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BOI/CEPEA: Média mensal da arroba é recorde para julho

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Cepea, 30/07/20 – Na parcial deste mês (até o dia 29), o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (mercado paulista, à vista) registra média de R$ 220,76, avanço de 5,2% na comparação com a média de junho, e recorde real da série histórica do Cepea, iniciada em 1994, considerando-se apenas os meses de julho. De acordo com pesquisadores do Cepea, o avanço no mercado nacional é explicado pela combinação de exportações brasileiras aquecidas, beneficiadas pela intensa demanda chinesa, e pela oferta restrita de animais no pasto, evidenciada pelo menor número de boi gordo abatido no início deste ano desde 2011. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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Estão disponíveis as agromensais de julho/2020

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Cepea, 05/08/2020 – Neste mês, confira:

 

AÇÚCAR: Desde o início oficial da atual safra 2020/21, em abril/20, as usinas do estado de São Paulo têm produzido uma maior quantidade de açúcar. E, ainda assim, os valores médios do cristal no mercado spot paulista ao longo desta temporada estão superiores aos verificados na anterior (2019/20). Leia mais.

 

ALGODÃO: Em julho, muitos produtores iniciaram e/ou intensificaram a colheita do algodão da safra 2019/20. A oferta de pluma no mercado spot nacional, no entanto, seguiu baixa, tendo em vista que o ritmo de beneficiamento esteve lento no período e que cotonicultores priorizaram o cumprimento de contratos aos mercados domésticos e externo. Leia mais.

 

ARROZ: Os preços do arroz em casa casca seguiram em alta no mercado sul-rio-grandense em julho, renovando as máximas nominais e se aproximando do patamar recorde. O impulso veio da demanda, que esteve aquecida praticamente todo o mês, mesmo diante de dificuldades reportadas nas negociações do arroz beneficiado nos setores atacadista e varejista de grandes centros consumidores. Leia mais.

 

BOI: As exportações brasileiras aquecidas, favorecidas pela intensa demanda chinesa, e a oferta restrita de animais no pasto, evidenciada pelo menor número de boi gordo abatido no início deste ano desde 2011, mantiveram em alta os preços da arroba no mercado nacional ao longo de julho. Leia mais.

 

CAFÉ: Após a forte queda no mês anterior, os preços do café arábica tiveram recuperação em julho. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, teve média de R$ 505,97/saca de 60 kg no mês, elevação de 4,7% em relação à de junho. Leia mais.

 

ETANOL: Os preços dos etanóis hidratado e anidro estiveram estáveis ao longo de julho, sustentados pela reação nas vendas do biocombustível na ponta de distribuição. Ressalta-se que, apesar do aquecimento no mês, a saída de etanol ainda esteve bem aquém do observado no período que antecedeu a pandemia de covid-19, mesmo com o biocombustível mostrando competitividade frente à gasolina C no segmento varejista dos principais estados consumidores. Leia mais.

 

 
FRANGO: Os preços da carne e do frango vivo subiram ao longo de julho. Este foi o segundo mês consecutivo que o setor avícola conseguiu “respirar” e apresentar recuperação nas cotações. Os valores foram impulsionados pela aquecida demanda nacional e pela controlada oferta de animais para abate – na indústria, agentes também relataram diminuição no ritmo de produção  Leia mais.

 

MILHO: Os preços de milho operaram em alta na maior parte de julho, mas com fundamentos diferentes no período. Nas duas primeiras semanas, as cotações subiram, influenciadas pela alta do dólar, pela firme demanda externa e pela elevação do frete. Leia mais.

 

OVINOS: Os preços do cordeiro vivo subiram ao longo de julho, influenciados pelo aumento gradual da liquidez. Além disso, o período de entressafra reduz a quantidade de ovinos prontos para o abate em algumas regiões do País, reforçando a sustentação dos valores  Leia mais.

 

SOJA: Os preços da soja atingiram recordes nominais em julho, devido ao baixo excedente interno, à firme demanda das indústrias brasileiras e à retração dos sojicultores em negociar novos volumes a curto prazo. Esse cenário estimulou agentes a negociarem a produção das duas próximas safras. Além disso, a demanda doméstica por óleo e farelo de soja esteve aquecida, dando suporte aos preços do grão. Leia mais.

 

 
TRIGO: Em julho, o semeio de trigo no Sul do País chegou ao fim e o clima favorável manteve agentes otimistas quanto à produção desta safra, visto que as lavouras apresentavam ótimas condições e desenvolvimento. Este contexto deve resultar em novo crescimento da produção no Paraná, maior produtor do cereal no Brasil. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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Mapa publica diretrizes para proteção de cultivares de teca e milho

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Os Atos n° 9 e 10 do Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicados no Diário Oficial da União, divulgam os chamados descritores mínimos para proteção das cultivares de milho (Zea maysL.) e de teca (Tectona grandis L.), que é uma espécie arbórea para produção de madeira. Os atos divulgam as diretrizes dos testes a serem realizados para verificar os requisitos técnicos, além de descrever as cultivares a serem protegidas. 

A proteção de cultivar é uma forma de propriedade intelectual pela qual os obtentores vegetais podem proteger suas novas cultivares, obtendo determinados direitos exclusivos sobre elas. Para que uma espécie possa ser protegida, o Mapa divulga as diretrizes para as avaliações de ensaios de campo – chamados de testes de distinguibilidade, homogeneidade e estabilidade (DHE) – a fim de harmonizar a forma como serão feitos, que características serão observadas etc. 

As diretrizes são especificas para cada espécie vegetal. No caso das cultivares de teca, o SNPC, em conjunto pesquisadores e empresas (Departamento de Engenharia Florestal da UFMT, Proteca Biotecnologia e Bioteca Ltda.) desenvolveu os requisitos, uma vez que não existem diretrizes internacionais para a proteção de cultivares dessa espécie. 

“A expectativa é que agora, com a possibilidade de as empresas protegerem seus materiais, os trabalhos de pesquisa e geração de cultivares de teca sejam ainda mais estimulados, beneficiando, assim, o setor florestal como um todo”, ressalta o coordenador do Serviço Nacional de Proteção de Cultivares da Secretaria de Defesa Agropecuária, Ricardo Zanatta. 

No caso do milho, as orientações já existiam publicadas, no entanto eram bem antigas e, por isso, foram atualizadas conforme documento da União Internacional para a Proteção das Obtenções Vegetais (UPOV), mas levando em consideração as particularidades do Brasil.  

“É importante fazer esse trabalho de revisão para incorporar novos descritores aos testes (para facilitar a diferenciação de materiais), pois o melhoramento genético é dinâmico e esse trabalho tem que ser feito eventualmente”, explica Zanatta. 

Os dados obtidos em diversos países e no Brasil demonstram que realizar a proteção de cultivares traz uma série de benefícios como o aumento da produtividade dos cultivos, aumento das atividades de melhoramento e, em consequência, um aumento no número de novas cultivares.

Informações à Imprensa
[email protected]

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