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Opinião

BENEDITO FIGUEIREDO – Porque meu enxerto de glúteo não deu certo?

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Muitas pacientes têm essa pergunta. Na verdade o que acontece é que cada paciente é um caso diferente e a gordura enxertada no glúteo pode ser absorvida pelo corpo.

Vamos do começo. A Lipoenxertia é uma técnica de cirurgia plástica que usa a gordura do próprio corpo para preencher, definir ou dar volume a certas partes do corpo, como seios, bumbum, ao redor dos olhos, lábios, queixo ou coxas, por exemplo.

Para realizar esta técnica é necessário retirar gordura de outras regiões do corpo onde ela se encontra em excesso, como costas, coxas e barriga para poder enxertar em outra parte como o glúteo.

Esse procedimento só pode ser realizado por um cirurgião plástico que ao retirar de uma parte do corpo trata e purifica a gordura e a enxerta no glúteo.

Como  a gordura sofre um processo de reabsorção pelo corpo, parte da gordura enxertada pode ser perdida nos primeiros meses, ou totalmente dependendo do metabolismo da paciente e do repouso.

No pós-operatório, o paciente deve fazer uso de malha elástica por trinta dias e dormir de bumbum para cima e ainda evitar sentar por duas semanas, ou seja, usar almofadas para apoiar o peso nas coxas e não no bumbum.

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Hoje segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, 50% dos enxertos de gordura  feitos no glúteo dão certo. Ou seja, o índice é considerado bem positivo.

Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic. CRM 4385 e RQE 1266. Email: [email protected]

 

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Opinião

EDUARDO CHILETTO – Árvore é qualidade de vida ao cuiabano

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Sem arborização, a população cuiabana sofre em época de calor. Mas efetivamente árvores auxiliam na melhoria de questões como temperatura e umidade relativa do ar? Vários estudos e pesquisas científicas comprovam a relação entre as condições microclimáticas de uma região e a arborização.

Apesar da necessidade de uma política de urbanização e paisagística, Cuiabá está se tornado paulatinamente mais aquecida, tanto devido à presença de material particulado (poeira, fuligem), liberação de gases (CO2, CO e outros), provenientes de veículos e indústrias, como, principalmente, pela desarborização dos seus quintais e calçadas.

Na semana em que celebramos o dia da árvore, a capital de Mato Grosso registrou novo recorde histórico de calor, chegando a sua maior temperatura em 108 anos: 42,3°C (um terço dos seus 300 anos). Isso, aliado a uma ausência de chuva por mais de quatro meses, ou seja, estamos vivendo condições extremas!

Segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o corpo humano não aguenta grandes variações em sua temperatura interna, aos 42°C, as proteínas começam a cozinhar e todo o organismo entra em pane. Imagine o impacto disso na saúde principalmente de crianças e idosos.

A temperatura do asfalto sob insolação chega facilmente a 60°C. O mesmo asfalto, sob a proteção da copa de uma árvore, atinge em torno de 35°C (metade!). Outra coisa, uma árvore com uma copa de 20 metros de diâmetro transpira mais de mil litros de água em um único dia, tem ideia do que isso significa?

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Evapotranspiração é a soma da evaporação da água pela superfície de solo mais a transpiração dos vegetais, passando para a atmosfera no estado de vapor, sendo parte do ciclo hidrológico. Ou seja, se nossos quintais e ruas tivessem árvores frondosas ao invés de cimento e fiação elétrica/telefonia, teríamos melhor conforto térmico e uma cidade seria ficaria mais úmida e agradável.

Além de ruas arborizadas serem bonitas e agradáveis, a cobertura verde gera qualidade de vida para a população, pois podem reduzir a temperatura em até 25°C em relação a locais não arborizados. Uma árvore adulta resfria o clima e criar áreas de sombra, oferece flores e frutos. Ainda ajuda a diminuir a poluição sonora servindo como bloqueio natural às ondas de som.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que a poluição sonora é a terceira principal no mundo e o ruído pode perturbar o trabalho, o descanso, o sono e a comunicação nos seres humanos, prejudicar a audição e causar ou provocar reações psicológicas e fisiológicas.

Neste dia 21 de setembro, quero oferecer a minha contribuição na conscientização da população sobre a importância dessa grande riqueza natural que é a árvore. Como todo ser vivo, ela exige cuidados: precisa ser podada, regada, seu entorno requer limpeza frequente, porém, acredito que o retorno dessa convivência é muito mais benéfico a todos nós que apenas o cimento cinza!

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Então, se você não sabe como plantar uma árvore, a minha orientação é que procure o Horto Florestal (Prefeitura de Cuiabá) ou as instituições acadêmicas de Mato Grosso (UFMT, Unemat, IFET e universidades privadas) que possuem uma produção científica voltada a tornar os espaços urbanos da região, conforme cada espécie e a utilização da mesma na sua casa ou na calçada.

A prefeitura dispõe do Decreto nº 5.144, de 15 de fevereiro de 2012, que traz regras sobre a arborização pública na área urbana e sedes de distrito do município de Cuiabá. Você pode se orientar sobre o tipo de arborização que você pode utilizar: http://www.cuiaba.mt.gov.br/upload/arquivo/decreto_5144_15_%20fevereiro_%202012.pdf.

Não há mais desculpas, está com calor? Plante e cuide de uma árvore! Não precisamos de uma campanha do poder público, vamos todos juntos, mas, cada um no seu quintal, devolver o título de Cidade Verde à nossa querida Cuiabá.

Eduardo Chiletto, arquiteto e urbanista, presidente da AAU-MT, [email protected]https://www.instagram.com/academiaarqurb/

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Opinião

JOSÉ DE PAIVA NETTO – Segurança em Deus

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Permaneceremos seguros onde e sempre que estivermos com Deus. O Pai Celestial é o Divino Sentimento de Caridade, que alimenta e nutre a nossa existência. Em seu “Discurso no Colégio Anchieta” (1903), grafou Rui Barbosa:

 — Deus é a necessidade das necessidades, Deus é a chave inevitável do Universo, Deus é a incógnita dos grandes problemas insolúveis, Deus é a harmonia entre as desarmonias da criação.

Paz duradoura

É essencial destacar as propostas e as ações de real entendimento fraterno entre os povos. Diferente rota para as nações será a do remédio amargo. Por isso mesmo, não percamos a Esperança diante do sofrimento. Perseveremos trabalhando “por um Brasil melhor e por uma humanidade mais feliz”, consoante propôs o saudoso Alziro Zarur. Eis a direção da vitória. E não se trata de argumento simplório, mas, sim, do acertado roteiro da Paz duradoura. Foi o exemplo que nos ofereceu Jesus, Bússola de nossa mais legítima esperança, como afirmo em minha obra Jesus, o Libertador Divino (2007).

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. [email protected] — www.boavontade.com

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