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Internacional

Banco central americano reduz taxa básica de juros

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O banco central dos Estados Unidos – Federal Reserve, ou FED – anunciou uma redução da taxa básicas de juros do país em 0,25% ponto percentual, para um patamar de 2% a 2,25%. Esse foi o primeiro corte na taxa desde 2008.

O banco central americano alegou ontem (31) que a atividade econômica continua sólida nos EUA, mas reconheceu as incertezas provocadas pelas tensões comerciais internacionais e o fraco panorama da economia mundial. A queda dos juros foi decidida por um placar de oito votos a favor e dois contra entre os membros do FED.

Dólares - Moeda estrangeira

Dólares – Moeda estrangeira – Marcello Casal JrAgência Brasil

 

“Vamos deixar claro: não é o começo de uma longa série de cortes da taxa”, afirmou o presidente do FED, Jerome Powell, decepcionando o mercado que aguardava um longo período de baixas. Ele disse, porém, que também não significa que haverá apenas uma redução.

Os dados macroeconômicos mais recentes apontam uma desaceleração dos EUA, assim como de Europa e China. A economia americana se desacelerou no segundo trimestre, segundo o primeiro cálculo oficial, ao registrar um crescimento de 2,1% no período de 12 meses. No primeiro trimestre, a alta havia sido de 3,1%.

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Já a inflação caiu dois décimos percentuais em junho, para 1,6%, considerando o acumulado nos últimos 12 meses. Com isso, permanece abaixo da meta estipulada pelo FED, de 2% anual.

Nos últimos meses, o presidente americano, Donald Trump, vinha criticando severamente o banco central e cobrando uma redução dos juros.

Edição: José Romildo

Fonte: EBC Internacional
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Internacional

Hong Kong fez mais de seis mil detenções em meio ano de protestos

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A polícia de Hong Kong disse hoje (9) que fez 6.022 detenções e disparou 16 mil granadas de gás lacrimogêneo durante os protestos que se prolongam há seis meses nesta região administrativa chinesa.

Segundo autoridades locais, o número total de detidos incluiu as 11 pessoas que foram interceptadas pela polícia durante o último fim de semana e que portavam armas.

Manifestantes participam de uma marcha do Dia dos Direitos Humanos no distrito de Causeway Bay, em Hong Kong   REUTERS / Laurel Chor

Manifestantes participam de uma marcha do Dia dos Direitos Humanos no distrito de Causeway Bay, em Hong Kong –  REUTERS / Laurel Chor

A polícia suspeita que as armas seriam usadas nas manifestações de domingo (8), que reuniram milhares de pessoas de forma pacífica na ilha de Hong Kong. Hoje, 12 pessoas foram detidas por suspeita de  preparar bombas incendiárias.

O mesmo relatório indica que a polícia disparou 10 mil balas de borracha e que, desde o início dos protestos, 493 agentes ficaram feridos durante confrontos com manifestantes.

Hong Kong é há seis meses palco de manifestações iniciadas em protesto contra uma proposta de alteração à lei da extradição, que permitiria extraditar criminosos para países sem acordos prévios, como é o caso da China continental.

O governo de Hong Kong retirou a proposta, cedendo a uma das exigências dos manifestantes. Mas a decisão não foi suficiente para travar os protestos antigovernamentais em prol de democracia.

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Fonte: EBC Internacional
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Internacional

Quinto dia de greve deixa Paris sem transporte público e congestionada

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Os acessos a Paris estão hoje (9) muito complicados devido ao quinto dia de greve contra a reforma das aposentadorias e que afeta, sobretudo, a rede de transportes.

De acordo com as autoridades, há 620 quilômetros de filas de automóveis nos acessos a Paris, um volume que já não se registrava há cinco anos.

Passageiros andam em uma plataforma na estação de trem Gare Saint-Lazare, em Paris   REUTERS/Christian Hartmann

Passageiros andam em uma plataforma na estação de trem Gare Saint-Lazare, em Paris, em mais um dia de greve REUTERS/Christian Hartmann

Dezenas de milhares de pessoas que habitualmente utilizam os ônibus e metrô optaram por usar o carro particular para ir trabalhar. A chuva que atinge a capital francesa agrava a situação.

Hoje, a nível nacional, estão circulando apenas 20% dos trens de alta velocidade (TGV), assim como as ligações ferroviárias nos arredores de Paris. As ligações regionais estão limitadas a 30% e são muito poucos os trens que fazem percursos internacionais.

Estão suspensas as ligações entre França e Itália. A ligação Paris/Londres está afetada.

É possível que a greve prossiga por conta das tensões entre os sindicatos e o governo do presidente Emmanuel Macron, que se reúne hoje à tarde para analisar os efeitos da paralisação.

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Tags: greve Paris

Fonte: EBC Internacional
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