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Economia

Batatas fritas do McDonald’s são produzidas em fazendas de Bill Gates

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Bill Gates
Wikimedia Commons/Kuhlmann MSC

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Bill Gates  está agora produzindo batatas para serem fritas no McDonald’s . De acordo com a NBC, as enormes fazendas do bilionário fundador da Microsoft possuem plantio de batatas que são vendidas para a rede de fast food.

As fazendas de Gates ficam perto de Washington, e as terras são tão extensas que podem ser vistas do espaço. O bilionário possui mais de mil quilômetros quadrados de fazendas em todo os Estados Unidos.

De acordo com o The Land Report, além das plantações de batatas que são vendidas para o McDonald’s , Gates também mantém o cultivo de soja, milho, algodão e arroz em outras regiões do país.

As terras são mantidas pela  Cascade , empresa de investimentos privados do magnata. Apesar de promover iniciativas que ajudam o meio ambiente , Gates chegou a declarar que suas fazendas são estritamente operações lucrativas. “Meu grupo de investimento escolheu fazer isso. Não está ligado ao clima”, disse ele em um fórum no Reddit. As fazendas devem ser divididas entre Bill e Melinda Gates no processo de divórcio .

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Economia

Preço da cesta básica sobe em 15 capitais do país

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O preço da cesta básica subiu em 15 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na comparação entre julho e junho. Segundo o levantamento divulgado hoje (5), as maiores altas foram registradas em em Fortaleza (3,92%), Campo Grande (3,89%), Aracaju (3,71%), Belo Horizonte (3,29%) e Salvador (3,27%).

Em João Pessoa o conjunto de alimentos e itens essenciais teve queda de 0,7% e em Brasília de 0,45%.

As cestas mais caras são a de Porto Alegre (R$ 656,92), Florianópolis (R$ 654,43) e São Paulo (R$ 640,51).

Na comparação entre julho deste ano e o mesmo mês de 2020, a maior alta foi registrada na cesta básica de Brasília (29,42%), que atualmente custa R$ 582,35. No período, a cesta básica de Porto Alegre teve a segunda maior elevação nos preços (28,5%).

Entre os produtos que impulsionaram o custo da cesta básica está o o tomate, que, em julho, teve alta em 15 capitais, sendo 39,95% em Belo Horizonte, 34,24% em Goiânia e 34,1% em Fortaleza. Segundo o Dieese, o aumento está relacionado ao frio que atrasou a maturação do fruto diminuindo a oferta.

O açúcar também teve elevação nos preços em 15 capitais em julho, com percentuais que variaram entre 8,12% no Rio de Janeiro e 1,59% em Belém. De acordo com o Dieese, o aumento nos preços acontece devido a entressafra e alta do petróleo, que estimula a produção de etanol, concorrendo com a fabricação de açúcar. O aumento das exportações foi outro fator que puxou os preços para cima.

O café foi outro item que teve alta de preço em 15 capitais, como Vitória (10,96%), São Paulo (9,88%), Campo Grande (8,77%) e Brasília (8,14%).

Edição: Aline Leal

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Economia

Câmara aprova projeto que privatiza Correios; texto irá para análise do Senado

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Texto sobre privatização dos Correios ainda será analisado pelo Senado
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Texto sobre privatização dos Correios ainda será analisado pelo Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (05) o projeto de lei que prevê a privatização dos Correios. Em votação, 283 parlamentares votaram a favor da venda da estatal e 173 se posicionaram contra. Mudanças no texto ainda serão votadas. 

A privatização dos Correios é uma das propostas do governo federal para melhorar a eficiência financeira da União e conseguir verba para aumentar a arrecadação. A tentativa do governo é vendar 100% da empresa. 

O relatório do deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA) prevê estabilidade de 18 meses para os funcionários, que poderão, ainda, aderirem ao Programa de Demissão Voluntária (PDV). O texto, agora, será enviado ao Senado e poderá voltar à Câmara caso seja alterado. Na sequência, a proposta deverá ir para sanção do presidente Jair Bolsonaro. 

A oposição tentou barrar a votação nesta quinta-feira e justificou a venda da empresa de telégrafos como inconstitucional. Partidos, inclusive, entraram com um pedido do Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar a privatização da estatal. 

“A Câmara precisando debater os problemas do nosso povo, a fome, o desemprego, a miséria, precisamos trazer soluções, e abre mão de uma empresa lucrativa sim, uma empresa estratégica. Privatizar vai trazer menores preços? Isso não condiz com a verdade. Não foi assim, por exemplo, em Portugal. Os arautos do neoliberalismo dizem que o livre mercado resolve tudo, e, inclusive, diminui os preços das mercadorias. Isso não é verdade”, disse o deputado Rogério Correia (PT-MG). 

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“Dos 5.570 Municípios apenas 324 dão superavit aos Correios. A imensa maioria dos Municípios brasileiros não dá lucro. É falaciosa a informação de que vai ser modernizada, com a privatização dos Correios, que vai melhorar para as pessoas. Eu quero ver se a iniciativa privada, ao assumir a empresa, vai chegar aos Municípios mais pobres que não dão lucro. Isso vai ser prejudicial à população da imensa maioria dos Municípios”, criticou Marcelo Freixo (PSB-RJ). 

Já governistas afirmam a necessidade da venda dos Correios para agilizar a entrega de correspondências e melhorar a arrecadação da empresa. 

“O que a população brasileira merece é ter acesso a serviços de comunicação. Se o dono desse serviço de comunicação é o Estado ou é uma empresa privada, para a população, não faz diferença. O que faz diferença é se o serviço é bem prestado a uma tarifa de qualidade e sem ser subsidiado por todos os brasileiros, como acontece hoje com os Correios”, rebateu o deputado Tiago Mitraud (NOVO-MG). 

“Essa discussão que está sendo feita na Casa, quando se trata da desestatização dos Correios, sabemos a importância para que chegue na ponta, no cidadão, que tenha o serviço de qualidade e uma empresa que possa prestar esse serviço, e que o cidadão tenha a garantia de que não vai receber contas atrasadas, que não vai pagar um preço mais caro pela ineficiência muitas vezes do serviço”, concluiu Lucas Redecker (PSDB-RS). 

Contra a privatização, funcionários prometeram a realização de mobilização em frente ao Congresso Nacional nesta quinta. Ao UOL, os deputados “querem passar a boiada”, em referência à fala do ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. 

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