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Bill Gates diz que Microsoft será cuidadosa com dados do TikTok

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Olhar Digital

TikTok
Wikimedia Commons/Kuhlmann MSC

Bill Gates comenta compra do TikTok


Apesar de, como ele mesmo diz, não ser o público-alvo do TikTok , Bill Gates decidiu falar sobre a possível compra da rede social pela Microsoft . O empresário afirmou estar confuso com todo o imbróglio que aconteceu no último fim de semana entre Donald Trump , a Microsoft e a ByteDance em torno da aquisição, mas assegurou que sua empresa não deve fazer nada de errado com os dados dos usuários.

“A Microsoft é muito cuidadosa com os dados. Não faremos coisas hostis ou vistas como hostis”, garantiu em entrevista à Bloomberg. Além disso, ao ser questionado sobre o que pensava sobre a possibilidade de o TikTok entrar para a “família Microsoft”, destacou que a inovação do aplicativo é algo a se elogiar. “É bom que o TikTok tenha criado alguma concorrência por meio da inovação. Não me parece que impedir que a inovação esteja disponível faz muito sentido quando você quer coisas novas por aí”, afirmou.

Desde março, Bill Gates se afastou ainda mais da Microsoft , apesar de ser um dos maiores acionistas da empresa. Ele decidiu deixar o conselho de diretores para se dedicar à Bill & Melinda Gates Foundation, fundação filantrópica que criou junto com sua esposa. De qualquer forma, afirmou que, caso os mandatários da empresa desejarem, poderá dar alguns conselhos, mesmo que não esteja “no centro da decisão que está sendo tomada”.

Entenda a polêmica Estados Unidos x TikTok

Desde que chegou ao ocidente, o TikTok se tornou um sucesso absoluto, com mais de dois bilhões de downloads. Porém, a ByteDance, desenvolvedora da rede social, é uma empresa chinesa, o que levantou uma série de contestações sobre a segurança dos dados dos usuários. Isso porque, segundo o governo americano, a China pode ter acesso a essas informações e usar isso a seu favor.

Por conta disso, o presidente Donald Trump anunciou na última semana que o aplicativo será banido dos Estados Unidos, a menos que alguma empresa americana o compre (e é aqui que a Microsoft entra na história). O país, porém, não foi o primeiro a fazer isso. A  Índia anunciou o banimento do TikTok (e muitos outros aplicativos de origem chinesa) no país.

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Tecnologia

Google Meet terá reuniões ilimitadas na versão grátis até 2021

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Tecnoblog

Google Meet
Unsplash/Harry Cunningham

Google Meet amplia prazo para limitar tempo das chamadas de vídeo

O Google Meet continuará a oferecer um recurso premium de graça até março de 2021: usuários do Gmail poderão realizar chamadas em vídeo com duração praticamente ilimitada (máximo de 24 horas). Anteriormente, a  empresa planejava restringir as reuniões em até 60 minutos nas contas gratuitas. No entanto, o cancelamento de ruído e a gravação no Google Drive ficarão exclusivos para clientes G Suite.

“Queremos continuar ajudando aqueles que dependem do Meet para manter contato nos próximos meses”, diz o Google em comunicado. “Como um sinal de nosso compromisso, hoje continuamos com chamadas ilimitadas do Meet (até 24 horas) na versão gratuita até 31 de março de 2021 para contas do Gmail.”

Em abril, o Google havia anunciado que iria limitar as videochamadas gratuitas do Meet em 60 minutos a partir de 30 de setembro de 2020. A empresa mudou de ideia dias antes desse prazo.

Além disso, todos os usuários ainda poderão usar o desfoque de fundo , o layout com até 50 pessoas ao mesmo tempo (incluindo você), a transmissão via Chromecast e a integração ao Gmail na web e nos aplicativos de celular.

Recursos premium do Google Meet deixarão de ser grátis

Vale notar, no entanto, que outros recursos premium do Google Meet ficarão indisponíveis em contas gratuitas: ou seja, não será possível realizar gravação de reuniões no Google Drive, nem fazer transmissões ao vivo no domínio para até 100 mil pessoas. Além disso, o limite de participantes por chamada cairá de 250 para 100 (o que deve ser bastante para a maioria dos usuários).

Há outra perda importante: o cancelamento de ruído ficará restrito a clientes do G Suite Enterprise e G Suite Enterprise for Education . O recurso foi liberado esta semana para Android e iPhone; ele já estava disponível na web há alguns meses.

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Tecnologia

Twitter alerta usuários para lerem artigos antes de compartilhar

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Twitter
Unsplash/Sara Kurfeß

Twitter adiciona ferramenta para incentivar usuários a lerem artigos

O Twitter quer incentivar os usuários a lerem artigos antes de os compartilharem, em uma tentativa de evitar a propagação de desinformação. Na última semana, a rede social anunciou que vai começar a avisar quem retuitar um texto sem lê-lo. 

Ao compartilhar um artigo, o Twitter vai mostrar um aviso. “Manchetes não contam a história toda. Você pode ler o artigo no Twitter antes de retuitar”, diz o alerta. A rede social ainda diz que o objetivo é “ajudar a promover uma discussão informada”.

O novo recurso já vinha sendo testado para alguns usuários da rede social no Android . Segundo o Twitter, os testes foram bem sucedidos: 40% dos usuários avisados voltaram e abriram o artigo, número 33% maior do que antes da ferramenta.

“Não deveríamos ter que dizer isso, mas você deve ler um artigo antes de twittar”, diz o Twitter . A promessa é de que a novidade chegue a todos os usuários em breve.

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