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Tecnologia

Banheira inteligente, porta para pets e mais: confira os lançamentos da CES 2021

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CES 2021
Divulgação/CES

Consumer Eletronics Show 2019

Consumer Eletronics Show ( CES ) de 2021 está demonstrando diversos novos e tecnológicos dispositivos, alguns até com cara de coisa do futuro. Na maior feira de tecnologia do mundo, foram apresentados desde um celular enrolável até gadgets curiosos. 

Dentre eles, estão óculos com graus ajustáveis . A novidade foi apresentada pela startup Voy e funciona para quem tem dificuldade de enxergar de perto e de longe. Uma rodinha na lateral da armação do óculos troca o foco das lentes, ajustando ao grau que a pessoa precisa no momento.

Outro novidade apresentada na CES foi uma campainha anti-Covid . O pequeno interfone, lançado pela Alarm.com, é equipado com câmeras e detecta se alguém está esperando para ser atendido. Também é possível comprar um tapete que indica onde a pessoa precisa ficar. 

ces 2021
Divulgação/Alarm.com

Campainha toca sem que seja necessário colocar a mão

Assim, a capainha toca sem que o visitante coloque as mãos nela. Do lado de dentro, além do alerta sonoro, o morador recee também uma notificação no celular. De acordo com a empresa, a novidade pode deixar entregas mais seguras.

Além da campainha anti-Covid, uma porta automática para pets também funciona com sensores de aproximação. Sem depender dos donos, a porta se abre quando o cão ou gato se aproxima com uma coleira com BlueTooth , permitindo que o animal saia ou entre em casa.

CES 2021
Divulgação/Chamberlain

Porta se abre quando o pet se aproxima

Além disso, a novidade também funciona através de um aplicativo , permitindo que os donos controlem a porta se assim desejarem. Lançada pela startup Chamberlain, a portinha tem um preço salgado, podendo chegar a R$ 25 mil.

Outra novidade apresentada durante a CES foi um relógio inteligente que mede a gligose no sangue sem utilizar agulhas. Criado pela startup Quantum Operation, o gadget ainda é um protótipo e consegue checar os níveis de glicose através de um espectrômetro, isntrumento que mede as propriedades da luz.

ces 2021
Divulgação/Quantum Operation

Relógio consegue medir a glicose no sangue sem furar o usuário

Ainda relacionado à saúde, a Philips demonstrou uma escova de dentes inteligente , que ajusta a escovação e orienta o usuário de acordo com pressão, movimento, posição, duração e frequência.

Por fim, a Kohler lançou uma banheira inteligente que pode ser controlada pelas assistentes de voz do Google e Amazon . Assim, o usuário pode pedir para a banheira encher, atingir determinada temperatura na água ou mudar a cor dos LEDs que ficam em volta do dispositivo. 

Também dá para configurar a banheira para uma rotina, ou seja, para que ela se ligue todos os dias no mesmo horário. Tudo isso por cerca de R$ 88 mil.

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Tecnologia

Signal é melhor que o WhatsApp? Compare os dois mensageiros

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Olhar Digital

Signal WhatsApp
Divulgação

Signal recebeu muitos downloads após mudança de política de privacidade do WhatsApp

Com a recente alteração nos termos de uso e privacidade do WhatsApp , o número de usuários buscando por mensageiros alternativos aumentou. Dentre todas as opções, dois se destacam : Signal e Telegram . Mas o que possuem de especial para terem roubado a atenção dos usuários do maior mensageiro do mundo?

Para se tornar um dos aplicativos de mensagens mais proeminentes das lojas oficiais do Google e Apple em dezenas de países nos últimos dias, o Signal passou, praticamente, três anos no ‘escuro’. Voltado à privacidade do usuário, o app nasceu em 2017 graças à dupla Brian Acton e Moxie Marlinspike. O primeiro já era uma figura muito conhecida no meio da tecnologia: antes do Signal, Acton foi cofundador do famoso WhatsApp .

Ainda novo, com apenas um ano, o mensageiro já começava a despertar a atenção de inúmeras personalidades, como o ex-NSA Edward Snowden, Jack Dorsey, CEO do Twitter , Laura Poitras, jornalista e cineasta, e Elon Musk , CEO da Tesla.

Por outro lado, o WhatsApp, fundado pelo mesmo Brian Acton e Jan Koum, colegas que passaram quase 20 anos no Yahoo!, ganhou o mundo em 12 anos de existência. Presente em 180 países e com mais de 2 bilhões de usuários, ele se tornou o aplicativo de bate-papo mais utilizado no Brasil.

