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Internacional

Banco central americano reduz taxa básica de juros

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O banco central dos Estados Unidos – Federal Reserve, ou FED – anunciou uma redução da taxa básicas de juros do país em 0,25% ponto percentual, para um patamar de 2% a 2,25%. Esse foi o primeiro corte na taxa desde 2008.

O banco central americano alegou ontem (31) que a atividade econômica continua sólida nos EUA, mas reconheceu as incertezas provocadas pelas tensões comerciais internacionais e o fraco panorama da economia mundial. A queda dos juros foi decidida por um placar de oito votos a favor e dois contra entre os membros do FED.

Dólares - Moeda estrangeira

Dólares – Moeda estrangeira – Marcello Casal JrAgência Brasil

 

“Vamos deixar claro: não é o começo de uma longa série de cortes da taxa”, afirmou o presidente do FED, Jerome Powell, decepcionando o mercado que aguardava um longo período de baixas. Ele disse, porém, que também não significa que haverá apenas uma redução.

Os dados macroeconômicos mais recentes apontam uma desaceleração dos EUA, assim como de Europa e China. A economia americana se desacelerou no segundo trimestre, segundo o primeiro cálculo oficial, ao registrar um crescimento de 2,1% no período de 12 meses. No primeiro trimestre, a alta havia sido de 3,1%.

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Já a inflação caiu dois décimos percentuais em junho, para 1,6%, considerando o acumulado nos últimos 12 meses. Com isso, permanece abaixo da meta estipulada pelo FED, de 2% anual.

Nos últimos meses, o presidente americano, Donald Trump, vinha criticando severamente o banco central e cobrando uma redução dos juros.

Edição: José Romildo

Fonte: EBC Internacional
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Internacional

Evo Morales diz que OEA se juntou a golpe de Estado na Bolívia

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O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou hoje (13) que a Organização dos Estados Americanos (OEA) se juntou ao golpe de Estado e a chamou de “neogolpista”. As declarações foram feitas em entrevista concedida à W Rádio Colômbia. Morales pediu que militares e policiais não “metam bala no povo”.

“Infelizmente, a OEA aderiu a esse golpe de Estado. Eu recomendo aos novos políticos da América Latina cuidado com a OEA. A OEA é neogolpista para mim”, disse.

Morales está na Cidade do México desde ontem (12). O país ofereceu-lhe asilo político após ele ter anunciado sua renúncia, no último domingo (10).

Em uma auditoria nas eleições bolivianas, a organização internacional concluiu que houve “graves irregularidades” e solicitou que fosse realizado um novo pleito, com novos representantes no Tribunal Supremo Eleitoral, para que houvesse garantia e isenção.

Apesar de ter convocado novas eleições, Evo Morales disse que o documento tinha “tom político” e questionou a credibilidade da auditoria da OEA. Algumas horas após a divulgação da OEA e tendo recebido a “orientação” por parte das Forças Armadas de que deveria renunciar, Morales anunciou que deixaria o cargo.

Na entrevista de hoje, Morales questionou também a atitude da senadora de direita Jeanine Áñez que se autoproclamou presidente interina do país em uma sessão sem a presença de parlamentares do partido Movimento al Socialismo (MAS), de Evo Morales e sem quórum suficiente.

Morales criticou as Forças Armadas e pediu que não “metam bala” na população. “Equipei as Forças Armadas não para que ajam contra o povo, mas para que defendam a pátria. Lamento muito que as Forças Armadas estejam com o golpe de Estado”, afirmou.

Edição: Maria Claudia

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Internacional

China é o principal parceiro comercial do Brasil

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A China é a maior economia do Brics, com um PIB cerca de US$ 15 trilhões. No plano mundial, o PIB da China só é menor que o dos Estados Unidos. No comércio exterior do Brasil, a China ocupa o primeiro lugar como destinatário das exportações brasileiras e também o primeiro lugar entre os países que mais vendem para o mercado brasileiro.

De janeiro a outubro, as exportações brasileiras para a China chegaram a US$ 51.53 bilhões, enquanto as importações daquele país atingiram US$ 30.07.  Isso significa que o Brasil teve um saldo comercial de US$ 21.45 bilhões com a China nos dez primeiros meses de 2019.

A China figura entre as principais fontes de investimento estrangeiro direto no Brasil, com destaque para o setor de infraestrutura (sobretudo na geração e transmissão de energia e nas áreas portuária e ferroviária) e para o setor de óleo e gás, com participação importante nos setores financeiro, de serviços e de inovação.

Diversos bancos chineses atuam no Brasil, e o Banco do Brasil conta com agência em Xangai, desde maio de 2014. Trata-se da primeira agência de um banco latino-americano na China. Em junho de 2015, os países decidiram criar o Fundo de Cooperação Brasil-China para Expansão da Capacidade Produtiva, no valor de US$ 20 bilhões, com vistas a fomentar investimentos em infraestrutura e logística, energia, mineração, manufaturas e agricultura.

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Alta tecnologia

Em 1988, foi estabelecido o Programa CBERS (sigla em inglês para “Satélite de Recursos Terrestres Brasil-China”) visando a construção e lançamento de satélites – projeto pioneiro entre países em desenvolvimento no campo da alta tecnologia. Foram lançados, desde então, cinco satélites (1999, 2003, 2007, 2013 e 2014). Em 2013, foi assinado o Plano Decenal de Cooperação Espacial 2013-2022, que prevê a continuidade do Programa CBERS e amplia a cooperação espacial a outros setores, como satélites meteorológicos, serviços de lançamento e formação de pessoal. O sexto satélite, o CBERS 04-A, tem lançamento previsto para dezembro de 2019.

Brics

O presidente chinês, Xi Jinping, está em Brasília, para participar hoje (13) e amanhã da 11ª Reunião de Cúpula do Brics. Na manhã de hoje, Xi Jiping se reuniu com presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Itamaraty. Na ocasião, foram assinados acordos nas áreas de política, economia, comércio, agricultura, inspeção sanitária, transporte, saúde e cultura. 

Acompanhe a cobertura da EBC sobre a Cúpula do Brics.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Internacional
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