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Política Nacional

Bolsonaro defende fim das aulas práticas em autoescolas

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Reprodução/redes sociais

Bolsonaro quer mudar regras para tirar a CNH

O presidente Jair Bolsonaro defendeu que não seja mais obrigatório ter aulas práticas de direção para tirar a carta de motorista no Brasil. Em uma transmissão ao vivo no Facebook na noite dessa quinta-feira (25), Bolsonaro afirmou que apenas uma prova prática e teórica já seria o suficiente para receber a CNH. 

Leia também: Em dois anos e meio, mais de 28 mil famílias perderam suas casas em São Paulo

“Eu aprendi a dirigir na fazenda. Com 10 anos de idade eu tava dirigindo trator na fazenda em Eldorado Paulista. E acho que nem devia ter exame de nada. Parte escrita apenas e ir para prática logo. Não tem que cursar autoescola , ter aula de um monte de coisa que já sabe o que vai acontecer. Então, deveria ter uma prova prática e uma prova escrita ali. Seria o suficiente para tirar a carteira de habilitação”, afirmou Bolsonaro. 

O presidente, no entanto, afirmou que pretende deixar essa questão para outro momento, mas disse que tem intenção de apresentar outras medidas para baratear os custos da carta de motorista, como o fim das aulas em simuladores. Segundo o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas, que também participava da live, a CNH fica 15% mais cara por conta das aulas no equipamento.

Bolsonaro já apresentou um projeto para acabar com a obrigatoriedade dos simuladores na autoescola, que será analisado pela Câmara e pelo Senado. Durante a transmissão, o presidente fez um apelo para que o Congresso aprove a medida: “Eu espero que a Câmara não bote a obrigação dos simuladores de novo. Porque tem muito sentido espúrio nisso aí”, defendeu. 

O presidente também disse ter a intenção de acabar com a obrigatoriedade de exames médicos apenas em clínicas do Detran. De acordo com ele, o projeto permitiria que o motorista conseguisse um atestado “com o pai, irmão, vizinho ou qualquer médico”.

Além disso, Bolsonaro também citou o aumento de pontos na carta de 20 para 40, o fim da obrigatoriedade do uso de cadeirinhas para criança, dos radares móveis e acabar com exames toxicológicos para motoristas. “Espero que a Câmara não mexa nisso. Pelo contrário, aprove e até inclua mais coisas. Afinal 513 pessoas mais 81 no Senado têm cabeças para sugerir mais medidas para que fique mais barato isso aí”, defendeu. 

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Política Nacional

Secretaria da Mulher debate normas para aumentar proteção de bebês durante a pandemia

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Divulgação/Agência de Notícias do Paraná
Saúde - geral - amamentação bebês nutrição infantil recém-nascidos leite materno maternidade
Proposta em análise na Câmara tenta reduzir risco de contaminação de crianças menores de um ano

A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados promove live nesta terça-feira (4), às 14h30, para discutir o Projeto de Lei 2765/20, que institui normas para proteção de bebês e puérperas durante a pandemia de Covid-19.

O debate é uma iniciativa das deputadas Erika Kokay (PT-DF) e Sâmia Bomfim (Psol-SP), autora da proposta.

Entre outras medidas, o PL 2765/20 amplia o período da licença-maternidade, de 120 para 180 dias, e o da licença-paternidade, de 5 para 45 dias, enquanto durarem as medidas de enfrentamento da pandemia no País.

O texto também cria a licença-cuidador, que tem o objetivo de estender o período de licença para cuidados com o bebê por mais 180 dias. Esse período seria, portanto, somando aos 180 ou 45 dias.

“A licença-cuidador, um mecanismo de cuidado social emergencial, busca diminuir o risco de exposição de crianças menores de um ano à Covid-19, que poderia colocar em perigo a saúde de todo um grupo familiar”, afirma Sâmia.

Convidadas
Foram convidadas para a discussão:

  • a jornalista e ativista por inclusão, direitos e cidadania das pessoas com deficiências e suas famílias Andrea Werner;
  • a pesquisadora do Observatório Feminista do Nordeste Ingrid Farias;
  • a farmacêutica Karla Kobal;
  • a antropóloga e presidente do LeME-Leite Materno na Escola, Renata Albuquerque; e
  • a jornalista e pós-graduanda em aleitamento materno Veronica Linder.

Transmissão
O público poderá acompanhar o debate na pagina da Secretária da Mulher no YouTube.

Da Redação – MO

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Política Nacional

Lava Jato: Gleisi diz que decisão de Fachin é “descabida”

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Gleisi Hoffmann
Claudio Kbene

Presidente do PT, Gleisi Hoffmann

A presidente nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann escreveu em seu Twitter na tarde desta segunda-feira (3) que ” revogar compartilhamento de dados da Lava Jato é descabido”. 

Gleisi criticou a decisão tomada nesta terça pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que nega o compartilhamento de dados da força-tarefa da Lava Jato com a Procuradoria-Geral da República.

“Qual o interesse em manter essa caixa-preta?”, defende a presidente do PT .

“Já está claro que a República de Curitiba atuava como polícia política, investigava 38 mil pessoas s/ critérios e tem 50 mil documentos em segredo, atuando com parcialidade”, afirma sobre momentos da Lava Jato como a condenação de Lula.

Veja a publicação de Gleise :

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