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Economia

Bolsonaro comemora queda no risco país

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O presidente Jair Bolsonaro comemorou na noite desta segunda-feira (22) em publicação em sua conta oficial no Twitter a queda no Credit Default Swap (CDS), índice que mede o risco país, do Brasil. O CDS chegou a 128 pontos, índice que, segundo o presidente, é o menor patamar em cinco anos e que indica a “recuperação da confiança de investidores internacionais no Brasil.”

“Junto a avanços como ingresso na OCDE e acordo Mercosul-UE, estamos colocando o Brasil no lugar que merece”, acrescentou Bolsonaro em sua postagem.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC
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Economia

Em busca de trabalho? Saiba quais cidades mais geraram vagas de emprego em 2019

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Ao todo, Brasil gerou mais de 461 mil vagas de emprego neste ano, de acordo com o Caged

São Paulo fechou os sete primeiros meses de 2019 com um saldo de 50.251 novos empregos com carteira assinada, e é o município que mais ofereceu oportunidade de trabalho neste ano. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas na sexta-feira (23).

Só em julho o saldo da capital paulista foi de 20.204 vagas geradas na capital paulista, ou seja, o resultado do total de admissões menos o total de desligamentos. 

Atrás de São Paulo, vem Curitiba, no Paraná, com 15.632 empregos novos de janeiro a julho; em terceiro lugar está Brasília, Distrito Federal, que abriu 14.884 vagas. 

Além das capitais, Joinville (SC), Dourados (MS) e Santa Cruz do Sul (RS) tiveram destaque entre as cidades que mais ofereceu postos de trabalho neste ano. Veja abaixo a tabela com os 20 municípios do Brasil que mais colaboraram com o crescimento da economia gerando empregos.

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Desligamentos

Entre as cidades que ficaram com o saldo negativo, o Rio de Janeiro foi a que mais sofreu. A capital carioca fica isolada na ponta da tabela: foram 16.733 postos de trabalho fechados de janeiro até julho.

Fortaleza, no Ceará, também perdeu oportunidades de emprego (4.806), seguido de Rio Formoso, em Pernambuco (4.040). Confira a tabela abaixo.


Emprego formal cresce no Brasil

Em linhas gerais, o emprego formal no Brasil cresceu pelo quarto mês consecutivo. Foram 43.820 vagas de trabalho com carteira assinada abertas só em julho, um crescimento de 0,11% em relação ao estoque de junho

“Consideramos que o mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas”, afirmou o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo.

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Também houve aumento no emprego se considerados os resultados dos sete primeiros meses deste ano. De janeiro a julho foram abertas 461.411 vagas formais, variação de 1,20% sobre o estoque. Em 2018, no mesmo período, as novas vagas tinham somado 448.263. 

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Nos últimos 12 meses, o saldo ficou positivo em 521.542 empregos, variação positiva de 1,36%. Assim como no acumulado do ano, os últimos 12 meses tiveram crescimento maior do que no período anterior. Em 2018, o saldo tinha ficado positivo em 286.121 vagas.

Fonte: IG Economia
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Economia

Pequenos negócios criaram 95% das vagas em julho, diz Sebrae

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As micro e pequenas empresas criaram 41,5 mil empregos com carteira assinada no mês de julho. Os dados foram compilados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo o levantamento, os pequenos negócios foram responsáveis por 95% dos empregos gerados em todo o país.

Com os números das grandes empresas e da administração pública, foram criados 43,8 mil empregos formais. De janeiro a julho deste ano, as micro e pequenas empresas abriram 437,6 mil vagas, 2,4% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, disse que esses empreendedores são a alavanca para a economia e vitais para a geração de emprego e renda no país. Segundo Melles, é mais um motivo para que o país invista em melhoria do ambiente de negócios do setor, diminuição da burocracia e incentivo à competitividade.

Os pequenos negócios do setor de serviços foram os que mais criaram vagas (20 mil). Os destaques foram o ramo imobiliário, com 15,2 mil empregos, e o setor da construção civil, com 14 mil postos.

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São Paulo liderou a geração de empregos em julho, com mais 12,8 mil vagas, seguido por Minas Gerais, com 7,5 mil. A Região Sudeste teve o maior volume de novos postos (20 mil), seguido pelo Centro-Oeste, com 6,7 mil vagas.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC
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