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Política Nacional

Bolsonaro compara Hélio Negão a “maracujá pretinho” e faz piada com chineses

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Bolsonaro afirmou que deputado precisava puxar os olhos para não ser reconhecido na China

Durante sua tradicional live no Facebook na noite desta quinta-feira (10), o presidente Jair Bolsonaro fez uma piada considerada racista sobre o deputado Hélio Lopes, conhecido como Hélio Negão. O presidente também anunciou que o parlamentar o acompanhará em viagem a China e zombou de asiáticos. 

Leia também: PSL pune quatro deputados após crise entre Bolsonaro e Luciano Bivar

Durante a live, Bolsonaro lembrou de sua infância na cidade de Eldorado, no interior de São Paulo, contando que pescava e colhia. “Tirava maracujá também, um pretinho, doce, coisa maravilhosa. Da cor do Hélio Negão. Vem cá, Negão!”, disse o presidente, chamando o parlamentar para aparecer no vídeo. “Da cor do Hélio, da careca do Hélio o maracujá”, completou, rindo. 

Bolsonaro ainda anunciou que o deputado o acompanhará em viagem a China no final do mês de outubro. “O Hélio vai pra China comigo. Eu falei: Tem algum problema? É só você fazer assim que ninguém vai te achar na multidão”, disse, enquanto puxava os olhos para o lado. 



Durante a live, o presidente também afirmou que confia no presidente Donald Trump para o apoio a entrada do Brasil na OCDE. “A 1ª vez que estive com Trump, eu pedi pra ele esse apoio. Ele imediatamente nos deu. Agora, não depende só dele. Nós temos que procurar todos os países, porque tem que haver uma unanimidade”, disse. O 1º que procuramos foi Israel, foi Benjamin Netanyahu. E assim, a nossa equipe está trabalhando, estamos praticamente chegando lá” 

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Política Nacional

Maioria dos brasileiros é contra renúncia do presidente, aponta pesquisa

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Marcos Corrêa/PR – 27.3.20

Renúncia de Jair Bolsonaro é rejeitada por 59% dos brasileiros

Mais da metade dos brasileiros (59%) não querem a renúncia de Jair Bolsonaro da presidência da república, como tem sido pedido por políticos da oposição. Já 37% dos ouvidos pelo Datafolha consideram a medida correta e 4% não souberam responder. 

Covid-19: 4 estados e DF podem entrar em ‘aceleração descontrolada’

O levantamento foi realizado com 1.511 entrevistados, por telefone, entre 1º e 3 de abril, com margem de erro de três pontos. A motivação tem sido a atuação do presidente durante a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Para 52%, Bolsonaro tem condições de seguir liderando o país, apesar de apenas 33% considerarem a sua gestão da crise na saúde boa ou ótima. Já aqueles que consideram que o presidente perdeu tais condições, estão 44% dos entrevistados e 4% não souberam responder.

São Paulo libera de quarentena atividades de escritório de advocacia

Na semana passada políticos de oposição ao governo Bolsonaro, entre eles, Fernando Haddad (PT-SP), Ciro Gomes (PDT-CE) e Guilherme Boulos (PSOL-SP), lançaram um  manifesto pedindo a renúncia de Bolsonaro.

“Da minha parte, a palavra renúncia não existe. Eu fico feliz até por estar na frente (no combate) a um problema grande como esse. Fico pensando como estaria o outro que ficou em segundo lugar (Haddad) no meu lugar aqui”, afirmou o presidente em resposta ao manifesto.

Por segmento

O levantamento aponta que a renúncia do presidente tem maior apoio entre jovens (44%), mulheres (42%), aqueles que têm até o ensino fundamental (40%) e quem tem renda mensal acima de 10 salários mínimos (39%).

Entre os empresários , 65% consideram que o presidente tem condições de liderar o Brasil. Concordam 62% dos moradores do Sul do País e 49% daqueles que ganham mais de dez salário mínimos.

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Política Nacional

Bolsonaro pede à Índia que siga enviando insumos para cloroquina

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Neste sábado (04), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou que pediu ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para que seja mantido o fornecimento de insumos para a produção da hidroxicloroquina, medicamento que vem sendo testado no combate à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus

Leia também: Irmão de Bolsonaro tem lotérica e é beneficiado por medida do governo

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Reprodução Twitter

Bolsonaro em reunião com o primeiro-ministro indiano

“Neste sábado (04), em contato com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, solicitei apoio na continuidade do fornecimento de insumos farmacêuticos para a produção da hidroxicloroquina. Brasil e Índia continuarão grandes parceiros pós-crise do coronavírus , e não mediremos esforços na luta para salvar vidas”, escreveu Jair Bolsonaro em seu perfil no Twitter.

Leia também: Bolsonaro diz que auxílio de R$ 600 começará a ser pago na próxima semana

O presidente também publicou uma foto em que aparece em uma teleconferência ao lado do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e assessores no Palácio da Alvorada.

Leia também: Irmão de Bolsonaro tem lotérica e é beneficiado por medida do governo

Mais cedo, o mandatário foi ao Twitter anunciar que havia zerado impostos para hidroxicloroquina e azitromicina, e que, “nos próximos dias”, faria o mesmo com o zinco e a vitamina D. “Todos usados no tratamento de pacientes portadores da Covid-19 “, escreveu Bolsonaro . Os medicamentos citados ainda estão sendo testados no combate ao novo coronavírus .

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