conecte-se conosco


Política MT

Bezerra vê proposta para baixar ICMS dos combustíveis como eleitoreira e sem efeito

Publicado

Para o deputado, projeto servirá somente para retirar receita dos estados

O deputado federal Carlos Bezerra (MDB), presidente do partido no Estado, disse à imprensa nesta terça-feira (14), questionado sobre o projeto que reduz imposto sobre o preço dos combustíveis, que acaba de voltar para a Câmara Federal, que na sua opinião, isso não vai alterar em nada o preço dos combustíveis, e o que pode ocorrer é retirar receita dos estados.

Segundo Bezerra, devido a proximidade da eleição, “todo mundo quer se salvar”. Segundo o líder do MDB mato-grossense, a gasolina e o supermercado, “vão botar muita gente na rua, fora do mandato”.

“Estão querendo tapar o sol com a peneira. É uma questão eleitoral e o preço vai ficar a mesma coisa. Não vai alterar nada e vai tirar receita dos estados, fazendo cortesia com chapéu alheio. É uma falácia isso aí. Acho, inclusive, que é inconstitucional”, disse Carlos Bezerra.

Conforme o deputado federal, “há uma liminar, a eleição está aí e está todo mundo querendo se salvar. E a bomba de gasolina é um dos cabos eleitorais, terríveis, o supermercado, a gasolina, são os cabos eleitorais mais terríveis dessa campanha que vão e vai degolar muita gente. O supermercado e a gasolina vão botar muita gente na rua, fora do mandato”.

Sobre a candidatura do partido à Presidência da República, Carlos Bezerra disse que é fato consumado. “A candidatura própria do MDB é inarredável. A senadora Simone, ela não está com 2%, está com 4%. É candidata, a campanha vai começar agora e nós estamos com ela”, adiantou.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política MT

CCJR analisa 27 propostas em reunião ordinária

Publicado

Também recebeu parecer favorável da comissão o Projeto de Lei nº 595/2022, sobre tratamento, em aterros sanitários, dos líquidos produzidos pelo lixo

Foto: Helder Faria

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) analisou 27 matérias durante reunião ordinária realizada na tarde desta terça-feira (5). Entre as 16 proposituras que receberam parecer favorável do colegiado está o Projeto de Lei nº 591/2022 , que cria a Coordenadoria de Proteção contra Incêndio e Pânico da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Com a efetivação do Corpo de Bombeiros na Casa, nós vamos retomar o treinamento feito com os servidores. A Assembleia tem um público flutuante de duas mil pessoas por dia e é importante que os servidores e visitantes tenham segurança para circular. Numa situação de sinistro, todos devem saber como agir para minimizar os danos que possam ocorrer. Então a Assembleia e o público ganham com essa presença do CBM”, explicou o capitão BM Janisley Teodoro Silva.

Também recebeu parecer favorável da comissão o Projeto de Lei nº 595/2022, sobre tratamento, em aterros sanitários, dos líquidos produzidos pelo lixo. “Por lixiviado entende-se, para efeito desta Lei, o líquido resultante da infiltração de águas pluviais no maciço de resíduos, da umidade dos resíduos e da água de constituição de resíduos orgânicos liberados durante sua decomposição no corpo do aterro sanitário”, diz trecho da proposta. O texto pretende obrigar aterros a drenar e tratar adequadamente o lixiviado. O prazo para adaptação à regra seria de dois anos.

Foram alvo de pedido de vista os PLs nº 1295/2019 e 421/2021. O primeiro visa proibir a cobrança de taxa de conveniência na venda de ingressos pela internet, enquanto a outra proposição pretende obrigar mercados e estabelecimentos similares a acomodarem, num mesmo local, produtos alimentícios elaborados sem adição de açúcar, glúten, lactose ou sem origem animal. A finalidade é facilitar a localização de produtos por pessoas que possuam doença celíaca, diabetes, sejam intolerantes à lactose ou vegetarianos. 

Fonte: ALMT

Continue lendo

Política MT

Vereadora afirma que a conduta de Paccola é política e defende debate sobre armamento

Publicado

A vereadora Edna Sampaio (PT) rebateu nesta terça-feira (5) as acusações de que estaria havendo uso político do pedido de afastamento apresentado por ela à Comissão de Ética da Câmara Municipal  contra o vereador Marcos Paccola (Republicanos),  réu confesso da morte do agente penitenciário Alexandre Miyagawa.
No documento, ela argumenta que a conduta de Paccola feriu o decoro parlamentar e promoveu o rebaixamento da Câmara. “A Câmara é uma Casa de Leis,  uma casa política. Todas as nossas atitudes são políticas: a atitude de falar e de silenciar, a de se solidarizar com um ou com outro lado. Dizer que o que está acontecendo não é uma questão política é tentar silenciar aqueles que querem refletir sobre o episódio”, disse ela.
A vereadora apontou as posições de Paccola como políticas.  “Tenho ouvido discursos de ódio produzidos pelo vereador Paccola. É uma posição política dele, que fez política o tempo todo em relação a isso. Fez política quando disse que teria munição para atingir 500 petistas; fez política quando defendeu que bandido tem que ser morto, quando cruzar com a polícia; fez política ao ser coordenador de uma organização nacional chamada Pró-armas e ser candidato apoiado por esta organização”, disse.
Para a parlamentar, o assassinato de Miyagawa foi um ato político, resultado de uma ideologia que justifica a morte de qualquer pessoa que represente risco. “Olhem as redes sociais do Paccola para entender exatamente a dinâmica que presidiu a percepção dele sobre aquela situação, uma percepção fundada em suas crenças. Isso é política”, argumentou.
A vereadora também rebateu as críticas de que o debate fugiria da competência da Câmara por estar sub júdice. “Quando apresentamos o pedido de Comissão Processante contra o prefeito, não argumentamos sobre a necessidade de se esperar uma decisão judicial para aprovar a abertura da comissão. Os vereadores defenderam a abertura imediata da comissão e estávamos corretos, pois essa é a prerrogativa da Câmara”, disse ela.
“A Câmara não é delegacia, nem poder judiciário. Mas, se num crime de corrupção, com processo ainda em andamento, defendemos uma comissão processante, imagine em um crime de homicídio com réu confesso?”.
Edna também argumentou que a gravidade dessa situação supera a acusação de conduta sexual imoral que levou à cassação do então vereador Ralf Leite, em 2009.
Em sua opinião, discursos de ódio não podem extrapolar a legislação e o papel institucional da polícia, e o conceito do policial justiceiro não representa o pensamento da maioria da corporação. “Não é pessoal, não é sobre a pessoa do Paccola e sua família – que está sofrendo muito e  com a qual me solidarizo –  é sobre defender a violência como forma de combater a violência, defender a ação policial fora dos ditames da lei”, disse.
“Não precisamos de justiceiros, precisamos de leis, de um estado correto, de uma polícia que saiba de seu papel. Quando a polícia defende que seu papel é matar as pessoas, deixa de ser polícia, pois no Brasil não há pena de morte, não há legislação que diz que ‘vagabundo tem que ser morto ao cruzar com a polícia’. Ninguém está autorizado a agir fora da lei”.

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana