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Internacional

Bolsonaro: “Buscamos pelos desaparecidos na Amazônia desde o início”

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O presidente Jair Bolsonaro na IX Cúpula das Américas, em Los Angeles.
Reprodução/Itamaraty Brasil – 10.06.2022

O presidente Jair Bolsonaro na IX Cúpula das Américas, em Los Angeles.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse hoje (10) em discurso na 4ª edição da Cúpula das Américas na Flórida, nos Estados Unidos, que o governo brasileiro atua com todos os recursos para encontrar com vida o indigenista Bruno Araújo Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips, desaparecidos no Vale do Jari (AM) há uma semana. 

“Desde o primeiro momento as nossas Forças Armadas e Polícia Federal têm se destacado na busca incansável da localização dessas pessoas. Pedimos a Deus que sejam econtrados com vida”, disse o atual presidente. 

O governo é acusado por familiares e especialistas de negligenciar as operações de buscas por não autorizar por exemplo, o uso de helicopteros nas operações de varredura na selva. Na quarta-feira, 8 de junho, a Justiça do Amazonas ordenou “sob regime de urgência que a União Federal reforce a estratégia de buscas e ratifica que é imprescindível o uso de helicopteros em buscas na selva” , como informamos no  Último Segundo

Durante discurso na cúpula, Bolsonaro comentou também que o Brasil é referência em ajuda humanitária. “O Brasil é um país que continua concedendo vistos humanitários a afegãos, haitianos, ucranianos, sírios e venezuelanos”, afirma Bolsonaro. 

Encontro com Joe Biden

Jair Bolsonaro se encontrou ontem com o presidente americano Joe Biden em duas ocasiões na cúpula e afirmou que se surpreendeu com a conversa e que também busca por alternativas para por fim aos conflitos na Ucrânia.

“Senti no presidente Biden muita sinceridade e muita vontade em resolver certos problemas que fogem, obviamente de total responsabilidade de cada um de nós. Mas, juntos, poderemos buscar alternativas para pôr um fim nestes conflitos”, conclui.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Papa pede que povo ucraniano não seja esquecido

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Fiéis carregando bandeiras ucraniana na Praça São Pedro, no Vaticano
Ansa

Fiéis carregando bandeiras ucraniana na Praça São Pedro, no Vaticano

O papa Francisco fez neste domingo (26) um novo apelo para que o mundo não se esqueça do povo da Ucrânia, alvo de uma invasão militar promovida pela Rússia desde o dia 24 de fevereiro.

Após a oração do Angelus, o líder da Igreja Católica afirmou que “os bombardeios na Ucrânia continuam causando mortes, destruição e sofrimento à população”.


“Por favor, não nos esqueçamos deste povo atingido pela guerra, não o esqueçamos no coração e nas nossas orações”, declarou o Pontífice.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de 4 mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

Embora sem jamais criticar a Rússia diretamente, o Papa vem se posicionando claramente a favor da Ucrânia desde o início da guerra e já condenou em diversas ocasiões os massacres promovidos contra a população civil.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Xangai não registra casos de covid pela 1ª vez desde o novo surto

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Testagem de covid-19
Redação – BBC News Mundo

Testagem de covid-19

A cidade chinesa de Xangai não registou no último sábado (25) nenhuma nova infeção por covid-19 pela primeira vez desde março, quando eclodiu um forte surto ligado à variante Ômicron que levou a um longo e severo confinamento da sua população.

“Não houve novos casos domésticos confirmados de covid-19 e nenhuma nova infecção assintomática em Xangai em 24 de junho de 2022”, disse o governo da cidade de 25 milhões de pessoas em um comunicado.


Em março, as infecções começaram a se multiplicar na capital econômica do país, que acabou decretando um confinamento severo por dois meses. O bloqueio, criticado pela população que luta para obter alimentos e cuidados médicos, foi suspenso praticamente no início de junho, embora o retorno à normalidade tenha sido dificultado pelo restabelecimento das restrições em alguns distritos.

Há duas semanas, milhões de pessoas foram novamente confinadas temporariamente quando o governo municipal lançou uma campanha de testes em massa em algumas áreas. Enquanto isso, a capital Pequim fechou escolas e escritórios por semanas devido a outro surto que as autoridades dizem ter sido contido na semana passada.

A secretaria municipal de educação indicou no sábado que todos os alunos do ensino fundamental e médio poderão voltar às aulas a partir de segunda-feira, embora professores, alunos e pais devam primeiro passar por um teste de PCR. A capital registrou apenas duas novas infecções no sábado.

Por seu lado, Shenzhen, uma grande cidade industrial do sul do país, anunciou neste sábado que vai encerrar durante três dias os mercados, cinemas e ginásios de um distrito que faz fronteira com Hong Kong, depois de detectar nessa localidade casos de covid -19.

A China é uma das maiores economias do mundo que continua a aplicar a chamada estratégia de “Covid zero” para erradicar o vírus com base em restrições a viagens internacionais, quarentenas, testes em massa e confinamentos severos.

As autoridades insistem que essa política é necessária para evitar um colapso do sistema de saúde devido à distribuição desigual de recursos médicos e as baixas taxas de vacinação dos idosos.


Fonte: IG Mundo

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