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Balanço do governo, no quadrimestre, mostra equilíbro e Mato Grosso sai do ‘vermelho’, diz Gallo

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FLÁVIO GARCIA /Especial para ODoc

O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Rogério Gallo, que apresentou no decorrer da semana o balanço do quadrimestre de 2020 no Estado, disse que pela primeira vez na história, depois de dez anos consecutivos, o governo gasta menos do que arrecada.

_“Depois de dez anos consecutivos no vermelho, gastando mais do que se arrecada, nós fechamos 2019 no azul. Arrecadamos mais do que gastamos”, argumentando que “ainda existem dívidas de outros exercícios, mas pela primeira vez em dez anos, arrecadamos mais do que gastamos”.

Segundo o secretário, no balanço do primeiro quadrimestre de 2020, janeiro a abril, “nós tivemos nos três primeiros meses uma ótima arrecadação. Nós vínhamos com um nível de arrecadação 20% superior ao mesmo período do ano passado”.

Conforme o secretário, esse equilíbrio nas finanças públicas foi altamente positivo para que o Estado atravessasse o período de pandemia do coronavírus, sem maiores problemas. “Com isso nós tivemos condições de enfrentar a pandemia, mesmo sem a ajuda emergencial do governo, o Estado tinha dinheiro em caixa porque fez o dever de casa. Controlou as contas públicas e tinha dinheiro em caixa para fazer o que foi feito lá no Metropolitano, por exemplo, uma ampliação de 180 vagas”, recordou.

“Tivemos o primeiro quadrimestre com equilíbrio orçamentário, gastando menos do que arrecadamos, colocando o Estado num novo rumo, fazendo com que nossos fornecedores recebam em dia e também os servidores públicos, onde já conseguimos trazer do dia 10 para o dia 5, o pagamento dos salários e isso será uma tônica daqui para frente por conta da disciplina fiscal, do respeito com as contas públicas”.

Rogério Gallo disse que “junho e julho tivemos uma queda em relação ao que vínhamos arrecadando. De janeiro a março de 2020, para citar um exemplo, arrecadamos 25% a mais do que no mesmo período de 2019. Nós caímos no segundo trimestre, para 3,5%, quer dizer, de abril a junho nós crescemos apenas 3,5%. Houve uma queda frente ao que vínhamos arrecadando em função da pandemia. Ainda assim continuamos com uma arrecadação superior em relação ao ano passado”.

”De acordo com os dados, a receita total no primeiro quadrimestre de 2020 foi de R$ 6,8 bilhões; já despesa total liquidada chegou a R$ 5,1 bilhões. O resultado foi um superávit na ordem de R$ 1,6 bilhões”.

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No Nortão, Mendes declara apoio aberto a candidato a prefeito de Sinop do mesmo partido de Emanuel

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O governador Mauro Mendes (DEM), durante visita a Sinop,  onde esteve o presidente Jair Bolsonaro, sem partido, na cidade, declarou apoio para a sucessão da prefeita Rosana Martinelli (PL), que declinou da reeleição, ao deputado federal Juarez Costa, candidato do MDB.

“O Juarez é um grande deputado federal, já foi prefeito. É uma pessoa que tem a minha consideração, o meu respeito, por ter ajudado muito Mato Grosso, principalmente a região Norte”, afirmou.

Mendes disse que não tem dúvida de que Juarez, mais uma vez, será um bom prefeito para a cidade. “Não tenho dúvida nenhuma, se ele for escolhido prefeito de Sinop, vai ajudar muito a cidade. Tenho certeza de que ele será um grande prefeito, tem o nosso apoio”, completou.

O governador democrata afirmou que seu governo já fez muita coisa para a região. “Já fizemos muita coisa aqui nesta região e vamos fazer muito mais. Se preparem, já em 2021, Mato Grosso vai ter o maior número de investimentos de sua história, feitos com recursos próprios e outros recursos que vamos trazer”, declarou.

Mauro Mendes fez questão de esclarecer o episódio em que foi vaiado durante a visita presidencial em Sinop. “Você põe no meio de milhares de pessoas, 30 pessoas vaiando, é natural. Eu não tenho a pretensão de agradar cem por cento dos mato-grossenses que vivem neste Estado. E quem toma a decisão correta, agrada alguns e desagrada outros, e as minhas decisões sempre foram para a maioria. E quando você toma decisão para a maioria, desagrada a minoria”, disse.

Conforme Mendes, “não se conserta um Estado que estava quebrado igual Mato Grosso fazendo só pão com manteiga. Eu tinha que tomar decisões duras contra os produtores, contra o comércio, a indústria. Hoje, muitos já enxergam. Gestão se faz para a maioria, agora, se desagrada alguns, eles têm o direito de manifestar, de vaiar”.

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Deputado ligado a Bolsonaro diz que na campanha da vaga de senador não há favorito e que vê disputa ‘embolada’

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O deputado federal Nelson Barbudo (PSL), disse ao ODocumento que vê a disputa do Senado em Mato Grosso, para a vaga da ex-senadora Selma Arruda (Podemos), como embolada e que a escolha do futuro senador vai ficar entre os candidatos Reinaldo Moaraes, Nilson Leitão, coronel Fernanda, Carlos Fávaro ou Medeiros.

“Estamos ainda numa fase onde não podemos fazer campanha, mas está definido o quadro entre os candidatos ao Senado, por exemplo, com o Zé Medeiros, Nilson Leitão, Fernanda e Fávaro. Eu acho que vai girar em torno desses quatro. O Pedro Taques não mexe no tabuleiro na minha humilde opinião. Ele foi governador, mas pesa a forma como ele deixou o governo, com uma derrota expressiva”, comentou.

“Eu não apostaria hoje numa vitória expressiva entre esses quatro nomes”, disse Barbudo, que adiantou ainda não ter definido o seu apoio para o pleito. “Nós ainda estamos definindo. O Bolsonaro me chamou para conversar na próxima semana. Está ocorrendo um problema de infidelidade partidária, o PSL tem falado que irá utilizar-se dessa prerrogativa, também estou esperando a Estadual me chamar para a gente saber como vai ser a liberação para os apoios. Eu não sou presidente do PSL, para apoiar a coronel Fernanda eu preciso da liberação”.

Barbudo fez questão de adiantar que o seu relacionamento com o comando partidário é tranquilo. “Meu relacionamento com a Executiva é normal, nunca me indispus com ninguém. O relacionamento é normal, mas isso aí a gente tem que sentar e conversar. Não tenho indisposição com ninguém do PSL”, garantiu.

Questionado sobre o fato de o presidente Bolsonaro poder apoiar a candidatura do também federal José Medeiros (Podemos), Barbudo demonstrou surpresa e disse não acreditar. “Olha, sobre o Bolsonaro assumir a campanha do Medeiros, isso foi o deputado que falou. Precisamos ver acontecer primeiro né, eu acho que não. Até onde eu sei a palavra do Bolsonaro está dada para apoiar a coronel. Agora, eu acho muito estranho que o Zé Medeiros falou isso. Eu vi o Bolsonaro participar da live da Fernanda, agora, política é igual o céu, cada hora que você olha, as nuvens estão em um lugar”.

 

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