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Berlusconi, ex-premiê italiano, é absolvido por corrupção em ato judiciário

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Ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi
paz.ca / Wikimedia Commons

Ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi

O Tribunal de Siena, na Itália, absolveu nesta quinta-feira (21) o ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi e o pianista Danilo Mariani por corrupção em atos judiciários. Segundo os magistrados, que se reuniram por cerca de uma hora para discutir o fechamento do caso, o “fato não existiu”.

Os dois eram investigados no âmbito da ação “Ruby ter”, o terceiro desdobramento sobre as famosas festas “bunga-bunga” em suas mansões. O ex-premiê era acusado de ter dado dinheiro para que Mariani mentisse em seu depoimento sobre o que acontecia nas festas, que contavam com a presença de prostitutas.

O nome refere-se ao apelido da modelo marroquina Karima el Mahroug, pivô do escândalo sexual que abalou a imagem do ex-primeiro-ministro.

Por conta dos  constantes problemas de saúde do líder do Força Itália, o Tribunal adiou o anúncio da sentença por oito vezes e dividiu o processo em duas partes: uma sobre a corrupção e outra sobre o falso testemunho do músico. Sobre o último crime, Mariani pegou dois anos de detenção.

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Após o resultado, um dos advogados do político, Enrico De Martino, comemorou a decisão e disse que houve justiça.

“Grandíssimo resultado. Todos os dois absolvidos de maneira plena. Estou verdadeiramente contente. Não se enganem: esse é o justo epílogo desse processo e deveria, talvez, ser parado um pouco antes”, afirmou aos jornalistas.

O defensor afirmou que conversou com Berlusconi , que está em Bruxelas para reunião política, e disse que o ex-premiê “está evidentemente aliviado e satisfeito”.

Berlusconi responde a processos semelhantes em Milão e em Roma, por suborno de testemunhas, mas que envolvem dezenas de outras pessoas. Esses também estão previstos para terem suas sentenças anunciadas ainda em 2021.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Ômicron: Botsuana diz que maioria dos casos no país é assintomática

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Uma autoridade sênior de saúde de Botsuana disse que 16 de um total de 19 casos da variante Ômicron do coronavírus detectados no país foram assintomáticos, e afirmou ser “injusto” tratar o país como marco zero da nova variante.

Pamela Smith-Lawrence, diretora de saúde em exercício do Ministério da Saúde e Bem-Estar de Botsuana, disse à agência de notícias Reuters, em entrevista, que 19 pessoas infectadas com a nova variante em sua maioria testaram negativo para a covid-19 – ou seja, estão recuperadas.

Enquanto 16 pessoas foram assintomáticas, as três restantes apresentaram sintomas “muito, muito leves”.

Botsuana anunciou na sexta-feira (26) que o país estava investigando certas mutações do coronavírus que foram encontradas em quatro estrangeiros que estavam no país em missão diplomática. Desde então, o país notificou outros 15 casos da nova linhagem, elevando o total para 19.

Origem da Ômicron

Embora ainda não esteja estabelecido onde a Ômicron surgiu pela primeira vez, em 25 de novembro a África do Sul, seguida por Botsuana um dia depois, anunciou que havia detectado uma nova variante cujas mutações eram diferentes da variante Delta, até então a cepa dominante.

Isso levou vários países europeus e asiáticos a adotarem restrições imediatas a viagens aéreas em países da África Austral, uma decisão criticada tanto pela África do Sul quanto por Botsuana.

“Infelizmente… os dedos agora apontam para Botsuana para dizer que isso (a variante) se originou em Botsuana, ou é uma variante de Botsuana, o que considero bastante injusto e desnecessário neste momento”, disse Pamela, acrescentando que 14 das 19 pessoas até agora detectadas com a variante eram cidadãos estrangeiros. Ela se recusou a dizer as nacionalidades dos cidadãos ou de onde eles haviam chegado.

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Internacional

Barco com 40 alunos nigerianos naufraga e 29 morrem; maioria era menor de idade

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Maioria dos estudantes eram menores de idade
Conor Sexton / Unsplash

Maioria dos estudantes eram menores de idade

Um barco que transportava cerca de 40 alunos nigerianos naufragou no estado de Kano, no norte da Nigéria . O acidente matou ao menos 29 pessoas, segundo autoridades locais disseram à agência de notícias Reuters nesta quarta-feira (1º).

O barco estava na represa Watari e levava alunos de uma escola islâmica, sendo a maioria menor de 18 anos. O transporte virou às 5h30 (horário local, noite dessa terça no Brasil), informou um funcionário do governo.

De acordo com o porta-voz do serviço de bombeiros do estado de Kano, Saminu Yusuf Abdullahi, as equipes de resgate conseguiram recuperar 29 corpos. “O que sabemos é que o barco estava superlotado”, disse Abdullahi.

Segundo a autoridade do governo local, Aminu Bello Gogori, sete estudantes foram resgatados e estavam recebendo atendimento médico.

Dois moradores locais, Umar Shuaibu e Tanko Isa, relataram que, apesar de a maioria ser menor de idade, alguns tinham apenas 6 anos. De acordo com eles, os sete resgatados são crianças.

Fonte: IG Mundo

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