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BOI/CEPEA: Preços do boi e da carne atravessam abril em patamares firmes

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Cepea, 30/4/2020 – Mesmo diante do cenário incerto por conta da crise gerada pela pandemia de coronavírus, o mercado pecuário nacional atravessou abril registrando preços relativamente firmes. No mês (dados até o dia 29), o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 teve média de R$ 199,61, apenas 0,37% inferior à de março/2020, mas quase 20% acima da de abril do ano passado, em termos reais (valores foram deflacionados pelo IGP-DI). Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação vem da baixa oferta de animais prontos para abate neste período de final de safra. Do lado da demanda, verifica-se certa estabilidade na procura de brasileiros pela carne bovina, especialmente por cortes mais baratos. Já a demanda internacional pela carne bovina in natura segue aquecida, especialmente por parte da China – vale lembrar que o país asiático parece ter superado a pandemia de coronavírus, o que tende a manter firme a procura internacional por carnes. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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Armazém para Todos é lançado pela Aprosoja MT

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Armazém para Todos é lançado pela Aprosoja MT

A disparidade em relação a produção e a capacidade de armazenagem é o grande gargalo do setor produtivo

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16 de Junho de 2021

Uma realidade: Mato Grosso é o maior produtor de grãos do país. Um problema: déficit de armazém. A demanda: aumentar o número de armazéns. Diante dessa realidade, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lançou, nesta quarta-feira (16.06), a campanha Armazém para Todos com objetivo de incentivar a construção de silos para que o agricultor de pequeno e médio porte tenha onde guardar os grãos.

“O produtor precisa ser dono daquilo que produz. A armazenagem tem que ser para todos”, enfatizou o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, durante coletiva de imprensa com os jornalistas. “A disparidade em relação ao que produzimos (cerca de 70 milhões de grãos) e a capacidade de armazém (2.211 unidades) é o grande gargalo do setor produtivo. Não temos silos suficientes para comportar as safras de soja e milho”, esclareceu Cadore.

A campanha Armazém para Todos passa pela questão socioeconômica, uma vez que garante ao produtor maior rentabilidade, tranquilidade na colheita e garantia de alimento o ano todo para o cidadão. Além disso, reduz o fluxo nas rodovias, custos na produção, desgastes na logística e desperdício de alimentos. “É hora de quebrar paradigmas. Precisamos desburocratizar o acesso ao crédito para a armazenagem”, pontou Cadore.

O produtor rural Zilto Donadello, e também coordenador da comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, revelou que neste ano perdeu de sete a oito sacas de soja por hectare, justamente por não ter armazém. Ao fazer uma simulação com os dados da propriedade, por meio da plataforma eletrônica criada pela Aprosoja, ele conseguiu ter ideia da viabilidade econômica para construir silos.

“De acordo com o simulador, se eu construir um armazém de 1.000 toneladas deixaria de perder em média 6,5 sacas por hectare. Com isso, teria uma dinâmica de comercialização melhor. Hoje eu tenho um custo elevado na produção com frete, filas de descargas, descontos nos armazéns e trading”, explicou Donadello.

Evolução da produção

Mato Grosso avançou em produção, tecnologia e manejo do solo. Para se ter uma ideia, nos últimos 10 anos, o Estado evoluiu em mais de 43 milhões de toneladas da produção de soja e milho. Em contrapartida, a capacidade de armazenagem aumentou apenas 11,88 milhões, neste mesmo período.

Com a expectativa de avanço produtivo nos próximos anos, Mato Grosso precisaria ampliar a capacidade estática para 125 milhões de toneladas até 2030, ou seja, teria que apresentar uma taxa de crescimento anual da capacidade de armazenagem na ordem de 22,9%, frente aos 3,7% observados nos últimos anos. 

Fonte: Marcella Lírio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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ARROZ/CEPEA: Em queda consecutiva há mais de um mês, preço volta a patamar de ago/20

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Cepea, 16/06/2021 – Os preços do arroz em casca estão há pouco mais de um mês em queda consecutiva no Rio Grande do Sul. Na parcial deste mês (até o dia 15), o Indicador do arroz em casca ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros (média ponderada e pagamento à vista) caiu 8,25%, fechando a R$ 72,80/sc de 50 kg na terça-feira, 15, o menor patamar desde o dia 10 de agosto do ano passado, em termos nominais. Segundo pesquisadores do Cepea, compradores e vendedores de arroz em casca vêm disputando de forma acirrada os valores de negociação do produto no Rio Grande de Sul. Vendedores têm resistido a comercializar a preços mais baixos, e, assim, limitam a oferta do cereal no spot gaúcho. Apenas alguns orizicultores disponibilizam um volume um pouco maior, especialmente para pagamentos rápidos e/ou antecipados e a retirar. Compradores, por sua vez, tentam reduzir as cotações, alegando proximidade entre os valores atuais e os da paridade de importação. Ainda assim, a pressão de demandantes predomina e mantém os valores em queda. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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