durante toda a pandemia.

Uma funcionária, que preferiu manter a sua identidade anônima, afirmou que os respiradores estavam guardados no auditório do prédio e que, para acessá-los, foi preciso quebrar uma parede do prédio.


A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará não divulgou o valor pago por cada equipamento inutilizado e nem a data da aquisição dos aparelhos. No entanto, a pasta afirmou que uma análise técnica foi realizada nos ventiladores pulmonares e que os mesmo foram disponibilizados para uso imediato. O estado do Pará registra ocupação nos leitos de UTI acima de 80%.

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