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Bloqueado em redes sociais, Bolsonaro busca Telegram para propagar fake news

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Presidente Jair Bolsonaro teve suas redes sociais suspensas após divulgação de fake news
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro teve suas redes sociais suspensas após divulgação de fake news

Após o Facebook, YouTube e Instagram anunciarem a suspensão temporária de suas contas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) passou a investir no Telegram para se comunicar com apoiadores. A informação é da jornalista Bela Megale, no jornal O Globo .

O aplicativo russo tem ganhado cada vez mais adeptos as ideologias de Bolsonaro e passou a contar com investimentos do próprio presidente e de seus filhos. Em seu canal, com mais de 1 milhão de inscritos, Jair Bolsonaro divulga vídeos, imagens, áudios e, às vezes, notícias falsas.

Na visão da equipe da presidência da República, o uso da plataforma é mais viável neste momento, já que não há um crivo ou possibilidade de bloqueio de contas pelas publicações feitas, mesmo que sejam informações falsas. Nesta semana, redes sociais suspenderam as contas do presidente após Bolsonaro divulgar em sua live semanal uma informação que associa a vacina contra a Covid-19 com possibilidade de infecção da AIDS. A informação foi desmentida pelo governo do Reino Unido, órgão em que Bolsonaro informou ter sido responsável pela pesquisa.

Outro ponto que conta a favor do aplicativo russo é não acatar decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sediado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a plataforma não tem representantes no Brasil, o que dificulta a comunicação de decisões judiciais que envolvem o aplicativo.

Devido ao aumento de fake news na plataforma de troca de mensagens, a Câmara dos Deputados deve discutir nas próximas semanas uma proposta que inibe o uso do aplicativo no Brasil. A proposta é relatada pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que pretende entregar seu texto até o fim desta semana.

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Executivo da PlayStation é demitido após acusações de pedofilia

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Executivo da PlayStation é demitido após acusações de pedofilia
Reprodução/Youtube

Executivo da PlayStation é demitido após acusações de pedofilia

Um funcionário de alto escalão da PlayStation foi demitido após acusações de pedofilia. George Cacioppo, de 64 anos, era vice-presidente sênior de engenharia e trabalhava desde 2013 na Sony Interactive Entertainment. Um vídeo dele marcando um encontro com um suposto garoto de 15 anos foi publicado no YouTube e viralizou na plataforma.

A denúncia foi feita pelo grupo de ciberativistas  People v. Preds,  que flagra situações de pedofilia e outras práticas de abusos e assédios. No vídeo publicado no YouTube, há capturas de tela, mensagens e fotos supostamente trocadas entre Cacioppo, sob o codinome “Jeff”, e por um membro do grupo disfarçado de um adolescente de 15 anos.

Jeff teria, então, convidado a vítima a ir até a sua casa, sem saber que todo o conteúdo das conversas estaria sendo documentado por uma tela. Um cinegrafista da  People v. Preds  comparece ao encontro e filma tudo. Cacioppo atende a porta, vestindo uma camiseta com o símbolo do PlayStation 5 e é confrontado pelo ativista, que afirma que vai chamar a polícia. Ele entra na casa, sem responder às acusações.

Assista ao vídeo abaixo:


O conteúdo foi publicado na última sexta-feira (3) e já conta com mais de 125 mil visualizações e de 700 comentários. A Sony informou já estar ciente da situação e que “o funcionário em questão foi desligado do emprego”.

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Por apagão do WhatsApp, Procon-SP aplica multa milionária ao Facebook Brasil

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WhatsApp (Imagem: Jeso Carneiro/ Flickr)
WhatsApp (Imagem: Jeso Carneiro/ Flickr)

A dona do Facebook no Brasil recebeu uma multa milionária do Procon-SP devido ao apagão do WhatsApp em outubro. A penalidade foi anunciada pelo órgão de defesa do consumidor paulista neste fim de semana após ter notificado a companhia. Em reação, a responsável pelo mensageiro afirmou que vai recorrer da decisão.

A penalidade parte da instabilidade do mensageiro e de outros serviços quando a empresa ainda se chamava Facebook. Em 4 de outubro, os produtos da Meta saíram do ar por volta de 13h no horário de Brasília. Depois, o WhatsApp e outras redes sociais, só voltaram a funcionar lá pelas 19h, totalizando cerca de seis horas de queda.

Em reação ao incidente, o Procon-SP notificou o WhatsApp no dia seguinte. “Somente em caso fortuito externo, que é um terremoto muito forte, por exemplo, poderá isentar o WhatsApp de responsabilidade”, afirmou Fernando Capaz, diretor-executivo do órgão. “Falhas internas não eximem a responsabilidade da prestadora de serviço.”

O novo capítulo dessa história só veio à tona neste fim de semana. Devido ao apagão do WhatsApp, o Procon-SP aplicou uma multa de R$ 11 milhões ao braço da Meta no Brasil, que é responsável pelo mensageiro, Facebook e Instagram. Ao Poder360 , a companhia afirmou que vai recorrer da decisão do órgão de defesa do consumidor paulista.

App do Facebook (Imagem: Thomas Sokolowski/Unsplash)
Facebook, WhatsApp e outros serviços da Meta ficaram fora do ar por cerca de seis horas em outubro (Imagem: Thomas Sokolowski/Unsplash)

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Apagão do WhatsApp e Facebook: saiba o motivo da queda

A instabilidade aconteceu em 4 de outubro. Mas a explicação do incidente só veio depois: no dia seguinte, a companhia informou que a queda foi causada por uma falha na configuração de seus roteadores. A justificativa parte de um comunicado assinado por Santosh Janardhan, vice-presidente de infraestrutura da rede social.

“Nossas equipes de engenharia descobriram que as alterações nas configurações dos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam essa comunicação”, disse Janardhan. “Essa interrupção no tráfego de rede teve um efeito cascata na maneira como nossos data centers se comunicam, interrompendo nossos serviços.”

Ainda assim, os serviços da Meta não foram os únicos que encararam com algum tipo de dificuldade naquele dia. Usuários de outros mensageiros, como o Telegram, também relataram instabilidade em 4 de outubro, ainda que não houvesse queixas de falha generalizada na plataforma. O dia também foi palco de reclamações relacionadas ao Twitter e até mesmo sobre o funcionamento de operadoras do Brasil e outros países.

Com informações:  Poder360

Por apagão do WhatsApp, Procon-SP aplica multa milionária ao Facebook Brasil

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