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Economia

Banco Votorantim anuncia Gabriel Ferreira como novo presidente

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Gabriel Ferreira
Banco Votorantim/Divulgação

Economista Gabriel Ferreira é o novo presidente do Banco Votorantim

O Banco Votorantim , quinto maior banco privado brasileiro em ativos, anunciou, na noite desta quinta-feira (12), Gabriel Ferreira como novo presidente. Elcio Jorge dos Santos deixa o cargo após oito anos e segundo nota do banco “seguirá com projetos pessoais”.

Gabriel é Bacharel em Economia pela PUC RJ e Executive MBA pela Stanford University e esteve nos últimos anos à frente das áreas de Estratégia Corporativa, Varejo, Marketing e Inovação da Instituição.

Com mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento e gestão de soluções inovadoras em serviços financeiros, foi um dos responsáveis pelo “bem-sucedido reposicionamento do banco”, afirma a nota do anúncio.

“O executivo assume com a missão de dar continuidade à agenda de transformação digital , inovação e geração sustentável de valor para clientes, colaboradores e acionistas”, diz a nota.

“É com grande satisfação que recebo este desafio, mais um passo em minha trajetória no Banco Votorantim, que foi desenvolvida com o apoio e a liderança do Elcio. Sigo com o propósito de manter o excelente trabalho desenvolvido por ele e toda equipe até aqui, com foco na modernização e expansão dos nossos negócios”, declara Gabriel.

Sobre o banco

O Banco Votorantim registrou lucro líquido de R$ 688 milhões no primeiro semestre, com crescimento de 35% na comparação com igual período do ano passado.

O Banco do Brasil e o conglomerado Votorantim S.A. são os principais acionistas da instituição financeira. Segundo o anúncio da mudança, a empresa declara que “o Banco Votorantim tem crescido e ampliado seu escopo de atuação, buscando aumentar sua base de receitas por meio de um portfólio diversificado de negócios, parcerias e excelência no atendimento”.

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Economia

Governo defende reformas após a pandemia para recuperar o PIB

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O resultado negativo da atividade econômica no primeiro trimestre, embora esperado, coloca fim à recuperação econômica em curso desde o começo de 2017, afirmou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, em nota sobre o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, divulgado hoje (29).

Em meio à pandemia de covid-19, o PIB teve queda de 1,5% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com último trimestre de 2019. Os dados foram divulgados hoje (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o primeiro trimestre de 2019, o PIB caiu 0,3%. Em 12 meses, o PIB acumula alta de 0,9%.

“Os impactos iniciais da pandemia na economia a partir de março deste ano reverteram os bons indicadores de emprego, arrecadação e atividade do primeiro bimestre, levando a variação do PIB para o terreno negativo. Os efeitos danosos sobre a saúde da população brasileira e da nossa economia ainda persistem. Dessa forma, o resultado econômico da atividade no segundo trimestre será ainda pior”, diz a nota.

De acordo com a secretaria, as consequências são “nefastas para a população, com aumento do desemprego, da falência das empresas e da pobreza”.

“Para combater e amenizar o sofrimento dos brasileiros é necessário que as reformas estruturais continuem através de uma legislação mais moderna de emprego, com o fortalecimento das políticas sociais (com transferência de recursos de programas sociais ineficientes para os mais eficientes e de comprovado efeito no combate à pobreza), com o aprimoramento da legislação de falências e a modernização e desburocratização do mercado de crédito, de capitais e de garantias”, destacou.

Pós-pandemia

Para a secretaria, a agenda pós-pandemia, além de manter o teto de gastos, precisa incluir: o fortalecimento do arcabouço de proteção social transferindo recursos de programas ineficientes para programas sociais de comprovada eficiência no combate à pobreza; a melhora da eficiência das políticas de emprego; o aprimoramento da legislação de falências; o fortalecimento e a desburocratização do mercado de crédito, de capitais e de garantias; a aprovação novo marco regulatório do setor de saneamento básico e do setor de gás; a abertura comercial; privatizações e concessões; reforma tributária.

Edição: Lílian Beraldo

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Economia

Inflação na saída das fábricas fica em 0,12% em abril, diz IBGE

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O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação dos preços dos produtos na saída das fábricas, registrou inflação de 0,12% em abril deste ano. A taxa é inferior às observadas em março deste ano (0,84%) e em abril do ano passado (1,22%). Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPP acumula taxas de inflação de 2,13% no ano e de 4,79% em 12 meses, de acordo com os dados divulgados hoje (29).

Em abril, 20 das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram aumentos de preços em seus produtos. Os principais responsáveis pela alta de preços foram os alimentos, que tiveram inflação de 2,09%. Os alimentos já tinham subido 4,23% em março.

Outras atividades que tiveram impacto importante na inflação medida pelo IPP em abril foram os outros produtos químicos (2,12%) e os veículos (1,05%). Por outro lado, a deflação (queda de preços) dos produtos de refino de petróleo e de álcool de 20,99% ajudou a frear a inflação do IPP em abril.

Edição: Maria Claudia

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