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Opinião

BENEDITO FIGUEIREDO – A cirurgia plástica é uma ferramenta para revelar a beleza que toda mulher tem

Publicado

A Revista Estudos e Pesquisa em Psicologia, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) trouxe uma reportagem em que mostra que a cirurgia plástica tem grande efeito no comportamento e nas relações entre as pessoas, além de melhorar a harmonia interna das mesmas.

Muitas mulheres procuram a cirurgia plástica acreditando que precisa fazer uma mudança geral.

E posso dizer que sim a cirurgia plástica é uma ferramenta a mais para que o sonho de se tornar mais bela se realize.

Só que é importante entender que toda a mulher já tem um biótipo natural e genético que pode ser sim melhorado e é aí que a cirurgia plástica faz a diferença.

Pode-se colocar prótese de silicone para aumentar as mamas, o glúteo e também as panturrilhas.

Pode-se tirar gordura das penas, do glúteo, das costas, do abdome e dos braços e redesenhar o corpo.

Pode-se fazer enxerto nas bochechas, no glúteo e até na lipo HD simulando músculos.

Pode-se reduzir a mama e retirar excesso de pelo do abdome, do rosto, dos braços e pernas.

Pode-se remodelar a área íntima.

Pode-se acabar com as chamadas ‘orelhas de abano’.

Pode-se afinar e empinar o nariz.

Tudo isso é possível fazer numa mesa de cirurgia plástica.

Além da estética, o resultado pós-operatório melhora sentimentos negativos como tristeza e angústia, que de alguma forma estavam ligados à imagem, auxilia a saúde já que algumas mulheres se sentem mais confiantes e também mais saudáveis depois da cirurgia plástica. Auxilia na vida sexual da mulher que passa se sentir mais atraente após o procedimento, e ainda melhora o humor.

Conclusão, os efeitos de se sentir bonita e confiante faz a diferença na vida da mulher.

Mas esse sentimento tem que vir de dentro. Há mulheres que são felizes com a forma que tem, mais magra, mais cheinha, mais malhada, independente do seu biótipo, só de ser mulher já é um motivo para se amar e ser feliz. Cirurgia plástica? É apenas uma ferramenta para dar aquele ‘up’ que você quer para se tornar ainda mais maravilhosa!

Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic. CRM 4385 e RQE 1266. Email: [email protected]

 

 

 

 

 

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2 Comentários

2 Comments

  1. Raquel Rodrigues disse:

    Matéria muito boa! Pra quem for fazer cirurgia, vale lembrar que a escolha de um bom profissional faz toda diferença!
    Já que estamos falando de beleza e bem-estar vou aproveitar o espaço pra divulgar um produto de qualidade, aproveite!
    Acesse: http://bit.ly/2Qbixgzbottoxcolageno

  2. MARLENE MARQUES. disse:

    Quero aumentar minhas orelhas elas são muito pequenas, famosa orelhas de rato.

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Opinião

EMANUEL FILARTIGA – Os Saberes da Floresta

Publicado

À mangueira do quintal de casa, que me segurou quando eu caí.

O Brasil perde 24 árvores por segundo. Parece não haver tempo para os órgãos de fiscalização ambiental chegarem a todos os alertas de desmatamento feitos pelos satélites que monitoram, pelas denúncias anônimas que chegam, pelas chamadas por telefone que tocam …

Não conheci meu avô, mas lembro da sua voz. Quando eu andava pelo quintal, curioso, ao puxar uma folha verde de uma planta, o som forte e rouco veio: “Não faça isso, menino!”

Meu irmão, sempre que o chão duro e as palavras de chumbo da vida nos apertam, convida-nos a ter com as árvores e a cachoeira. Quando sai de baixo da queda d’água ou do meio da mata, ele diz: “Alas, tava precisando”. Meu irmão sabe da ecologia de saberes de que nos fala Boaventura Sousa Santos.

Não nos esqueçamos que o Brasil é país que tem nome de árvore. Ela está no nosso DNA. Lembremos sempre, leitor amigo, em nosso sangue não há apenas plasma, hemácias, leucócitos e plaquetas; há seiva, terra e vida.

E é com a dor de terra sem mata, com o grito da árvore quando tomba, com o vazio que enche olhos, que eu quero lembrar a você, a você com as motosserras físicas ou imaginárias: a floresta em pé tem mais valor que os troncos, galhos e folhas deitados.

