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Economia

Bolsa cai ao menor valor desde 3 de janeiro e dólar se aproxima de R$ 4

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No âmbito nacional, os dados fracos sobre a economia brasileira colaboraram para o desempenho negativo do Ibovespa

Os problemas de articulação do governo, somados ao ambiente ainda cauteloso no exterior, fizeram o Ibovespa chegar, no pregão desta quarta (15), ao menor patamar desde 3 de janeiro. O principal indicador de desempenho da Bolsa de Valores brasileira (B3) fechou o dia em queda de 0,51%, a 91.623 pontos, tendo batido a marca dos 90 mil durante a sessão.

No âmbito nacional, os dados fracos sobre a economia brasileira colaboraram para o desempenho negativo do Ibovespa . O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), divulgado hoje pelo Banco Central e considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto),  apontou um recuo de 0,68% na economia no primeiro trimestre em relação aos três meses anteriores.

No exterior, afetou o mercado a divulgação de uma queda de 0,2% nas vendas do comércio dos Estados Unidos em abril e de crescimento aquém do esperado na produção industrial da China no mesmo período. A guerra comercial entre os dois países ficou em segundo plano após o presidente norte-americano, Donald Trump, dizer que as negociações com os asiáticos ainda não entraram em colapso.

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A cotação do dólar , por sua vez, fechou o pregão em alta de 0,51%, a R$ 3,9960, o maior valor registrado desde o período pré-eleições presidenciais. Em 1º de outubro de 2018, a menos de uma semana do primeiro turno, a moeda era cotada a R$ 4,0180. Por volta das 10h, o dólar chegou a ultrapassar esse patamar , batendo R$ 4,0196.

Fonte: IG Economia
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Economia

Governo acelera projeto de lei para privatizar Eletrobras

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Orçamento de 2019 conta com R$ 12 bilhões que seria obtidos com a venda da Eletrobras

O governo acelerou, internamente, o andamento do projeto de lei para privatizar a Eletrobras. A necessidade de dinheiro para liberar recursos no Orçamento e conseguir fechar as contas neste ano apressou as discussões nos ministérios da Economia e de Minas e Energia, que contam com a desestatização também como parte da agenda pós-reforma da Previdência.

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A equipe econômica ainda não definiu, porém, quando enviará o projeto de privatização ao Congresso Nacional. Antes, o texto será submetido ao presidente Jair Bolsonaro, que dará a palavra final sobre o assunto. A desestatização da Eletrobras precisa passar pela análise de deputados e senadores porque a empresa foi excluída do Programa Nacional de Desestatização (PND).

No entendimento do governo, é necessário uma nova lei para incluir a empresa no PND e tocar a privatização. É a mesma situação de Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

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A grande maioria das estatais é corrupta, diz secretário de Desestatização

 O Orçamento deste ano conta com uma receita de R$ 12 bilhões que seria obtida com a venda da estatal de energia. Diante das incertezas sobre o avanço do projeto, o Ministério da Economia decidiu retirar esse valor das previsões de arrecadação, o que ajudou a aumentar o total de despesas bloqueadas. Atualmente, cerca de R$ 35 bilhões estão contingenciados.

Agora, o governo busca receitas para desbloquear recursos e evitar novos cortes. A privatização é vista como uma das possibilidades de arrecadação federal. Técnicos reconhecem, porém, que a discussão sobre o tema no Congresso será difícil e que há muita resistência de parlamentares à venda de estatais como a Eletrobras.

Fonte: IG Economia
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Economia

Procon-RJ instaura ato para multar Light por atraso em religação

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Linhas de distribuição de energia elétrica arrow-options
Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

Para o Procon-RJ, a Light não apresentou argumentos que afastasse sua responsabilidade

O Procon-RJ instaurou nesta terça-feira (16) um “Ato Sancionatório” contra a Light. Em maio desde ano, o presidente da entidade, Cássio Coelho, abriu investigação preliminar contra a empresa. A motivação foi demora nos reparos de suas instalações na Região Metropolitana do Rio de Janeiro após as fortes chuvas que ocorreram no dia 28 de Abril.

Na época, após verificarem diversas reclamações dos consumidores nas redes sociais e no material divulgado pela imprensa sobre o serviço da Light , os fiscais do Procon-RJ  realizaram três dias de fiscalização em casas e estabelecimentos comerciais da cidade do Rio e da Baixada Fluminense. Os relatos eram de mais de 24 horas sem fornecimento de energia elétrica. 

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Após prestar esclarecimentos, para o Procon-RJ, a empresa não apresentou argumentos que afastem a sua responsabilidade ou a preocupação em restabelecer a normalidade do serviço público com celeridade.

Segundo o órgão de defesa do consumidor, houve falha no serviço prestado pela concessionária, o que trouxe  transtornos para a população. Moradores e comerciantes de bairros e municípios do Rio, como Vila Isabel, Tijuca, Duque de Caxias e São João de Meriti, tiveram prejuízos com eletrodomésticos , perda de mercadorias e fechamento de lojas.

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Muitos consumidores também ficaram sem conseguir contato com a Light devido ao telefone ficar indisponível após a queda de energia. Os que conseguiram contato, relatavam ainda que não era dado prazo para normalização do serviço.  

 A empresa alegou que os prazos obrigatórios para restabelecimento de energia, previstos na resolução da Aneel, eram restritos às hipóteses de suspensão de energia e não se aplicavam ao caso do temporal. Segundo a Light, eles se enquadravam em interrupção de energia elétrica por incidente alheio ao controle da empresa.

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Para os analistas do Procon-RJ, a concessionária de serviço público deixou de cumprir o contrato de prestação de energia de forma adequada por deixar os consumidores sem luz por tempo implausível, além de não ter demonstrado, na oportunidade que lhe foi concedida, as medidas tomadas para minimizar os prejuízos dos consumidores lesados pela ausência de luz.

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O Ato Sancionatório intima a Light para apresentar ao Procon Estadual, a contar do recebimento da notificação, sua defesa em 15 dias e, com ela, o relatório econômico atual, a fim de calcular o valor da multa que poderá ser aplicada. 

Fonte: IG Economia
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