Apesar de terem o cofundador em comum, eles guardam recursos distintos. Fizemos um rápido comparativo entre os dois mensageiros e traçamos as principais diferenças entre eles. Confira.

O WhatsApp oferece muitos recursos em um aplicativo de mensagens. Wallpapers, grupos com suporte até 256 pessoas, exportação de chats para outros aplicativos (de maneira individual), personalização de toques para conversas e mensagens temporárias, essas com duração de 7 dias.

Além disso, há também outros recursos extras, como o Status , uma espécie de ‘stories’, muito popular para quem gosta de compartilhar imagens ou recados com duração de 24 horas.

Você viu?

No que diz respeito ao armazenamento e backup de conversas e conteúdo, o app permite que o usuário utilize serviços de nuvem como iCloud e G oogle Drive .

Em relação ao compartilhamento, o WhatsApp limita o tamanho de fotos, vídeos e áudios até 16 MB. Já para documentos, é permitido o envio de até 100 MB.

Além disso, o mensageiro permite o compartilhamento de localização em tempo real com contatos, dentro de uma conversa ou um grupo.

Signal: privacidade importa

Com proposta distinta, o Signal é um aplicativo mais básico em relação à interface gráfica. Apesar do visual despojado, o mensageiro não fica devendo ao que se propõe entregar: privacidade e segurança online.

Em relação às funcionalidades padrões, todas são encontradas facilmente por aqui: acesso a chats, chamadas de voz e vídeo. Tudo isso com criptografia de ponta a ponta , também presente no WhatsApp, que garante que o aplicativo não armazene o conteúdo das conversas nos servidores da empresa.

Quanto aos recursos distintos ao WhatsApp, o Signal traz mensagens que se apagam automaticamente por meio de um temporizador regulado pelo próprio usuário. Há também uma função no chat voltada especialmente para compartilhamento de imagens: ao escolher “ver apenas uma vez”, o destinatário terá apenas uma chance de visualização. Após fechá-la, o conteúdo é deletado para ambos os participantes do chat .

Além disso, o app conta com o “Notas para mim”, um recurso no qual é possível fazer anotações com rapidez no próprio aplicativo (quem nunca abriu um chat no WhatsApp para anotar alguma informação, hein?). Para usá-lo, basta tocar no ícone de lápis no canto esquerdo da tela e encontrar ‘Nota para mim’ na própria lista de contatos.

Outro ponto interessante é retransmissão de chamadas de voz para os servidores do aplicativo , para que a identidade do usuário permaneça oculta para contatos e não contatos. A ferramenta é similar a uma rede VPN.

O app ainda conta com uma função integrada para ocultar o endereço IP, e uma ferramenta para borrar rostos em fotos antes de enviá-las em uma conversa, protegendo a identidade de terceiros que aparecerem por acaso nas imagens.

Outro recurso que não encontramos no WhatsApp foram as reações de mensagens em um chat: o usuário tem à disposição todos os emojis para reagir a qualquer mensagem, tanto em recebidas quanto em enviadas.

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Tecnologia

Tuíte de Bolsonaro sobre Covid-19 é sinalizado por ter “informações enganosas”

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Presidente Jair Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro tem criticado prefeitos e governadores que não seguiram a orientação do Ministério da Saúde de recomendar o tratamento precoce contra a Covid-19

O Twitter sinalizou uma publicação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ter “informações enganosas e potencialmente prejudiciais” acerca da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). De acordo com o alerta, o conteúdo do tuíte viola as regras da rede social.

Captura de tela do tuíte do presidente Jair Bolsonaro
Reprodução/Twitter

Captura de tela do tuíte do presidente Jair Bolsonaro

Na publicação, Bolsonaro fala sobre o tratamento precoce da Covid-19 e diz que o uso de medicamentos antimaláricos podem reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e diminuir a mortalidade de pacientes. Não há comprovação científica alguma de que os remédios citados pelo presidente sejam eficazes contra a Covid-19.

Embora a publicação tenha sinalizada, ela não foi tirada do ar pelo Twitter. A justificativa foi a de que ela ainda poderia ser de interesse público. A rede social, no entanto, está limitando o alcance do tuíte e não está permitindo que usuários interajam com ela.

A única coisa que é possível fazer é retuitar a publicação. Mesmo assim, a maioria das republicações também está marcada como violadora das regras de uso do Twitter.

Esta não foi a primeira vez que o Twitter agiu contra postagens do presidente. Em março de 2020, tuítes de Bolsonaro foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolvam a pandemia.

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