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Internacional

Biden e Putin conversam por duas horas sobre Ucrânia

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, tiveram uma conversa virtual de duas horas sobre a Ucrânia e outras disputas, nesta terça-feira (7), em meio aos temores ocidentais de que a Rússia esteja prestes a invadir sua vizinha do sul.

Imagens da televisão russa mostraram Biden e Putin se cumprimentando amistosamente no início do que se esperava ser uma conversa tensa. Biden disse a Putin que espera que o próximo encontro dos dois seja em pessoa.

A Casa Branca emitiu um comunicado dizendo que a conversa havia começado, mas não exibiu nenhuma imagem da protegida “Sala de Situação” onde estava Biden.

Os dois presidentes conversaram durante duas horas e um minuto, de acordo com a Casa Branca.

O Kremlin disse esperar que os dois líderes consigam realizar uma cúpula presencial para debater o que descreve como o estado lamentável das relações EUA-Rússia, que estão em seu pior momento desde o fim da Guerra Fria.

Antes da videoconferência, autoridades norte-americanas disseram que Biden diria a Putin que a Rússia e seus bancos poderiam ser atingidos pelas piores sanções econômicas até hoje se invadir a Ucrânia.

Elas disseram que as sanções, que uma fonte disse poderem visar os maiores bancos da Rússia e sua capacidade de converter rublos em dólares e outras moedas, foram concebidas para dissuadir Putin de usar os milhares de soldados reunidos perto da fronteira com a Ucrânia para atacar.

O Kremlin, que antes da reunião desta terça-feira disse não esperar nenhum avanço, disse que não tem intenções de atacar a Ucrânia e que o posicionamento dos soldados é puramente defensivo.

Mas o governo russo expressa uma contrariedade crescente com a ajuda militar ocidental à Ucrânia, uma ex-República soviética que se inclina para o Ocidente desde que uma revolta popular derrubou um presidente pró-Rússia em 2014, e o que classifica como uma ampliação sorrateira da aliança militar Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Por sua vez, a Rússia expressa dúvidas sobre as intenções ucranianas e diz querer garantias de que a Ucrânia não usará a força para tentar retomar território perdido para separatistas apoiados pela Rússia, algo que o governo ucraniano descarta.

“Estamos buscando relações boas, previsíveis com os Estados Unidos. A Rússia nunca pretendeu atacar ninguém, mas temos nossas preocupações e temos nossas linhas vermelhas”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

Pedindo que todos mantenham a “cabeça fria”, Peskov disse que é vital que Putin e Biden se falem, dado o que ele qualificou como uma escalada extraordinária de tensões na Europa.

Líderes do Reino Unido, EUA, França, Alemanha e Itália fariam uma videoconferência às 15h (horário de Brasília) na esteira da conversa entre Biden e Putin, informaram a Casa Branca e o gabinete do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

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Internacional

Mais de 220 pessoas morrem em protestos no Cazaquistão

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Protestos Cazaquistão
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Protestos Cazaquistão

Os violentos protestos da semana passada no Cazaquistão, que se iniciaram com protestos pacíficos contra o aumento do preço da conta de luz, resultaram em 225 mortos, informou no sábado (15) a promotoria, com base nos relatórios que aumentaram drasticamente o número de vítimas.

“Durante o estado de emergência. 225 corpos foram recebidos pelos necrotérios, 19 deles de membros das forças de segurança ou militares”, afirmou Serik Shalabaev, representante da Procuradoria-geral deste país da Ásia Central, durante uma coletiva de imprensa.

Outros eram “bandidos armados que participaram de ataques terroristas”, acrescentou. “Infelizmente, os civis também se tornaram vítimas de atos terroristas.”

O Cazaquistão já havia reconhecido menos de 50 mortes: 26 “criminosos armados” e 18 agentes de segurança no conflito que destacou discussões internas na alta cúpula do governo.

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Uma contagem mais alta de 164 mortes – que apareceu em um canal oficial do Telegram na semana passada – foi rapidamente retirada.

Asel Artakshinova, porta-voz do Ministério da Saúde, disse que mais de 2.600 pessoas foram a hospitais para tratamento e que 67 estão em estado grave.

As autoridades cazaques atribuíram a violência a bandidos e “terroristas” internacionais que, segundo eles, controlam os protestos, cujo epicentro se mudou do oeste para a maior cidade do país, Almaty.

Tropas da Organização do Tratado de Segurança Coletiva, liderada por Moscou, ajudaram a conter a violência no país da Ásia Central, iniciaram uma retirada gradual na quinta-feira.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

VÍDEOS: Tsunami atinge Tonga após erupção de vulcão submarino

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Zona costeira de Tonga foi atingida por tsunami
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Zona costeira de Tonga foi atingida por tsunami

A erupção de um vulcão submarino causou um tsunami em Tonga, no Oceano Pacífico, neste sábado. A capital do país, Nuku’alofa, teve partes inundadas por ondas que chegaram a 1 metro. Imagens nas redes sociais mostram casas e edifícios situados em frente à praia sendo invadidos pela água. Toda a zona costeira ficou inundada rapidamente.

O tsunami ocorreu após o Hunga-Tonga-Hunga-Ha’apai ter entrado em erupção. O vulcão fica a cerca de 65 km ao norte da capital tonganesa. Um alerta para todo o país foi emitido pelo Serviço Meterológico de Tonga, neste de sábado.

Ainda na sexta-feira, cientistas já haviam observado explosões maciças, trovões e relâmpagos perto do vulcão Imagens de satélite mostraram o vulcão Hunga-Tonga-Hunga-Ha’apai entrando em erupção por volta das 18h30 deste sábado, no horário local.

Um serviço privado de meteorologia da Nova Zelândia registrou o início da atividade vulcânica com imagens infravermelhas. Elas mostram como o céu claro deu lugar a uma nuvem gigante de fumaça sobre em Tonga.

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Moradores de Tonga também gravaram vídeos após a erupção, nos quais mostram como o céu ficou escuro com a nuvem de fumaça emitida pelo vulcão.

Nova Zelândia, Fiji e Samoa Americana também sentiram o impacto da erupção vulcânica. A imprensa neozalandeza relatou que foi possível ouvir o estrondo da erupção vulcânica no país, que fica a mais de 2.300 km de distância.

Em Fiji, situada a 800 km de distância, as autoridades locais informaram que a erupção de oito minutos foi tão forte que “sons altos de trovão” puderam ser escutados.

Alertas de tsunami também foram emitidos nesses locais. Na Nova Zelândia as autoridades alertaram para as tempestades decorrentes da erupção. Fiji pediu para os moradores evitarem as zonas costeiras “devido às fortes correntes e ondas perigosas”.

Fonte: IG Mundo

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