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Economia

Banco Central recebe prêmio internacional por open finance

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Cerca de três meses após o lançamento, o open finance brasileiro foi premiado internacionalmente, anunciou hoje (14) à noite o Banco Central (BC). Por meio da rede social Twitter, o BC informou que a iniciativa venceu o Central Banking Awards de 2022.

O open finance prevê que o cliente autorize o compartilhamento de seus dados de forma padronizada com diversos tipos de instituições financeiras. Com base no histórico de relacionamentos do cidadão com o sistema financeiro, as instituições poderão oferecer melhores condições de crédito, como juros mais baixos e prazos mais longos para bons pagadores.

Lançado no fim de março , o open finance funcionará como uma extensão do open banking, que permitia o compartilhamento de dados apenas entre produtos bancários tradicionais. Com o open finance, será possível a troca de informações entre outros serviços financeiros, como credenciamento, câmbio, investimentos, seguro e previdência.

A premiação ocorre num momento em que o desenvolvimento de novos projetos por parte do Banco Central está suspenso por causa da greve dos servidores do órgão. Em assembleia hoje, a categoria decidiu manter o movimento por tempo indeterminado.

Além do open finance, projetos como a segunda fase de consultas de saques de valores esquecidos, estão parados. A divulgação de estatísticas, como o boletim Focus (pesquisa semanal com instituições financeiras), o fluxo cambial, o Relatório de Poupança e a taxa Ptax diária (taxa média de câmbio que serve de referência para algumas negociações), foi suspensa ou ocorre com bastante atraso.

Edição: Fábio Massalli

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Economia

Golpistas miram acordos para recuperar perdas com planos econômicos

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Acordo para recuperar perdas de poupadores nos planos Collor, Bresser e Verão vira alvo de golpes
Luciano Rocha

Acordo para recuperar perdas de poupadores nos planos Collor, Bresser e Verão vira alvo de golpes

A aproximação do prazo final para a adesão aos acordos firmados no Supremo Tribunal Federal (STF) para compensação de poupadores por perdas causadas pelos planos Collor, Bresser e Verão , que termina em dezembro, está aumentando o apetite de criminosos por golpes.

De posse do número do processo e de informações como valor de indenização, criminosos ligam para poupadores — apresentando-se como representantes da Justiça ou de entidades que lideraram os processos — e pedem depósitos para a liberação imediata dos valores a receber.

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Edson Freitas, coordenador executivo da Frente Brasileiras de Poupadores (Febrapo), diz já ter recebido dezenas de denúncias:

“É um golpe bem orquestrado. Trata-se de um processo longo, cujo beneficiário em sua maioria é idoso, hipervulnerável. Há caso de quem perdeu R$ 8 mil.”

O gerente de negócios Luiz Ascânio Coelho, de 60 anos, foi assediado por golpistas:

” Eles tinham todas as informações, inclusive o valor total da indenização da ação coletiva que é de R$ 286 mil. Disseram que se eu depositasse R$ 3.450,25 até meio-dia, o dinheiro seria liberado no mesmo dia. Mas sei que não é assim que funciona e a parte que me cabe é de cerca de R$ 2,4 mil. Deixei falarem, no fim disse que sabia que era golpe e desligaram. E avisei à Febrapo.”

Dados sensíveis

Na avaliação de Jéssica Frata, sócia da área de Litígio do escritório PDK Advogados, embora o processo seja público alguns dados sensíveis, como o telefone dos poupadores, não estão disponíveis.

Para ela, fraudadores obtiveram informações das vítimas em vazamentos de outras bases de dados, cruzaram tudo e começaram a tentar aplicar golpe, aproveitando-se da idade avançada dos poupadores e da demora no pagamento. 

A advogada Juliana Sá de Miranda, sócia da área Penal do escritório Machado Meyer, lembra que a Justiça não faz qualquer contato telefônico com as partes de um processo para cobrar custas judiciais. Ela diz que se for contatado, o poupador deve entrar em contato com o advogado e não efetuar depósitos.

A orientação é também fazer um boletim de ocorrência e avisar à Febrapo. Segundo Freitas, até dezembro R$ 2,9 bilhões de indenizações devem ser pagas, contabilizado os pagamentos desde a assinatura do acordo em 2018.

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Economia

Bolsonaro volta a sugerir vale-alimentação em dobro para servidores

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Bolsonaro diz que reajuste para servidores da PF e PRF foi suspenso porque greve das demais categorias iria ‘parar o Brasil’
Carolina Antunes/Presidência da República – 04.09.2020

Bolsonaro diz que reajuste para servidores da PF e PRF foi suspenso porque greve das demais categorias iria ‘parar o Brasil’

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, neste domingo (26), que o  reajuste de salário que ele havia prometido para servidores das forças de segurança – Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e agentes do Departamento Penitenciário (Depen) – foi suspenso porque servidores de categorias estratégicas entraram em greve. O movimento, segundo o presidente, iria “parar o Brasil”.

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“Houve uma ideia inicial de separar R$ 1,7 bilhão para PF, PRF e o pessoal dos estabelecimentos prisionais. Quando começamos a estudar isso aí, outras categorias não aceitaram, queriam também e entraram em greve servidores estratégicos, que parariam o Brasil. Então lamentavelmente foi suspensa essa possibilidade de reajustar para esses servidores porque o Brasil ia parar”, afirmou na noite deste domingo.

Ele reconheceu a insatisfação dos servidores em relação à falta de reajustes, mas disse que o governo evitou um corte salarial na época da pandemia – trabalhadores da rede privada puderam ter descontos nos salários proporcionais à redução na jornada de trabalho. 

Também voltou a afirmar que os estudos para aumentar o valor do auxílio-alimentação está na reta final e que o governo deve propor reestruturação de algumas carreiras na lei orçamentária de 2023.

Apesar da declaração do Bolsonaro, a proposta pode não sair do papel por falta de tempo, além das dificuldades para obter espaço no orçamento, como já mostrou o GLOBO. Integrantes do Executivo alertam que a janela legal para conceder reajustar o auxílio pago aos servidores está se fechando, por conta da proximidade das eleições.

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