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Mato Grosso

Batalhão Ambiental destaca ações de proteção ao meio ambiente e combate aos crimes ambientais

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Nesta quarta-feira (05.06), Dia Mundial do Meio Ambiente, a Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA) reforça o compromisso de proteção à natureza e repressão aos crimes ambientais.

Neste primeiro trimestre, o Batalhão de Proteção Ambiental da PM já resgatou 109 animais e devolveram para a natureza 58 animais silvestres. Dentre as ações de repressão, 14 armas de fogo foram apreendidas; além de mais de R$ 1.683,00 mil em multas aplicadas por pratica de crimes ambientais no estado.

Ações de fiscalização, barreiras, rondas, patrulhamento terrestre e fluvial, e também denúncias resultaram em importantes ações de combate à pesca predatória, como a apreensão de mais de 1  tonelada de pescado irregular. Os policiais militares do BPMPA abordaram 15. 600 pessoas vistoriaram 7.100 veículos e 456 embarcações, totalizando o registro 507 boletins de ocorrência.

Em 2018, o batalhão fechou o ano, com mais de  R$22 milhões de multas aplicadas por crime ambiental. Foram 770 animais resgatados e 284 animais devolvidos a natureza após receberem atendimento de profissionais especializados formados por equipes da PM e da SEMA. Mais de 53 mil pessoas foram abordadas e 22 mil apetrechos utilizados na pesca proibida foram apreendidos nas ações.

O comandante das Unidades Especializadas da PM, coronel Carlos Eduardo Pinheiro da Silva ressalta a importância do batalhão na preservação do meio ambiente, no combate aos crimes ambientais e também na formação e conscientização social sobre a preservação do meio ambiente, e que todo esse trabalho é desenvolvido em parceria com diversos órgãos e instituições.

O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental desenvolve uma série de atividades, através do seu Centro de Educação Ambiental, ministrando palestras educativas em escolas, exposições e workshops sobre meio ambiente. Essas atividades são desenvolvidas em conjunto com vários órgãos e Instituições, como: JUVAM, SEMA, SESC dentre outros.

“A conscientização sobre a importância da preservação do meio ambiente é uma ferramenta de suma importância, e sendo assim, a Polícia Militar do Estado de Mato Grosso vêm incentivando cada vez mais essas campanhas”, destaca o coronel Pinheiro. 

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Mato Grosso

Fiscalização integrada vistoria preços de medicamentos e produtos de drogaria

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Ação fiscalizatória da Polícia Civil, em conjunto com o Procon Estadual, vistoriou nesta quarta-feira (01.07) mais um estabelecimento de venda de medicamentos no varejo para apurar preços dos produtos mais procurados neste período da pandemia do coronavírus. A fiscalização desta quarta-feira foi realizada em uma unidade de uma rede nacional de drogarias, localizada na Avenida Coronel Escolástico, na Capital.

A fiscalização, que tem a coordenação da Equipe Especial de Pronta Resposta da Polícia Civil, Delegacia Especializada do Consumidor e fiscais do Procon, apura se ocorre aumento abusivo nos preços de produtos e medicamentos, como álcool em gel, máscaras de proteção, termômetros, vitaminas e medicamentos como a ivermectina e antibióticos.

Responsável pela Equipe Especial da Polícia Civil, o delegado Rodrigo Azem Buchdid destaca que a ação ampliou o foco de fiscalização dos produtos, passando a checar também os valores de venda de antibióticos e da ivermectina, medicamento utilizado para tratar infecções causadas por parasitas.  

“Desde o início da fiscalização, a equipe focou as ações para apurar se há a prática de preços abusivos em produtos da cesta básica de alimentos e também em itens de higiene e medicamentos. Com a grande procura por medicamentos como a ivermectina, passamos a checar também os preços desse produto, além de termômetros, vitaminas e antibióticos”, explica o delegado.  

Desde o início da fiscalização, no mês de maio, em torno de 15 estabelecimentos do comércio, entre farmácias, distribuidoras de produtos e equipamentos de saúde, supermercados e posto de combustível foram vistoriados pela equipe integrada.

A ação é realizada semanalmente em empresas da região metropolitana de Cuiabá.

 

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Museu de Arte Sacra traz lives sobre a situação dos povos indígenas durante a pandemia

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“Vozes indígenas – a situação atual dos povos e a pandemia” é o tema da programação online desta semana do Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MASMT). Representantes de povos e organizações indígenas irão apresentar as dificuldades e perspectivas diante do avanço da Covid-19 em suas comunidades nas lives organizadas pelo equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

Diferentes estudos mostram que os povos indígenas são mais vulneráveis a epidemias devido à falta de anticorpos a doença infectocontagiosas, condições sociais e à dificuldade de acesso a serviços de saúde. Dos 896 mil indígenas no Brasil, quase 52 mil estão em Mato Grosso (Censo IBGE 2010) e, todos enfrentam, ao mesmo tempo, os crescentes ataques a seus territórios e culturas, e mais essa grave ameaça à existência representada pelo novo coronavírus.   

De acordo com os dados compilados pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), até o dia 1º de julho havia quase 10 mil casos confirmados e 405 mortos. Dos 305 povos existentes no país, 121 já haviam sido afetados pela doença. 

O espaço aberto para dar visibilidade às vozes indígenas por meio das transmissões ao vivo pode ser acompanhado de quinta a sábado, sempre às 19h, no instagram do museu (@museudeartesacramt). Abaixo programação das lives e respectivos convidados:

Quinta-feira (02.07): Questões indígenas de enfrentamento à Covid-19 na aldeia Boe Bororo

O assunto será tratado por Eloenia Ararua do povo Boe Bororo. Formada em Serviço social pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a ativista dos direitos indígenas atualmente assessora a Federação e Organização Indígena de Mato Grosso (FEPOIMT).

Sexta-feira (03.07): Povo Xavante durante a pandemia

O líder xavante Lucio Wa Ane Terowa vai falar sobre como a etnia está enfrentando a pandemia, apresentando as principais dificuldades e necessidades. Atualmente secretário-executivo da Federação dos povos e organizações indígenas do Mato Grosso (FEPOIMT), Lúcio atuou na defesa dos direitos povos indígenas e já foi presidente da Organização Abhuwawe Xavante e também assessor do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi Xavante). 

Sábado (04.07): Os desafios do movimento indígena na pandemia

A convidada que vai abordar o assunto é Eliane Xunakalo, assessora da Federação dos Povos e Organizações Indígenas do Mato Grosso (FEPOIMT). Pós-graduada em Direito Administrativo e Administração Pública, Eliane atua no movimento indígena auxiliando no planejamento e na execução de projetos sustentáveis. Ela também integra o Instituto Yukamaniro de apoio às mulheres Bakairi. 

Fonte: GOV MT

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