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Internacional

Biden nomeia conselheiro Ron Klain como chefe de gabinete

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, nomeou a autoridade sênior democrata Ron Klain como seu chefe de gabinete e assistente na quarta-feira (11).

Klain é um dos confidentes mais próximos de Biden e trabalhou pela primeira vez para o democrata em 1989, quando este era senador dos EUA. Klain era o encarregado da resposta norte-americana à crise de saúde do ebola em 2014, durante o governo Barack Obama, quando Biden era vice-presidente.

Um crítico feroz da maneira como o atual presidente republicano Donald Trump lidou com a nova pandemia de coronavírus, Klain deve ser uma figura-chave na resposta de Biden à crise de saúde.

“Ron foi inestimável para mim ao longo dos muitos anos em que trabalhamos juntos, inclusive ao resgatar a economia americana de uma das piores recessões da nossa história em 2009 e, posteriormente, superar uma emergência assustadora de saúde pública em 2014”, afirmou Biden em um comunicado.

Klain disse em um comunicado: “É a honra de uma vida servir ao presidente eleito Biden nesta função e sinto-me humilde diante de sua confiança. Estou ansioso para ajudá-lo e a vice-presidente eleita a montar uma equipe talentosa e diversificada para trabalhar na Casa Branca.”

Klain era o vice-chefe de gabinete de Biden e, mais recentemente, um conselheiro sênior para a campanha presidencial do democrata.

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Internacional

Papa Francisco chega ao Iraque nesta sexta-feira

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O papa Francisco visita o Iraque de sexta(5) a  segunda-feira, sendo esta a primeira viagem de um papa a um país muçulmano de maioria xiita.

A agenda inclui encontros com a comunidade católica, que tem 590 mil pessoas, cerca de 1,5% da população iraquiana, além de cristãos de outras Igrejas e confissões religiosas, líderes políticos e o grande aiatola Ali Sistani, a maior autoridade xiita do país.

Francisco vai passar por Bagdá, Najaf, Ur, a terra natal do patriarca Abraão, figura de referência para os judeus, cristãos e muçulmanos, Erbil, capital do Curdistão iraquiano, Mossul e Qaraqosh.

Segundo a agência Ecclesia, em 2003 havia cerca de 1,4 milhão de cristãos no Iraque, mas estima-se que hoje sejam cerca de 250 mil, uma diminuição de mais de 80% em menos de duas décadas.

Antes do exílio, a maioria dos cristãos estava na província de Nínive, cuja capital é Mossul.

Em mensagem de vídeo aos iraquianos, divulgada hoje (4) na véspera de sua partida, o papa diz que visita o país como “peregrino da paz, depois de anos de guerra e terrorismo”.

Ele manifesta o desejo de orar com irmãos e irmãs de outras tradições religiosas, considerando o povo iraquiano como “uma única família de muçulmanos, judeus e cristãos”.

*Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

Edição: –

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Internacional

ONU: forças de Myanmar matam quase 40 pessoas em repressão a protestos

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As forças de segurança de Myanmar abriram fogo durante protestos contra o governo militar e mataram 38 pessoas nessa quarta-feira, disse uma enviada da Organização das Nações Unidas (ONU), no dia mais sangrento de repressão às manifestações pela volta do governo eleito democraticamente.

As forças de segurança recorreram a munição letal com pouco aviso em várias cidades pequenas e grandes, disseram testemunhas, e a junta militar pareceu determinada a conter os protestos contra o golpe de 1º de fevereiro, que depôs o governo eleito de Aung San Suu Kyi.

“É horrível, é um massacre. Não há palavras para descrever a situação e nossos sentimentos”, disse o ativista jovem Thinzar Shunlei Yi à Reuters por meio de um aplicativo de mensagens.

“Hoje foi o dia mais sangrento desde que o golpe aconteceu no dia 1º de fevereiro. Tivemos hoje – só hoje – 38 pessoas mortas. Mais de 50 pessoas morreram desde o início do golpe, e muitas ficaram feridas”, disse em Nova York a enviada especial da ONU em Myanmar, Christine Schraner Burgener.

Um porta-voz do conselho militar governante não respondeu a um pedido de comentários.

Ko Bo Kyi, secretário adjunto do grupo de direitos humanos Associação de Assistência a Prisioneiros Políticos, escreveu no Twitter: “Até agora, os supostos militares mataram ao menos 18”.

Em Yangon, a principal cidade do país, testemunhas disseram que ao menos oito pessoas foram mortas, uma no início do dia e sete quando as forças de segurança dispararam de forma contínua em um bairro do norte da cidade, no início da noite (horário local).

“Deve haver responsabilização e uma volta à democracia em Myanmar”, disse a União Europeia.

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