Não me venha falar que isso é desenvolvimento, globalização ou necessária exploração de recursos naturais. Não é isso que vemos. Só vemos serra, fogo, ranger, quebra e vazio; acima de tudo vazio. Vejo o solo vazio, a gente vazia e a memória vazia.

Na Odisseia de Homero, Ulisses não pode, nem sequer por um segundo, “esquecer o retorno”, mesmo com todos os obstáculos, com todas as aventuras, ele não pode esquecer de onde veio. A viagem nunca é só de ida. O desejo de um futuro a ser conquistado é garantido pela memória de um passado.

Como disse Ítalo Calvino, “…a memória conta realmente – para os indivíduos, as coletividades, as civilizações – só se mantiver junto a marca do passado e o projeto do futuro, se permitir fazer sem esquecer aquilo que se pretendia fazer, tornar-se sem deixar de ser, ser sem deixar de tornar-se.”

Somos, no interior e no início e para sempre, povo da floresta.

*Emanuel Filartiga é Promotor de Justiça em Mato Grosso

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Opinião

DIRCEU CARDOSO – A nova divisão política de São Paulo

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São Paulo começa a ser submetido à sua terceira experiência de regionalização na gestão administrativa pública. Na primeira, em 1967, ao tempo do governador Roberto Abreu Sodré, o Estado, até então dividido apenas em Capital e Interior, foi picado em 10 Regiões Administrativas que, pouco depois, foram elevadas para 11, quando o governo cedeu à pressão política de Marília, ali criando e instalando a 11ª Região, fruto da divisão da 7ª Região, sediada em Bauru. Como resultado, o centro do Estado ficou com duas regiões nanicas e supostamente menos representativas. Enquanto as demais reuniam perto de 80 municípios, Marília ficou com 51e Bauru com 39. Em 1984, no governo Franco Montoro, o primeiro desde a volta da eleição direta dos governado res, criou-se os Escritórios Regionais de Governo em 48 regiões, que funcionam até hoje. Agora, a Secretaria de Desenvolvimento Regional, prepara a nova divisão do Estado, que deverá partit o território em 9 Regiões Matropolitanas, 5 Aglomerações Urbanas e 21 Microrregiões. Cada figura jurídica dessas deverá agrupar uma parte do território, com suas características e interesses de forma a poderem atuar e resolver os problemas conjuntamente.

Nos 54 anos que nos separam da primeira experiência de regionalização, muita coisa mudou. O poder público, então dotado de órgãos prestadores diretos de serviços, hoje é mais enxuto e os realiza por concessão, reservando-se à função fiscalizadora. Exemplo mais marcante disso é o DER (Departamento de Estadas de Rodagem), que possuía grandes regionais para manter as estradas e hoje é diminuto, pois a malha viária é em grande parte terceirizada. De outro lado, cresceu a estrutura de Saúde que, mesmo assim, ainda é insuficiente.

A estrutura em montagem justifica-se pelas mudanças tanto físicas quanto legais, estas derivadas das Constituições de 1988 (federal) e 1989 (estadual). Também há de se levar em consideração a nova realidade física e política do Estado e os recursos tecnológicos e de comunicação hoje disponíveis. A elaboração da lei a ser encaminhada à Assembléia Legislativa começa a ser discutida em audiências públicas que reúnem prefeitos, vereadores e outras lideranças interessadas. Após a tabulação das demandas e de acordo com os estudos técnicos já disoníveis, o projeto será submetido aos deputados estaduais.

Espera-se que desta vez o Estado consiga melhores resultados do que nas anteriores e, principalmente, não faça como ocorreu nos anos 80, quando montou a estrutura das Regiões de Governos mas não eliminou as Regiões Administrativas. Essa dualidade muitas vezes esteve em choque e trouxe problemas à administração e ao próprio desenvolvimento do Estado e solução dos problemas. É importante que, além de colocar a máquina pública em consonância com o estabelecido na legislação e na realidade de nossos dias, a nova estrutura seja um indutor do desenvolvimento harmônico de todas as regiões do Estado e, em vez de dividi-las, seja capaz de uni-las através de suas diferentes potencialidades e interesses. Que todas as regiões possam ser pólos de desenvolvimento naqu ilo que têm de melhor e, unidas, sustentem o Estado e o mantenham como grande gerador de trabalho, renda e bem-estar para a população. Equilibrado e produtivo, São Paulo é o grande pólo irradiador do progresso para todo o país.

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves – dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) 

[email protected]                                                                                             

 

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