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Economia

BNDES aprova aplicação de até R$ 60 milhões para investimentos

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a aplicação de até R$ 60 milhões para o FIP Anjo, fundo de investimento voltado a pequenas empresas inovadoras, com elevado potencial de crescimento cujo faturamento seja inferior a R$ 1 milhão.

Do total do patrimônio inicial de R$ 60 milhões, R$ 40 milhões serão aplicados pelo BNDES, que fará novos aportes à medida que a gestora captar mais recursos. O anúncio foi feito hoje (4).

Será dada preferência para investimentos em companhias dos setores de agronegócios, biotecnologia, cidades inteligentes, economia criativa, saúde e tecnologia da informação e comunicação (TIC), informou o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa. Os recursos totais do fundo podem chegar a R$ 120 milhões.

Mapeamento

A empresa Domo Invest fará o mapeamento e seleção das empresas, articulação com aceleradoras e investidores-anjo, respondendo também pela captação de outros investidores.

O fundo tem previsão de duração de dez anos e terá um período de investimento de cinco anos, que poderá ser prorrogado por dois anos. As empresas ‘startups’ que quiserem apresentar seus projetos à gestora podem se cadastrar no endereço http://www.domoinvest.com.br.

A expectativa é que em uma etapa inicial o FIP Anjo invista em cerca de 100 ‘startups’, aportando entre R$ 100 mil e R$ 500 mil em cada uma. O valor aportado será igual ao captado junto a investidores-anjo ou aceleradora. Esses outros apoiadores também deverão atuar como mentores dos empreendedores, estimulando melhores práticas de governança e gestão, disse o banco. Em uma segunda fase de investimentos, serão realizados aportes de até R$ 5 milhões em empresas com receita bruta entre R$ 1 milhão e R$ 16 milhões.

BNDESPAR

Desde 1995, o BNDES apoia programas voltados à estruturação de fundos de capital de risco, tendo apoiado, por meio deles, mais de 350 empresas. Por meio de sua subsidiária BNDES Participações (BNDESPAR), a instituição tem atuado na cadeia de investimento, com destaque para fundos de empresas nascentes (‘Seed Capital’), emergentes (‘Venture Capital’) e de maior porte (‘Private Equity’). Atualmente, o capital comprometido da BNDESPAR em fundos de investimentos em participações alcança R$ 3,5 bilhões, distribuídos em 43 fundos. 

Edição: Renata Giraldi

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Economia

Projeto que suspende reajuste de planos de saúde e remédios será votado na terça

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votação virtual do senado
Leopoldo Silva / Agência Senado

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) é o autor do projeto de lei

Foi adiada para terça-feira (2) a votação do projeto de lei que suspende o reajuste de preços de medicamentos, planos de saúde e seguros privados por 120 dias. O PL 1.542/2020, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), recebeu 46 emendas de senadores, nove delas protocoladas nesta quinta-feira (28).

Vários senadores e líderes pediram o adiamento da votação, argumentando que o tema é complexo e que foram apresentadas muitas emendas ao texto. Essa solicitação teve o apoio do autor do projeto, Eduardo Braga, e do relator da matéria, senador Confúcio Moura (MDB-RO).

Confúcio Moura já havia elaborado seu relatório, mas novas emendas foram apresentadas depois disso. Assim, o relator disse que vai redigir novo relatório, aproveitando as sugestões das novas emendas e propondo um texto substitutivo para ser votado na semana que vem.

De acordo com o autor do projeto, o Poder Executivo enviou ao Congresso no final de março uma medida provisória (a MP 933/2020) suspendendo por 60 dias o reajuste de preços dos medicamentos. Os novos valores começariam a valer em 1º de abril e ficariam suspensos, portanto, até 1º de junho.

Segundo Eduardo Braga, é imprescindível aumentar o período da suspensão dos reajustes e estendê-la aos  planos e seguros privados de assistência à saúde. 

Braga afirma na justificativa da proposta que é importante evitar aumento de preços em um momento em que os efeitos econômicos causados pela crise do novo coronavírus (Sars-CoV-2) têm provocado uma perda significativa da renda das famílias pela necessidade de isolamento social, que faz com que os cidadãos percam seus empregos ou tenham seus salários reduzidos.

Leia ainda:  Auxílio virou empréstimo? Saiba quem precisará devolver os R$ 600 em 2021

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Economia

Mães menores de idade podem pedir auxílio emergencial a partir de hoje

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A partir de hoje (30), as mães com menos de 18 anos podem pedir o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). A novidade está disponível na 16ª versão do aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, que está sendo liberada hoje pela Caixa Econômica Federal.

Incluída pelo Congresso durante a tramitação da medida provisória que instituiu o benefício, a extensão do auxílio emergencial para mães menores de idade havia sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 15. O cadastro no auxílio emergencial pode ser pedido até 3 de junho.

A vice-presidente de Tecnologia da Caixa, Tatiana Thomé, explicou como funcionará a novidade em entrevista coletiva hoje à tarde. A mãe menor de idade precisa cadastrar pelo menos dois membros da família (ela própria mais um filho, no mínimo). Caso a adolescente pertença a uma família maior, com algum membro que tenha se cadastrado no auxílio emergencial, precisará fazer o cadastro compatível com o do outro membro da família.

Mães grávidas não poderão fazer o cadastro porque o aplicativo pedirá o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do filho. O processo se dará de forma igual ao dos demais cadastramentos. Ao entrar no aplicativo, a mãe digitará nome completo, número do CPF, nome da mãe e data de nascimento, conforme constam nos cadastros da Receita Federal. O aplicativo oferece a opção “mãe desconhecida”, caso a requerente não conheça a mãe.

Finalizado o cadastro, os dados serão enviados à Dataprev, empresa estatal de tecnologia, que comparará as informações prestadas com as 17 bases de dados disponíveis para ver se o requerente cumpre as condições da lei para receber o auxílio emergencial. A usuária poderá acompanhar, no próprio aplicativo, se o benefício foi aprovado, negado ou se o cadastro foi considerado inconclusivo (quando as informações prestadas não conferem com os bancos de dados do governo).

Edição: Denise Griesinger

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